A mídia corporativa brasileira está mais uma vez “passando o pano” para um caso gravíssimo ocorrido na Terra Indígena Yanomami causando a morte de duas crianças da comunidade Macuxi Yano, região do Parima, que brincavam próximo a uma balsa de garimpo ilegalmente instalada no rio. As duas crianças, de idades de 5 e 7 anos, […]
Um, dois, um, dois, três, quatro One, two, one, two, three, four
Derrame uma lágrima porque estou com saudades de você Shed a tear ‘cause I’m missin’ you
Eu ainda estou bem para sorrir I’m still alright to smile
Menina, eu penso em você todos os dias agora Girl, I think about you every day now
Foi uma época em que eu não tinha certeza Was a time when I wasn’t sure
Mas você me acalmou But you set my mind at ease
Não há dúvida de que você está no meu coração agora There is no doubt you’re in my heart now
Disse “mulher vá devagar, e vai dar certo” Said “woman take it slow, and it’ll work itself out fine”
Só precisamos de um pouco de paciência All we need is just a little patience
Disse “açúcar, deixe lento e vamos ficar bem juntos” Said “sugar make it slow and we’ll come together fine”
Só precisamos de um pouco de paciência (Paciência) All we need is just a little patience (Patience)
Sim Mm, yeahEu sento aqui na escada I sit here on the stairs
Porque prefiro ficar sozinho ‘Cause I’d rather be alone
Se eu não posso ter você agora, vou esperar querida If I can’t have you right now, I’ll wait dear
Às vezes fico tão tenso, mas não consigo acelerar o tempo Sometimes I get so tense but I can’t speed up the time
Mas você sabe, amor, há mais uma coisa a considerar But you know love there’s one more thing to consider
Disse “mulher vá devagar e as coisas vão ficar bem” Said “woman take it slow and things will be just fine”
Você e eu só usaremos um pouco de paciência You and I’ll just use a little patience
Disse “açúcar, demore porque as luzes estão brilhando intensamente” Said “sugar take the time ‘cause the lights are shining bright”
Você e eu temos o que é preciso para fazer isso You and I’ve got what it takes to make it
Nós não vamos fingir, eu nunca vou quebrar isso We won’t fake it, I’ll never break it
Porque eu não agüento ‘Cause I can’t take itPouca paciência, mm sim, mm sim Little patience, mm yeah, mm yeah
Preciso de um pouco de paciencia, sim Need a little patience, yeah
Só um pouco de paciência, sim Just a little patience, yeah
Um pouco mais de paciência, sim (tenho andado pelas ruas à noite) Some more patience, yeah (I’ve been walking the streets at night)
Apenas tentando acertar (um pouco de paciência, sim) Just trying to get it right (A little patience, yeah)
É difícil ver com tantos por perto It’s hard to see with so many around
Você sabe que eu não gosto de ficar preso na multidão (poderia ter um pouco de paciência, sim) You know I don’t like being stuck in the crowd (Could use some patience, yeah)
E as ruas não mudam, mas talvez os nomes And the streets don’t change but maybe the names
Não tenho tempo para o jogo porque preciso de você (preciso ter mais paciência, sim) I ain’t got time for the game ‘cause I need you (Gotta have more patience, yeah)
Sim, sim, sim, mas eu preciso de você (Todos precisam de mais paciência) Yeah, yeah, yeah but I need you (All need more patience)
Oh, eu preciso de você (todos precisam de um pouco de paciência) Oh, I need you (All need some patience)
Oh, eu preciso de você (só um pouco de paciência) Oh, I need you (Just a little patience)
Ooh desta vez (é tudo que você precisa) Ooh this time (Is all you need)
*A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo…”
A maior parte do oxigênio da atmosfera, entre 50% e 80%, vem dos oceanos, onde ele é produzido pelo plâncton marinho. Não da Amazônia. Mas a floresta absorvia uma quantidade importante de CO2, ajudando a regular a temperatura global. Porém, recentemente veio a má notícia: a Amazônia não cumpre mais esse papel e, em muitos lugares, sobretudo na borda sudeste da floresta, ela já emite mais CO2 do que absorve.
Essa é a conclusão de um estudo (1) liderado pela pesquisadora Luciana Gatti, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e publicado na revista Nature. A equipe realizou 590 sobrevoos, medindo concentrações de CO2 e CO em quatro regiões da Amazônia, entre 2010 e 2018. E constatou que a floresta, ao menos em algumas regiões, já “virou o sinal” – de sorvedouro passou a ser emissora de carbono.
Em parte, não é difícil entender como isso acontece. A Amazônia inteira tem cerca de 123 bilhões de toneladas de carbono fixado em sua biomassa, no solo e no subsolo. Um jeito rápido de devolver tudo isso à atmosfera, de uma vez, é queimando. O desmatamento, portanto, cumpre um papel de destaque. Quando as árvores são derrubadas, a preparação do terreno para uso futuro (em geral para pasto ou agricultura) envolve queimar a área.
E o que deixa tudo mais preocupante é que as medições colhidas pelo grupo foram feitas entre 2010 e 2018, período em que o desmatamento não estava tão descontrolado quanto agora (naquela época, ele ficava ao redor de 7.000 km2 anuais, antes de explodir para mais de 10.000 km2 anuais em 2019 e 2020).
Isso está acontecendo devido ao desmatamento e às mudanças climáticas. E pode piorar.
A tarde já se despedia, e a névoa que começava a se formar, transformava a praia em um cenário entre o idílico e o sinistro. Confesso a vocês que sou extremamente apaixonada pela lagoa, e no entardecer ela toma tons de cobre, âmbar e magia , que já, já entenderão de onde vêm.
A construção se destaca não só pela imponente altura, mas sobretudo pela aura de expectativa misteriosa que permeia tudo aquilo que nos é desconhecido. O velho Farol está ali há uns mil e duzentos anos, brincadeirinha…creio que em torno de cento e cinquenta anos, alguma coisa assim. Já faz muito tempo, as pessoas do vilarejo evitam passar por ali a noite. Coisa de matuto, suburbano, gente ignorante… só que não. O povo dali têm tido provas contundentes de que este lugar, é digamos assim, um tanto quanto inóspito. Corre a boca pequena que o faroleiro ainda se esgueira pelas imediações, levando consigo para as profundezas da lagoa quem ouse se aventurar por ali…
Mas, isso é só uma lenda, nada para se levar a sério. A menos que você seja um forasteiro enxerido que se perdeu em uma noite de tempestade e veio dar por estas bandas. Daí já não garanto mais nada.
E é assim que inicia a trajetória de um desses aventureiros, sedento de trilhas, areia e lama. Vamos chama-lo de Lionel, e partir da premissa de que viaja sozinho, indo ao encontro de um grupo de amigos, que estão vindo de uma outra trilha. A noite já se avizinha quando Lionel resolveu que era hora de uma parada estratégica para um lanche e uma esticada de pernas, o velho farol parecia o lugar ideal para uma pausa e com certeza lindas fotos do pôr do sol.
Ele dá uma olhada no celular, que continua sem sinal. Paciência, é um risco banal para quem prefere o off road. Do lado direito da construção ele encontra um local conveniente para estacionar o jipe, e assim o faz, ansioso por um lanchinho. Mais ao fundo , alguém ou algo o observa, porém ele não se dá conta…
Todos os anos, aparecem milhares de pássaros mortos nas praias do Atlântico Norte. Isso é consequência da temporada de ciclones, que ocorre durante o inverno nessa região.
Mas um novo estudo descobriu que os animais não são diretamente atingidos pelos ciclones em si; eles morrem de desnutrição, porque não conseguem voar nem mergulhar na água (devido aos fortes ventos e ao mar revolto).
Foi o que constatou uma equipe de cientistas de vários países, que colocaram localizadores em mais de 1.500 pássaros de cinco espécies e acompanharam o movimento deles durante o inverno (1), comparando seus deslocamentos com a trajetória dos ciclones.
Fonte 1. North Atlantic winter cyclones starve seabirds. M Clairbaus e outros, 2021.
Aves não são diretamente atingidas pelo fenômeno, mas ficam impedidas de voar e mergulhar para buscar alimento
Um mundo desigual onde o lixo de uns é o sustento de outros…nada de surpresa…agora além de sobrecarregar seu próprio país, o primeiro mundo quer acabar ( ainda mais) com os menos favorecidos.
Uma interessante reportagem da BBC NEWS, relevante como sempre!
Você deve se lembrar. Em março, quando o Brasil patinava na escassez de vacinas e vivia seu pior momento da pandemia, chegando a superar 3.700 mortes diárias pelo Sars-CoV-2, o cenário em Israel era o completo oposto: líder mundial em vacinação, o país começava a abandonar as restrições sanitárias e retomar o cotidiano normal. Outras nações invejavam e tentavam copiar o êxito israelense – cujo trunfo era ter apostado na vacina da Pfizer, que viria a demonstrar 94% de eficácia, quando ela ainda estava em desenvolvimento. Mas o tempo passou, e as coisas mudaram.
O Brasil finalmente conseguiu avançar na imunização, e nossos números de casos e mortes caíram. Já em Israel, aconteceu algo diferente. A partir de julho, o número de infectados pelo coronavírus voltou a subir e não parou mais: em meados de setembro, chegou a superar 10 mil novos casos por dia, ultrapassando o pior momento da pandemia no país (que havia sido janeiro, com média diária de 8 mil novos casos). O governo divulgou dados alarmantes, indicando que a efetividade da vacina havia caído para apenas 39%, e correu para começar a aplicar uma terceira dose – primeiro nos idosos, depois nas pessoas acima de 50 anos, e por fim em toda a população. Puxa vida. Será que isso vai acabar acontecendo aqui também?
O país foi o primeiro a vacinar sua população e retomar a “vida normal”. Mas os casos de Covid voltaram a disparar por lá. Por quê? As vacinas perderam a força? Isso pode se repetir em outros lugares? Veja as respostas.
Os ratos nascem de olhos fechados, e só os abrem 12 dias depois. Mas, mesmo antes disso, suas retinas enviam impulsos elétricos para o cérebro – simulando o que o animal vai enxergar quando estiver de olhos abertos.
Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade Yale, que analisaram a atividade neuronal de cobaias recém-nascidas (1). Para fazer isso, eles criaram ratos geneticamente modificados, cujos neurônios emitem luz na presença de sinais elétricos (essa técnica se chama optogenética, e foi desenvolvida ao longo da última década por várias equipes de cientistas).
Assim que os bichinhos nasciam, eram anestesiados e recebiam uma incisão muito pequena na cabeça – que permitia observar os neurônios, e a luz que eles emitiam, com um microscópio. O interessante acontece entre o oitavo e o décimo primeiro dia de vida, quando os sinais emitidos pelas retinas se tornam bem definidos: seguem o mesmo padrão que animais adultos geram quando estão correndo de olhos abertos.
Fonte 1. Retinal waves prime visual motion detection by simulating future optic flow. M Crair e outros, 2021.
Retina emite sinais elétricos, durante três dias, para preparar o cérebro do animal.