Um belo dia resolvi mudar E fazer tudo o que eu queria fazer Me libertei daquela vida vulgar Que eu levava estando junto a você
E em tudo o que eu faço Existe um porquê Eu sei que eu nasci Sei que eu nasci pra saber
E fui andando sem pensar em voltar E sem ligar pro que me aconteceu Um belo dia vou lhe telefonar Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro Eu sinto prazer De ser quem eu sou De estar onde estou Agora só falta você Agora só falta você Agora só falta você Agora só falta você
E fui andando sem pensar em voltar E sem ligar pro que me aconteceu Um belo dia vou lhe telefonar Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro Eu sinto prazer De ser quem eu sou De estar onde estou Agora só falta você
Agora só falta você Agora só falta você Agora só falta você
O inóspito Deserto da Namíbia, no sudoeste africano, é o lar de uma planta bastante curiosa chamada tumboa. Ela impressiona os cientistas desde sua descoberta em 1859 porque, diferente de outras plantas características de climas áridos, ela cultiva grandes folhas verdes que ficam expostas ao sol.
Mas outra grande questão é a longevidade da planta, que pode viver por cerca de dois mil anos. Na língua africâner, por exemplo, a tumboa tem o comprido nome de “tweeblaarkanniedood”, que significa “duas folhas que não podem morrer”. (Isso mesmo, até duas folhas partem do tronco da planta. Com o passar do tempo, e pela ação dos ventos secos do deserto, elas se rompem em várias tiras e se enrolam.)
A longevidade extrema da tumboa – também chamada pelo nome científico de Welwitschia – levou uma equipe de pesquisadores a estudar seu genoma. Os resultados foram publicados recentemente na revista Nature Communications.
Cientistas estudaram a tumboa, planta característica do Deserto da Namíbia, para tentar entender sua longevidade extrema.
A imensidão do mar dá a impressão de que a água é recurso ilimitado; afinal, ela cobre 70% do planeta. Mas a ilustração deste texto, baseada num modelo criado por pesquisadores do Serviço Geológico dos EUA, nos dá a real dimensão de sua finitude. A bolha azul maior representa toda água do mundo, seja doce […]
Recém-nascidos e bebês de até três meses de idade já devem receber estímulos para manusear objetos e observar adultos desenvolvendo tarefas do dia a dia. Esse incentivo ajuda no desenvolvimento social, motor e cognitivo. É o que sugerem pesquisadores em artigo publicado na revista científica Infant Behavior & Development.
O estudo propõe que, desde o nascimento, os bebês assistam cotidianamente os adultos em suas atividades diárias, como, por exemplo, na manipulação de utensílios domésticos. Além disso, também devem ter contato frequente com objetos para que desenvolvam as habilidades de segurá-los e de estender os braços para alcançá-los.
Nos primeiros meses de vida, eles são capazes de aprender muito mais do que os pais imaginam. Pesquisadora ensina exercícios que ajudam no desenvolvimento
As ruínas submersas da cidade de Heracleion, no litoral mediterrâneo do Egito, foram descobertas 20 anos atrás. Desde então, artefatos arqueológicos não param de aparecer. A última descoberta são cestas de vime cheias de frutas que datam do século 4 a.C.
Sim, você leu certo: as frutas ainda estão lá – ainda que não particularmente comestíveis. As cestas permaneceram intocadas há 2,5 mil anos e estavam cheias de doum – o fruto de uma palmeira nativa do continente africano considerada sagrada pelos antigos egípcios. Também havia sementes de uva.
A cidade de Thonis-Heracleion, na costa do Egito, foi engolida pelo delta do Nilo no século 7 – e redescoberta vinte anos atrás. Os achados arqueológicos não param.