foto: « Yanomami: transformação xamânica » – Barbara Crane Navarro « Os garimpeiros se tornaram muito numerosos em nossas terras altas da floresta, destruindo as nascentes do rio e matando seus habitantes com suas doenças. Os mineiros de ouro são comedores de terra, seres malignos! Sua mente está vazia e eles estão cheios de fumaça epidêmica! Devemos evitar […]
Cientistas que estudam uma abordagem promissora contra a propagação do vírus da dengue acabam de obter resultados animadores. No teste mais completo realizado até agora, a transmissão da doença foi reduzida em 77% em uma cidade da Indonésia após a introdução de mosquitos infectados com uma bactéria do gênero Wolbachia.
A dengue chega a nós a bordo de fêmeas do mosquito Aedes aegypti e infecta de 100 a 400 milhões de pessoas a cada ano, principalmente em regiões tropicais e subtropicais do planeta (como o Brasil). A doença não tem um tratamento específico, e a vacina é recomendada apenas para quem já foi infectado antes.
Nessa abordagem experimental, que já foi testada no Brasil, um microorganismo retarda a multiplicação do vírus no mosquito. Os resultados obtidos no sudeste asiático são o maior sucesso até hoje.
Os trabalhadores começaram escavando a montanha. Depois com a ajuda de cabos de ferro presos aos blocos de pedras, eles dinamitavam e perfuravam as rochas sob a instrução do escultor. Por fim soldaram as primeiras partes das cabeças nas rochas. Aos poucos foram acrescentando um a um os detalhes: as sobrancelhas, os […]
“Cada língua indígena é um reservatório único de conhecimento medicinal”. Assim escrevem os pesquisadores Rodrigo Cámara-Leret e Jordi Bascompte em um recente estudo que faz um alerta: o perigo do desaparecimento de antigos conhecimentos de plantas medicinais a partir da extinção das línguas indígenas.
Novo estudo analisa como idiomas ameaçados concentram saberes exclusivos sobre determinadas plantas. Descobertas reforçam importância da preservação dessas culturas.
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia não tem charme nem é discreta Com suas perucas de cabelo de boneca A burguesia quer ser sócia do Country Quer ir a Nova York fazer compras, yeah
Pobre de mim que vim do seio da burguesia Sou rico mas não sou mesquinho Eu também cheiro mal Eu também cheiro mal
A burguesia tá acabando com a Barra Afundam barcos cheios de crianças E dormem tranquilos E dormem tranquilos
Os guardanapos estão sempre limpos As empregadas, uniformizadas São caboclos querendo ser ingleses São caboclos querendo ser ingleses
A burguesia fede, yeah A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia não repara na dor Da vendedora de chicletes A burguesia só olha pra si A burguesia só olha pra si A burguesia é a direita, é a guerra
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
As pessoas vão ver que estão sendo roubadas Vai haver uma revolução Ao contrário da de 64 O Brasil é medroso Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia
Vamos pra rua Vamos pra rua Vamos pra rua Vamos pra rua Pra rua Pra rua
Vamos acabar com a burguesia Vamos dinamitar a burguesia Vamos pôr a burguesia na cadeia Numa fazenda de trabalhos forçados Eu sou burguês, mas eu sou artista Estou do lado do povo, do povo
A burguesia fede, fede, fede, fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
Porcos num chiqueiro São mais dignos que um burguês Mas também existe o bom burguês Que vive do seu trabalho honestamente Mas este quer construir um país E não abandoná-lo com uma pasta de dólares
O bom burguês é como o operário É o médico que cobra menos pra quem não tem E se interessa por seu povo Em seres humanos vivendo como bichos Tentando te enforcar na janela do carro No sinal, no sinal No sinal, no sinal, no sinal
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia