Todo sofrimento no corpo, inicia no espírito.
Explicações para refletirmos sobre nossas emoções.
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Lideranças indígenas na luta pela amazônia participam do programa, ao vivo, na tv cultura, a partir das 22h Foto Divulgação TV Cultura Txai e Almir Surui, duas das mais importantes lideranças na luta em defesa da Amazônia, serão os entrevistados do Roda Viva, na próxima segunda-feira (29/11). Comandado por Vera Magalhães, o programa vai ao ar ao vivo, às 22h, na TV Cultura, site da […]
Txai e Almir Surui estarão no Roda Viva na segunda-feira (29/11)
publicado originalmente em blog do pedlowski
Mudanças climáticas ou o Oceano simplesmente tomando de volta seu lugar?
A população litorânea na Índia têm sofrido na pele com essas mudanças no mar.
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Vacinar crianças e adolescentes contra o HPV é uma estratégia de saúde pública. A recomendação, chancelada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem como missão reduzir a circulação desse vírus que é sexualmente transmissível e causador de diversos tipos de câncer, com destaque para o tumor de colo de útero – o terceiro mais frequente na população feminina, atrás dos de mama e colorretal.
E um estudo publicado recentemente no jornal científico The Lancet mostra a magnitude do benefício. Com base em dados de um monte de mulheres, cientistas da Universidade King’s College, no Reino Unido – onde a campanha começou em 2008 –, investigaram o impacto do imunizante entre vacinadas e não vacinadas.
Eles concluíram que quem recebeu a injeção com 12 ou 13 anos apresentou, na fase adulta, uma redução de 87% no risco de desenvolver o câncer de colo de útero em comparação com quem não havia se vacinado.
“Há países, como a Austrália, que já sentem os efeitos dessa estratégia e esperam erradicar os casos de câncer de colo de útero até 2030”, relata a oncologista Marcela Bonalumi, do CPO Oncoclínicas e do Hospital Pérola Byington, em São Paulo.
Com a imunização de crianças e adolescentes, um dos tumores que mais matam mulheres pode virar coisa do passado
Vacina do HPV reduz pra valer a incidência de câncer de colo de útero
publicado originalmente em Veja saúde

O último homem a pisar na lua foi Eugene Cernan, em 1972. Desde então, apenas sondas e rovers voltaram a explorar o satélite. A história pode mudar em 2025, com a chegada de astronautas pela missão Artemis, que pretende não só abrir espaço para uma futura colônia lunar, mas também servir como um caminho intermediário para que os humanos alcancem o planeta Marte.
Para estabelecer uma colônia na lua, é preciso pensar onde os astronautas irão se abrigar, o que irão comer, quais serão suas fontes de água e oxigênio e de onde virá a energia para manter todos os sistemas funcionando. A energia solar não é uma opção viável, já que uma noite lunar equivale a 14 dias na Terra, tendo pouco abastecimento. A Nasa acredita que a melhor opção seja a fissão nuclear, e está agora procurando por parceiros da indústria interessados em desenvolver a tecnologia na lua.
A agência espacial está recebendo projetos de empresas interessadas em desenvolver um protótipo – mas a construção dele não deve ocorrer tão cedo.
Nasa investiga a possibilidade de colocar um reator nuclear na lua
publicado originalmente em superinteressante

Uma equipe de pesquisadores investigou albatrozes-de-sobrancelha (Thalassarche melanophris) que vivem nas Ilhas Maldivas por um período de 15 anos e percebeu que as taxas de “divórcio” entre esses pássaros aumentam junto com a temperatura da superfície do mar. Os albatrozes praticam a monogamia, regra entre 90% dos pássaros. Em algumas espécies, os relacionamentos podem se estender por décadas.
Mas a separação também é uma realidade no mundo animal, geralmente desencadeada por questões relacionadas à reprodução: o casal pode enfrentar problemas de fertilidade ou não se dar muito bem garantindo a sobrevivência de seus filhotes. Condições adversas do meio ambiente também podem levar à quebra do vínculo, como mostrou o novo estudo, publicado na revista Proceedings of the Royal Society B.
Separações são uma realidade no mundo animal, geralmente desencadeadas por problemas de reprodução. Mas condições adversas do meio ambiente também podem levar à quebra do vínculo.
“Divórcios” entre albatrozes aumentam com aquecimento do mar, indica estudo
publicado originalmente em superinteressante

Imagino que o leitor esteja cansado de saber que vegetais fazem bem à saúde — e, talvez, faça parte do grupo que tem noção de que precisa comer mais frutas e hortaliças. Também não é de hoje que cientistas e entidades estipulam uma quantidade ideal desses alimentos por dia.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) defende cinco porções (cerca de 400 gramas), recomendação que é endossada pelo Fundo Mundial de Pesquisas sobre Câncer e o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido.
Já o governo americano prega duas porções de frutas e duas e meia de verduras e legumes. Na Dinamarca, são seis doses diárias de vegetais, enquanto na Austrália o sarrafo sobe para oito e meia. O Brasil tende a acompanhar a OMS.
Mas, agora, uma nova equação vem à tona com um estudo que parece ter chegado a um consenso. Uma equipe da Universidade Harvard, nos EUA, analisou dados de mais de 100 mil cidadãos desse país, acompanhados por 30 anos, e revisou 26 estudos baseados em informações colhidas entre 1,9 milhão de pessoas de 29 nações.
Resultado: a ingestão de duas porções de frutas e três de legumes e verduras por dia está associada a um risco 13% menor de morrer precocemente. Sim, a conclusão ratifica (e especifica) a regra dos cinco vegetais. Na análise, esse hábito diminuiu em 12% a possibilidade de vir a óbito por doenças cardiovasculares, 10% por câncer e 35% por problemas respiratórios. São números significativos.
Cinco porções: duas de frutas e três de verduras e legumes. Novo estudo aponta que essa é a meta diária para você viver mais e melhor. Saiba como batê-la
A conta certa de vegetais por dia para você ter mais saúde
publicado originalmente em Veja saúde
“Entre mim e o que em mim
É o quem eu me suponho
Corre um rio sem fim.
Passou por outras margens,
Diversas mais além,
Naquelas várias viagens
Que todo o rio tem.
Chegou onde hoje habito
A casa que hoje sou.
Passa, se eu me medito;
Se desperto, passou.
E quem me sinto e morre
No que me liga a mim
Dorme onde o rio corre —
Esse rio sem fim.”
✨ Fernando Pessoa

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Acalmar a mente e conseguir olhar com clareza para dentro de si próprio…quem não quer?
Monja Coen por aqui!

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A ioga é imbatível contra o estresse relacionado ao trabalho. Essa foi a conclusão de uma meta-análise publicada no Journal of Occupational Health, que reuniu estudos comparando a prática a outras técnicas, como massagem terapêutica, relaxamento muscular progressivo e alongamento.
No estudo, foram avaliados 688 profissionais de saúde, conhecidos por estarem sob constante pressão. A massagem alcançou uma boa pontuação na tarefa de desestressar, mas nada se comparou aos ganhos proporcionados pela ioga.
Aliás, não é a primeira vez que a prática tem seus benefícios exaltados pela ciência.
“O estresse ativa o cortisol, um hormônio que deixa a gente pronto para atacar ou se defender. Há estudos que apontam a queda dos níveis dessa substância no corpo imediatamente após uma aula”, relata Deni Galdeano, instrutor e coordenador do curso de anatomia aplicada à ioga da Santa Casa de São Paulo.
A concentração é parte essencial da aula de ioga, que ajuda a desfocar dos problemas e devolve à mente um estado de paz e calma
Ioga é campeã na luta contra o estresse no trabalho, diz estudo
publicado originalmente em Veja saúde