A evolução humana não tem nada a ver com a imagem clichê da escadinha: um chimpanzé se tornando um Homo sapiens por meio de passos graduais e sucessivos, que levam diretamente do ponto A ao ponto B.
Na verdade, a evolução biológica de qualquer espécie se assemelha ao crescimento de mais um galho em uma árvore já existente. E uma ótima ilustração disso é que houve dezenas de espécies do gênero Homo antes do Homo sapiens
Crânio de 146 mil anos encontrado em 1933 acaba de ganhar uma nova análise – que o coloca, junto de neandertais e denisovanos, como um dos mais recentes membros do gênero Homo a coexistir com o sapiens.
Migrações fazem parte do ciclo de vida de várias espécies animais. Grupos grandes se deslocam em determinada época do ano para encontrar alimento ou ambientes de temperatura mais amena, entre outros atrativos. Um exemplo é a borboleta Vanessa cardui – que realiza a maior migração de insetos conhecida nos anos em que as condições climáticas são favoráveis. A espécie passa o verão na Europa, mas quando o clima esfria, cruza os céus do Saara para se abrigar na África.
A jornada mais longa já verificada em uma espécie de inseto envolve milhões de borboletas – mas o quórum pode aumentar ou diminuir conforme a vegetação disponível nas savanas e no deserto.
“Em 2015, em um evento de inclusão do projeto Cromossomo 21, no Rio de Janeiro, conheci o Vinicius por intermédio de um amigo em comum. Tinha gente de todo canto. Eu vim de Miami e ele, do Rio Grande do Sul.
Vinicius diz que foi amor à primeira vista, que meus olhos o conquistaram. Na época, eu namorava outro menino, americano, também com síndrome de Down.
Tathi é influenciadora digital e Vinicius, escritor e palestrante. Eles vivem a experiência de morar juntos e sozinhos pela primeira vez