Estudo: anticorpos de quem teve Covid-19 não protegem contra variante

Estudo internacional com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revela um mecanismo que explica o motivo pelo qual ocorrem as reinfecções de Covid-19. Testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no Brasil, é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes que são gerados pelo sistema imunológico a partir de uma infecção anterior com outras variantes do coronavírus.

Testes em laboratório mostram que variante Gamma não é neutralizada

Estudo: anticorpos de quem teve Covid-19 não protegem contra variante

publicado originalmente em Veja

Cientistas encontram vírus de 15 mil anos em geleiras tibetanas

As regiões do globo que contém permafrost, uma espécie de solo congelado, são verdadeiros parques de diversões para os cientistas. Com o derretimento das geleiras, cientistas já puderam identificar corpos de animais do passado praticamente intactos e até microrganismos microscópicos que voltaram à vida após anos congelados. Agora, pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, identificaram dezenas de vírus em duas amostras de gelo retiradas do Planalto do Tibete, na China. 

Dos 33 vírus identificados, 28 nunca haviam sido relatados por pesquisadores.

Cientistas encontram vírus de 15 mil anos em geleiras tibetanas

publicado originalmente em superinteressante

Uma planta, vários chás

Em 21 de abril de 2021, Elizabeth II completou 95 anos. E o desejo de “vida longa à rainha”, entoado inclusive no hino britânico, tem sido atendido. A despeito do clamor dos súditos, um empurrão da genética e toda uma conjuntura saudável contribuem para que ela detenha o título de monarca com maior tempo de trono do Reino Unido. Mas, coincidência ou não, um ingrediente em particular não falta no cotidiano da soberana: a Camellia sinensis, espécie que é matéria-prima para o legítimo chá. Um ex-cozinheiro do palácio revelou que o desjejum da majestade se dá com uma xícara da bebida, que, claro, também é apreciada no tradicional serviço das 5 da tarde.

Pode ser verde, branco, preto, ou na forma de matchá e kombucha… O fato é que as bebidas feitas com a Camellia sinensis mantêm a popularidade em alta

Uma planta, vários chás

publicado originalmente em Veja

Novos estudos ajudam a entender o impacto do coronavírus no cérebro

Dias depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretar a pandemia pelo novo coronavírus, em março de 2020, um estudo com pacientes na Itália já relatava a perda do olfato e do paladar como um dos sintomas de Covid-19. Em abril do mesmo ano, foi publicado o primeiro estudo sobre o impacto neurológico da doença, com centenas de pessoas.

Desde então, investigações sobre as consequências da Covid-19 no cérebro têm sido realizadas, abordando desde os efeitos observados na fase aguda até as possíveis sequelas neurológicas – relatadas por cerca de 30% dos pacientes que se recuperaram.

Já se sabe que esse é um dos vários órgãos afetados pelo Sars-CoV-2. Agora, pesquisadores estão empenhados em desvendar as repercussões disso

Novos estudos ajudam a entender o impacto do coronavírus no cérebro

publicado originalmente em Veja saúde

Tem agrotóxico até em alimentos ultraprocessados

A análise foi feita pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e trouxe resultados preocupantes: quase 60% dos produtos testados tinham traços de herbicidas como glifosato, um dos mais usados no mundo e classificado como “provavelmente carcinogênico” pela Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (Iarc).

Numa bisnaguinha, item de grande apelo entre as crianças, foram constatados resíduos de oito agrotóxicos diferentes. “Embora as empresas aleguem se manter dentro dos limites permitidos, o que é verdade, elas precisam ter um controle maior da matéria-prima utilizada na fabricação para zerar esses níveis”, defende Rafael Arantes, nutricionista do Idec. “Não se pode menosprezar o efeito cumulativo e os riscos da exposição crônica a essas substâncias.”

Estudo inédito acende alerta ao encontrar resíduos de substâncias potencialmente perigosas nesses produtos

Tem agrotóxico até em alimentos ultraprocessados

publicado originalmente em Veja saúde

Acordo facilitará circulação de pessoas em países de língua portuguesa

Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) aprovou um acordo de mobilidade que promete facilitar a concessão de visto e autorizações de residência e também a circulação de pessoas nos países do grupo. O acordo foi firmado neste sábado (17), ao término da 13ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, realizada em Luanda, capital de Angola.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, chefiou a delegação brasileira no evento. Além de Mourão, integram a comitiva o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, o secretário de Assuntos Estratégicos, Flavio Rocha, e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Augusto Pestana.

Tratado foi firmado em Angola durante conferência do comitê que reúne as nações

Acordo facilitará circulação de pessoas em países de língua portuguesa

publicado originalmente em Veja

Enzima produzida por vagalume poderá ajudar a detectar o novo coronavírus

Ao combinar uma enzima encontrada em vagalumes com uma proteína capaz de se ligar ao novo coronavírus, pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) desenvolveram uma nova estratégia para detectar em amostras biológicas anticorpos contra o patógeno causador da Covid-19.

A enzima usada na pesquisa pertence à classe das luciferases, cujo papel é catalisar reações que transformam energia química em energia luminosa – fenômeno que genericamente recebe o nome de bioluminescência. Dentre todas as luciferases conhecidas, aquela produzida pelo vagalume Amydetes vivianii é uma das que geram bioluminescência mais brilhante e estável.

Estudo mostra como a biodiversidade de nossas florestas e a ciência, juntas, podem trazer soluções inovadoras para o nosso dia a dia

Enzima produzida por vagalume poderá ajudar a detectar o novo coronavírus

publicado originalmente em Veja saúde

Biocurativo inteligente feito de células-tronco trata lesões e queimaduras

A startup brasileira In Situ Terapia Celular desenvolveu, com apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da Fapesp, um biocurativo para o tratamento inteligente de feridas e queimaduras.

O produto, que tem a aparência de uma lente de contato, é obtido a partir de células-tronco e de um hidrogel, impresso a partir em uma bioimpressora 3D. Ele pode ser aplicado diretamente sobre a pele, de forma mais eficiente em relação às opções atuais.

O produto está sendo submetido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aprovação de ensaio clínico e registro.

Criado por startup brasileira, o dispositivo, impresso a partir de uma bioimpressora 3D, pode ser aplicado diretamente sobre a pele humana

Biocurativo inteligente feito de células-tronco trata lesões e queimaduras

publicado originalmente em Veja saúde