“O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”
🌷Albert Einstein

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”
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Aumento do nível do mar e excesso de sal: habitat perdido no rio Pangani, na Tanzânia Não é saudável, mas não há alternativa. O Pangani como fonte de água doce Por Federico Romano / Parallelozero, para o JugenWelt
O oceano está se aproximando
O nível do mar no Oceano Índico vem subindo há décadas, retirando água doce do rio e permitindo que a água salgada entre em aquíferos e poços. Agora, esse processo está se acelerando: um litro de água do rio pode conter até 2.000 miligramas de sólidos dissolvidos (TDS), enquanto o nível aceitável para água potável segura não deve ultrapassar 800 miligramas, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Até o sabor é desagradável, mas os locais, principalmente os pescadores, bebem lentamente como um remédio ruim e perigoso. Cada vez com mais frequência, eles acabam em hospitais com problemas de desidratação devido às águas subterrâneas contaminadas.
O governo estabeleceu seus próprios parâmetros para definir a água doce, mas está incentivando os moradores a deixar a área e continuar morando no interior. Na cidade de Pangani e na região ribeirinha, o descontentamento e os conflitos crescem, porque no interior do país o pescador não consegue fazer o seu trabalho e os agricultores e pecuaristas também têm seus problemas com a água. Muitos deles simplesmente não têm dinheiro para se mudar, e os planos para proteger os poços da água salgada com a ajuda de barreiras ainda não estão totalmente desenvolvidos, pois os meios necessários parecem não estar disponíveis.
Na foz do rio Pangani, na Tanzânia, o aquecimento global é algo muito real: você pode literalmente […]
O oceano está se aproximando
publicado originalmente em blog do pedlowski
O rico mais rico…o pobre mais miserável.
O retrato de um país em crise, em sua mais brutal realidade : a fome!
BBC NEWS!
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A poluição do ar está custando caro aos países africanos. Segundo um novo estudo, ela foi responsável por 1,1 milhão de morte em 2019 – o que corresponde a 16,3% do total de óbitos no continente. Isso coloca a poluição como a segunda maior causa de morte na África, atrás somente da Aids.
Os cientistas apontam que, à medida que os países do continente se desenvolvem economicamente e as cidades se expandem, os impactos da poluição do ar tendem a aumentar. O estudo é considerado a avaliação mais abrangente da poluição do ar no continente africano até o momento. Ele foi liderado por pesquisadores do Boston College (Estados Unidos) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).
Os cientistas analisaram as tendências da poluição do ar em 54 países africanos, mas dedicaram atenção especial a três países – Etiópia, Gana e Ruanda –, que encontram-se em pontos críticos de desenvolvimento econômico.
As mortes atribuíveis à poluição do ar resultam de infecções respiratórias, isquemia cardíaca, doença pulmonar obstrutiva crônica e acidente vascular cerebral. Além disso, a poluição pode causar lesões cerebrais em bebês e crianças pequenas, o que pode levar a declínios cognitivos.
Poluição do ar ambiente e do ar doméstico são a segunda maior causa de mortes no continente. Pesquisadores afirmam que os países estão em posição única para alcançar prosperidade sem combustíveis fósseis.
Poluição do ar causou 1,1 milhão de mortes na África em 2019, indica estudo
publicado originalmente em superinteressante
Da janela da casinha, casinha de tijolos,cimento, histórias e calos…dessa janela assisto o vento
bater nas árvores. É uma batida contínua, sincrônica até, diria eu, amorosa.
Vai e volta com um cinismo e um charme que só poderia esperar do vento. Esse mesmo,que
vêm de não sei onde, remexe tudo depois parte. Assim, sem deixar endereço, sentimento ou
telefone. Elas, as árvores, já deveriam estar acostumadas, em especial aqui, onde esse
intrépido cavaleiro surge dia sim , outro talvez.
Mas não, cada nova visita têm ares de estréia. A paixão e o fascínio só aumentam, pois que a
cada rompante ele chega diferente, soando como se mil harpas e liras tocassem juntas em
torno e dentro da minha alma. Sim, sou um pouco ,ou muito, como essas árvores. Provo dessa
dúbia relação com o vento, mas entre mortos e feridos salva-se a delícia de ter os cabelos
embaraçados e os arrepios nos braços. Assim como as árvores, com seus galhos revoltos e as
folhas ao léo.
Agora chega de adular o vento,mesmo ele sendo meu predileto, a vida e a paisagem aqui não
me deixam dúvidas de que natureza é sábia e de que a vida no campo é uma das maravilhas da
existência.
Dá para ver muito mais aqui desta janela,podem acreditar…muito além das vacas pastando, ou
dos pássaros que a todo momento cantam e piam como se não houvesse amanhã. Toda essa
movimentação me motiva, esse verde trás a tona tudo que pudesse estar adormecido, e
mesmo quando bate a preguiça, fruto do friozinho e da garoa, é esta janela tão frugal que dá o tom do dia.
Quem dera a alma possa ter uma abertura como essa, já que seria de tanta valia, saber olhar e
recolher cada momento como as árvores recolhem o vento, como se acolhe alguém ou algo
que nem se sabe, mas se anseia.
Acontece que nada vêm de graça ou sozinho, e esse vento matreiro não seria excessão. A
partir de agora ele divide espaço com o sol, e essa mistura deliciosa faz qualquer um sair da
toca e querer provar esse momento pitoresco.
Sabe do que me dei conta agora? Desde que estou aqui ainda não vi nem um sapo …nem
um, nem pra remédio, como diria minha vó. Já vi cobras e lagartos, sem trocadilho, mas sapo…
estão é passando ao longe…
… continua

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Para entendermos a literatura e o teatro atual, temos que voltar para a Era Elisabetana quando um dos maiores poetas e dramaturgos surgiu. Hoje em dia podemos encontrar apenas algumas obras de William Shakespeare, mas todas ainda são disputadas e foram traduzidas para quase todas as línguas.
William Shakespeare e o contexto literário
publicado originalmente em psantinati

Ao olhar para mais de 33 mil casais heterossexuais do Japão e da Holanda, pesquisadores dos dois países perceberam semelhanças nas taxas de colesterol e triglicerídeos e até mesmo na incidência de certas doenças, como hipertensão e diabetes. Ou seja, homens e mulheres em um mesmo relacionamento tendiam a apresentar um quadro de saúde mais parecido do que na média da população.
Para chegar a esses resultados, foram analisadas as informações de 5 391 casais a partir de duas bases de dados — a Tohoku Medical Megabank Organization (ToMMo) e a Lifelines. As idades médias dos maridos e das esposas holandesas eram de 50 e 47 anos, respectivamente. Já as dos participantes japoneses, 63 e 60 anos.
Cônjuges teriam grau de semelhança acima da média nos níveis de pressão arterial, diabetes e colesterol, segundo pesquisas
Estudo mostra que casais tendem a compartilhar certos problemas de saúde
publicado originalmente em Veja saúde
“Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens.”
🌷Fernando Pessoa

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Os recifes de coral são grandes centros de biodiversidade: embora estejam presentes em só 0,2% do solo oceânico, eles abrigam pelo menos um quarto de todas as espécies marinhas. Além disso, são responsáveis por um punhado de “serviços ecossistêmicos” (como fornecer alimento e proteção costeira) e por injetar US$ 36 bilhões todos os anos na economia global, devido ao turismo e outras atividades relacionadas a eles.
Em suma: os corais são importantes. Mas estão sob ameaça. Entre 2009 e 2018, o mundo perdeu cerca de 14% de seus recifes de coral. A conclusão vem de um grande relatório internacional, produzido pela Rede Global de Monitoramento de Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês) e publicado na última terça-feira (5).
O estudo é considerado a análise mais detalhada até o momento sobre o estado dos recifes de coral no mundo. Os cientistas apontam que, desde 2009, existe um declínio constante desses seres vivos (sim, corais são animais) em escala global – e a culpa é principalmente das mudanças climáticas, que aumentam a temperatura nas águas dos mares.
O relatório foi produzido a partir de dados coletados ao longo de 40 anos por mais de 300 cientistas, em 73 países. 1,2 mil lugares foram observados em dez grandes regiões portadoras de recifes de coral – incluindo o Brasil.
Eles abrigam um quarto de todas as espécies marinhas, mas estão levando a pior em função do aquecimento dos oceanos. Veja o que pesquisadores têm a dizer sobre as possibilidades de recuperação.
O mundo perdeu 14% de seus recifes de coral na última década, aponta relatório
publicado originalmente em superinteressante
A eterna musa Rita von Hunty em uma esclarecedora conversa sobre masculinidade tóxica e seus efeitos na sociedade.
Vai , Tia Rita!

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