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Covid-19: quando o medo de sair de casa se torna preocupante?

Em um dos episódios da série “Solos”, da Amazon Prime Video, uma mulher fica isolada em casa por 20 anos para se proteger de um vírus mortal. O problema é que as restrições tinham acabado há muito tempo – mas ela se nega a sair.

Esse comportamento é conhecido como “síndrome da caverna” e não está tão distante de nossa realidade – guardadas as devidas proporções, obviamente. Após quase dois anos de pandemia de coronavírus, é preciso ficar atento para avaliar se o medo não ultrapassou o limite do razoável.

É claro que o fato de recebermos novas informações o tempo todo, como a do potencial risco da variante Ômicron, não ajuda muito. “Até quem estava louco para sair de casa sentiu uma frustração muito grande. Fora o balde de água fria, veio o medo de que o isolamento total seja necessário novamente”, comenta Claudia Oshiro, especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva pela Universidade de São Paulo (USP).

A falta de confiança nas informações divulgadas por líderes e governantes só piora a situação, na visão de Daniel Kupermann, psicanalista e professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Some isso a uma característica da nossa natureza, que é demorar um pouco a reagir.

“A psicanálise tem um termo chamado de inércia psíquica. É a resistência do ser humano em aderir a novidades. Sair de casa, depois de tanto tempo, transformou-se em algo novo para nós. E isso é normal para quem ficou um ano e meio em casa com medo de ser contaminado”, afirma o especialista.

Novas variantes e dados conflitantes provocam receio, mas é preciso prestar atenção aos sinais de que o medo ultrapassou o limite do razoável

Covid-19: quando o medo de sair de casa se torna preocupante?

publicado originalmente em Veja saúde

Animais passaram a viver na “ilha” de lixo que flutua no Pacífico, indica estudo

Você já deve ter ouvido falar em uma “ilha” de lixo que existe no oceano Pacífico. A chamada Grande Porção de Lixo (um nome apropriado, convenhamos) se espalha por cerca de 1,6 milhão de quilômetros (maior que o estado do Amazonas) e, na verdade está mais para uma sopa de detritos: são 79 mil toneladas de lixo, reunido pela corrente marítima.

Desse total, a maioria é plástico, proveniente de navios e das costas americana e asiática. E há uma grande variedade: desde grandes objetos (como material de pesca) a minúsculos pedaços, conhecidos como microplásticos, que surgem à medida que o material se fragmenta.

Não é difícil imaginar o estrago que isso pode fazer nos ecossistemas marinhos. A concentração de plástico pode impedir que algas e plânctons, por exemplo, recebam luz solar suficiente, prejudicando cadeias alimentares inteiras num efeito dominó. Outro impacto é a “pesca fantasma”, que acontece quando animais ficam presos em redes de pesca abandonadas.

Espécies costeiras estão vivendo nesse habitat plástico, conhecido como Grande Porção de Lixo do Pacífico – o que ameaça ecossistemas marinhos e terrestres.

Animais passaram a viver na “ilha” de lixo que flutua no Pacífico, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Dores…por Mágica Mistura

“⁠A dor é nossa aliada, nos faz valorizar o que é bom. Seja dor física, emocional ou espiritual, a dor sempre vêm com a dádiva do ensinamento e da lição.”

Mágica Mistura

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Assista a “Ibã Huni Kuin – A Energia da Floresta” no YouTube

🧚‍♂️A Energia da Floresta

A a a eee 

A a a eee

A a a eee


A a a eee

A a a eee

A a a eee


Venho da mata, trago a luz da miração

Nestes encantos nixi pae e kawa

Fazendo a transformação


A a a eee

A a a eee

A a a eee


Venho da mata, dos encantos da jibóia

É da floresta

Somos índio ayahuasca


A a a eee

A a a eee

A a a eee


Ey huni pae mó pae mó

Ey huni pae mó pae mó

Ey huni pae mó pae mó


Eu pedi mãe natureza

Me dê paz me dê firmeza

Para eu poder caminhar


Vou caminhando dentro desta luz divina

A força que nos ensina

Colorindo a miração

Composição: Ibã Huni Kuin

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Como o garimpo ilegal dominou o Rio Madeira e por que é tão difícil acabar com ele

Mineradores clandestinos ouvidos pela reportagem do Brasil de Fato ajudam a explicar proliferação da atividade que preda população ribeirinha. A nova “corrida do ouro” que atraiu os olhares para o município de Autazes (AM) na última semana está longe de ser um fato isolado. Ao contrário, é um sintoma da crescente dependência econômica provocada pela… Como […] […]

Como o garimpo ilegal dominou o Rio Madeira e por que é tão difícil acabar com ele — Antropofagista — Barbara Crane Navarro

republicado de tinylife

Assista a “DEGUSTAÇÃO FILOSÓFICA – Cuidado com a música que você ouve (subt. Español/English) Nueva Acrópolis” no YouTube

Terá a música uma importância tão grande na nossa vibração e no nosso dia?

Eu tenho minha opinião, e você?

Nova Acrópole aqui!

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Conselho…por Khalil Gibran

“Anda, parar é covardia e olhar para a cidade do passado é ignorância.”

🍀Khalil Gibran

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Faça um esporte e envelheça bem melhor

Um grande elenco de pesquisas já comprovou que a prática de atividade física eleva a qualidade e a expectativa de vida. Mas, em busca dos detalhes biológicos desses benefícios, cientistas da Universidade do Sul da Dinamarca foram olhar o que acontece no interior das células quando praticamos regularmente esportes como futebol e handebol.

E descobriram que o hábito interfere tanto no comprimento dos telômeros — as extremidades dos cromossomos, os pacotes que carregam os genes — quanto na função da mitocôndria, a usina de energia das células. Esse é o primeiro estudo do planeta a investigar esses efeitos, e, para tanto, os experts examinaram 129 mulheres saudáveis que praticavam esportes coletivos.

Voltando à bioquímica das coisas, sabe-se que os telômeros diminuem com o passar do tempo, o que atrapalha a renovação celular e acelera o envelhecimento e a exposição a doenças. Segundo Marie Hagman, uma das autoras do trabalho, as jogadoras de futebol acompanhadas tinham os telômeros 23% mais longos que os do grupo controle.

Em paralelo, a mitocôndria, a bateria da célula, também fica com a capacidade reduzida com o avançar da idade. Telômeros preservados e mitocôndrias carregadas estariam, assim, na base de uma longevidade saudável. Ponto para os esportes!

Estudo aponta que efeitos de modalidades como futebol são visíveis até dentro das células

Faça um esporte e envelheça bem melhor

publicado originalmente em Veja saúde