O Conselho Nacional da Amazônia Legal, comandado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, apresentou nesta terça-feira (6) uma lista de 26 municípios que serão o foco da atuação das Forças Armadas na prevenção e repressão a delitos ambientais. As localidades estão situadas em quatro estados: Amazônia, Rondônia, Pará e Mato Grosso. Os detalhes da Operação Samaúma, como… Forças […]
Em um momento em que todos são desafiados a repensar sua existência para reconstruir um mundo melhor após a pandemia, o conhecimento tradicional dos povos indígenas tem muito a contribuir – e isso vai além da conservação das florestas. “A gente tem uma tendência a pensar nos indígenas como ‘guarda-parques’, porque onde eles estão o… A […]
Como uma fazenda urbana no Rio de Janeiro ajuda muita gente a ter uma vida melhor A horta da favela de Manguinhos tem o tamanho de três campos de futebol e fica sob uma linha de força. Foto: Ian Cheibub / DER SPIEGEL Por Nicola Abé , São Paulo, para a Der Spiegel Se não trabalhasse aqui […]
Depois destes podcasts a jornalista Juliana Dal Piva foi ameaçada de morte pelo advogado Frederick Wassef… normal se tratando da corja que ele defende 🤢🤮
Quantas pessoas viviam nas Américas antes da chegada de Colombo? E quantos deles na Amazônia? E em que medida a colonização europeia levou ao genocídio, ou seja, ao despovoamento desta maior região de floresta tropical? Essas são duas questões na ciência histórica que foram altamente controversas por décadas. Dependendo da abordagem da pesquisa, as estimativas da população pré-colombiana da região amazônica variam de 500.000 a 20 milhões de pessoas. De acordo com um estudo publicado em 2019 (“Quaternary Science Reviews”, vol. 207, p. 13), a colonização da América do Norte e do Sul pelos europeus nos séculos 15 e 16 levou a um genocídio massivo com um declínio populacional estimado em 90 para 95%.
Amou daquela vez como se fosse a última Beijou sua mulher como se fosse a última E cada filho seu como se fosse o único E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina Ergueu no patamar quatro paredes sólidas Tijolo com tijolo num desenho mágico Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado E flutuou no ar como se fosse um pássaro E se acabou no chão feito um pacote flácido Agonizou no meio do passeio público Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último Beijou sua mulher como se fosse a única E cada filho seu como se fosse o pródigo E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido Ergueu no patamar quatro paredes mágicas Tijolo com tijolo num desenho lógico Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo Bebeu e soluçou como se fosse máquina Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música E flutuou no ar como se fosse sábado E se acabou no chão feito um pacote tímido Agonizou no meio do passeio náufrago Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina Beijou sua mulher como se fosse lógico Ergueu no patamar quatro paredes flácidas Sentou pra descansar como se fosse um pássaro E flutuou no ar como se fosse um príncipe E se acabou no chão feito um pacote bêbado Morreu na contramão atrapalhando o sábado
Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir Por me deixar respirar, por me deixar existir
Deus lhe pague
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir Pela fumaça e desgraça que a gente tem que tossir Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair
Deus lhe pague
Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir