“A Rainha da Floresta é mãe amorosa, e também enérgica disciplinadora, quando precisa ser. Nossa entrega, intuito e conexão com Ela, nos trarão uma nova visão da existência, do ser e do existir … Que bom todos ousassem esse poderoso encontro.”
“Para emagrecer e ter mais saúde, devemos cortar pães, arroz, massas e doces do dia a dia”. Certamente você já ouviu esse conselho, justificado pelo fato de esses alimentos serem ricos em carboidratos. Mas será que é isso mesmo?
O consumo de carboidratos começou a ser atacado quando se descobriu que ingerir gorduras não era tão ruim como pensávamos.
Os carboidratos, assim como as proteínas e as gorduras, são considerados macronutrientes, ou seja, compostos que precisamos em maior quantidade.
E eles têm uma função muito importante: fornecer energia para nossas células, garantindo o funcionamento de órgãos importantes, como cérebro, coração e músculos.
Inclusive, em outro texto já explicamos como uma alimentação deficiente em carboidratos pode ser a razão de sintomas como cansaço, dor de cabeça e falta de concentração, por exemplo. Perdeu? Leia aqui.
Vários tipos diferentes de carboidratos são encontrados em cereais (arroz, milho, trigo, aveia), tubérculos (batatas), raízes (mandioca), leguminosas e frutas. Eles são digeridos e absorvidos de formas distintas pelo nosso organismo.
Ninguém precisa (nem deve) excluir esse nutriente essencial da rotina. Basta aprender a identificar suas melhores fontes
São várias as qualidades do método quando se pensa em uma longevidade saudável: flexibilidade, força muscular, equilíbrio, melhora da postura…
Os autores do artigo destacam que a modalidade pode trabalhar todos os grupos musculares e são particularmente bem-vindos seus reflexos nos músculos do abdômen, da coluna e dos glúteos.
Para tirar proveito do pilates, procure estúdios ou academias com instrutores certificados. Havendo algum tipo de limitação relacionada à idade, vale conversar com o médico antes e adaptar o treino — opções de exercícios, com e sem aparelho, não vão faltar.
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O que se ganha com a modalidade
Flexibilidade: segundo os autores da revisão, o foco no alongamento e em exercícios que favorecem a amplitude dos movimentos é um dos benefícios centrais.
Força muscular: dá para ativar todos os grupos musculares. O trabalho com o core, o abdômen, a coluna e os glúteos aumenta o vigor e a disposição para as atividades do dia a dia.
Equilíbrio: a estabilização corporal e o recrutamento muscular promovem equilíbrio e resultam em melhor postura. Resultado: menor risco de queda e menos dor nas costas.
Autonomia: ao maximizar as três qualidades anteriores, sem desrespeitar os limites do corpo, o pilates ajuda a conservar a independência do idoso.
Qualidade de vida: os ganhos ao estado físico se somam aos efeitos mentais, cognitivos e sociais, já que a atividade demanda concentração e supervisão.
Método protagoniza nova revisão científica e se mostra uma das modalidades mais indicadas para envelhecer bem
Antes mesmo da pandemia do coronavírus, o Brasil já era um dos países mais ansiosos do mundo, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde realizado em 2017. Com a chegada da Covid-19, segundo documento publicado recentemente pela revista científica The Lancet, mais de quatro em cada dez brasileiros tiveram problemas de ansiedade. O estudo também aponta o impacto que a emergência sanitária teve na saúde mental de populações vulneráveis, como jovens, mulheres, pessoas com transtornos mentais preexistentes, assim como trabalhadores da saúde e da linha de frente e pessoas com menor status socioeconômico.
Com isso em mente, a Fundación MAPFRE e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançam a campanha digital “Movimento Papo Cabeça”, com foco na saúde mental da população brasileira. A ideia, durante os meses de dezembro e janeiro, é unir vozes, entre especialistas e influenciadores, para promover uma conversa sobre saúde mental.
Trazendo informações confiáveis, a campanha quer levar conhecimento a um número cada vez maior de pessoas. “A saúde mental é uma área negligenciada e um tema que é tratado como tabu. Historicamente, pessoas com problemas de saúde mental são alvo de preconceito, discriminação, violência e exclusão social, processos que muitas vezes são tão nocivos e produzem tanto sofrimento quanto a própria condição de saúde mental. Por esses motivos, é fundamental dar visibilidade ao tema, conscientizar a população, governos e a sociedade como um todo sobre a importância de se investir na área e de se falar abertamente sobre o tema para combater o estigma associado às pessoas com problemas de saúde mental”, explica Catarina Dahl, consultora de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas da OPAS/OMS.
Informação de qualidade sobre o tema é essencial; Fundación MAPFRE e OPAS lançam campanha para discutir bem-estar