“De que me adianta temer o que já aconteceu?
O tempo do medo já aconteceu, agora, começa o tempo da esperança.”
✨Paulo Coelho

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“De que me adianta temer o que já aconteceu?
O tempo do medo já aconteceu, agora, começa o tempo da esperança.”
✨Paulo Coelho

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Amanheceu o dia
Sol nasceu…
Céu limpo ou nublado
Lá está ele… soberano
Mantendo a vida na Terra
Aquecendo os corpos,o chão,as águas
Fazendo brotar a tímida planta
Florescendo a rosa
Madurando a manga
Nossa escolha pode ser esta
“Ser o Sol”
Iluminar,dar vida
Aquecer o dia
Encher de luz tudo em volta
Deixar nossa marca
Nossa existência germinada,florida
Com frutos na Terra
Brilhar com esperança…
O que você acha?!
Façamos nossa escolha.

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Cerca de 20 milhões de brasileiros vivem com arritmias cardíacas, problema que leva à morte súbita mais de 320 mil de pessoas por ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC). Mas, hoje, existem tecnologias que podem prevenir ou até mesmo reverter essa condição.
De acordo com o cardiologista Eduardo Saad, que, atualmente, é coordenador do setor de Arritmia Cardíaca do Hospital Pró-Cardíaco, a arritmia cardíaca é quando o coração sai da batida ou do ritmo normal, seja de forma mais lenta ou de forma mais acelerada. “Há vários subtipos de arritmias dentro dos dois tipos principais, que são as bradiarritmias, quando o coração bate mais lento do que o normal, e as taquicardias, quando o coração bate mais rapidamente do que deveria”, explica.
As arritmias podem ser ocasionadas pela idade, por hábitos da vida moderna, como estresse e privação de sono, além de fatores como alimentação, consumo de álcool, e terem origem genética, inclusive. Elas podem causar sintomas leves, como palpitações, sensação de coração acelerado e cansaço excessivo; sintomas mais graves, como desmaios, dores fortes no peito e tonturas e, até mesmo, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e morte súbita. “A arritmia pode ser passageira e não causar nenhum tipo de risco e sintoma ao paciente. Outras formas da condição, no entanto, podem oferecer riscos muito graves, mesmo que a pessoa não sinta nada.”
Dispositivos conectados
É justamente por conta dos riscos apresentados e da possibilidade de atuar de forma silenciosa que as arritmias precisam ser investigadas continuamente por meio de exames. Sendo detectada a condição, é preciso entender de qual tipo ela é e qual é o melhor tratamento para combatê-la.
Hoje, médicos e pacientes podem contar com dispositivos tecnológicos e conectados para lidar com a doença. Os dispositivos Neutrino™, trazidos pela Abbott — empresa líder global de cuidados para a saúde — ao Brasil, funcionam de duas formas: sincronizando os batimentos das câmaras cardíacas, restaurando o padrão natural de batimentos e, até mesmo, exercendo a função de um desfibrilador. “Ou seja, se o paciente tiver uma arritmia muito rápida a ponto de causar perda da contração no coração, o aparelho emite um choque interno capaz de reverter o quadro, salvando a pessoa de uma arritmia súbita”, ressalta Saad.
Tecnologias da Abbott têm a função de tratamento e diagnóstico e permitem acompanhamento remoto via aplicativo
Dispositivos para arritmia cardíaca podem ser monitorados via smartphone
publicado originalmente em Veja saúde

Por Bruno Garattoni
Havia 16 patógenos na lista, escritos em garranchos espalhados pela página. Ao lado de cada um deles estava o período de incubação, o meio de transmissão e a mortalidade esperada. A peste pneumônica, que acontece quando a bactéria Y. pestis infecta os pulmões, estava no topo. Se não for tratada, é letal em 100% dos casos. Abaixo havia alguns nomes de epidemias do passado, como cólera e antraz. Mas o que surpreendeu o general Richard B. Myers foi outra coisa: a maioria dos itens da lista não afetava humanos. Ferrugem do trigo, brusone do arroz, febre aftosa, peste suína. Eram armas biológicas para atacar o sistema global de produção de alimentos.
Myers era o diretor do Joint Chiefs of Staff, o conselho militar mais poderoso dos EUA, quando marines encontraram essa lista num complexo de cavernas no Afeganistão, em 2002. Naquele mesmo ano, outra fonte de inteligência reportou a presença de membros da Al Qaeda no norte do Iraque, onde estavam testando vários patógenos em cães e bodes. “Que eu saiba, eles nunca obtiveram a capacidade de usar [armas biológicas] num contexto de batalha”, afirma Myers. “Eu acho que existem informações, provavelmente confidenciais, que mostrariam a você que não é o caso – mas eu não tenho conhecimento delas, ou não posso falar sobre elas.”
Mas, mesmo se a Al Qaeda tiver desistido, outros grupos parecem ter pegado o bastão do bioterrorismo. Em 2014, um velho laptop Dell encontrado num esconderijo do ISIS no norte da Síria – o “laptop do apocalipse”, como foi apelidado pela imprensa americana – continha instruções detalhadas de como produzir e espalhar peste bubônica por meio de animais contaminados.

O NBAF irá estudar medidas contra ataques bioterroristas – como os planejados pela Al Qaeda.
Para um aspirante a bioterrorista, diz Myers, as fazendas são um “alvo fácil”. Elas têm pouca segurança, e não é especialmente difícil produzir e espalhar patógenos eficazes. A febre aftosa, que tem esse nome porque causa grandes aftas (bolhas) nas línguas, bocas e patas de bois, vacas, porcos e outros animais, é tão contagiosa que a descoberta de um único caso geralmente requer o sacrifício de rebanhos inteiros para evitar que a doença se espalhe.
O setor agrícola também é altamente concentrado: três estados fornecem 75% de todos os legumes e verduras dos EUA, e 2% dos rebanhos bovinos produzem 75% da carne. E, acima de tudo, tanto as plantas quanto os animais são geneticamente uniformes (nos EUA, 25% de todo o gado Holstein descende de apenas cinco touros – sendo que apenas um deles, o Arlinda Chief, é o pai de quase 14%). As plantações e os rebanhos são monoculturas, extremamente vulneráveis a doenças. Um prato cheio para pestes e patógenos. Com ou sem a ação de terroristas, o mundo está tão sujeito a uma pandemia agrícola quanto à Covid-19 – e possivelmente menos preparado para enfrentá-la.
Ele está sendo construído no coração agrícola dos EUA para estudar vírus exóticos, altamente contagiosos e incuráveis. Pode evitar o surgimento de uma pandemia capaz de devastar a produção de alimentos. Ou se tornar a origem dela.
O laboratório mais seguro (e perigoso?) do mundo
publicado originalmente em superinteressante
Por Rafael Battaglia

Entenda o contexto

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Filmes são um registro do tempo em que foram feitos. Efeitos especiais datados, ritmo lento e o preto e branco são barreiras se você pensar na experiência como entretenimento, mas se tornam informações valiosas se você mudar sua chavinha para entender o longa como um documento histórico.
Escolha filmes…

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…com temas universais. Amor sempre foi amor. Listas não faltam: estão em jornais e livros, e diretores famosos sempre revelam suas influências: Martin Scorsese (O Lobo de Wall Street), Spike Lee (Faça a Coisa Certa) e Edgar Wright (Baby Driver), para citar alguns.
Rankings temáticos de clássicos do terror ou musicais ajudam quem curte gêneros específicos. Para encontrar, busque streamings alternativos, como o Mubi. Telecine Play, Looke e Google Play também têm bons acervos de clássicos.
Aprendiz de cinéfilo: uma seleção de dicas (e filmes) para você quebrar a barreira do tempo e aproveitar as grandes obras de arte da telona.
Manual: como começar a ver os clássicos do cinema?
publicado originalmente em superinteressante

Por Bruno Garattoni
A doença é causada pelo vírus DENV, que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti – ele adquire o vírus ao picar uma pessoa infectada, e o transfere para outras ao picá-las. Esse é o ciclo da doença, conhecido há décadas.
A novidade, como revelou um estudo publicado por cientistas da França e de Singapura (1), é que o DENV é capaz de alterar o comportamento do mosquito, fazendo com que ele pique mais vezes e procure mais vítimas – e, com isso, espalhe mais o vírus.
Os pesquisadores colocaram dois grupos de mosquitos em contato com ratos de laboratório, filmaram e analisaram o comportamento deles. Os Aedes infectados pelo DENV atacavam mais ratos do que os mosquitos não-infectados, e a presença do vírus também atrapalhava a sucção do sangue – fazendo com que os mosquitos tivessem de picar mais vezes cada animal para obter a mesma quantidade dele. O estudo calculou que essas duas mudanças aumentam em 300% a capacidade de cada mosquito transmitir o vírus.
Fonte 1. Dengue virus infection modifies mosquito blood-feeding behavior to increase transmission to the host. J Pompon e outros, 2022.
Micróbio altera comportamento do A. aegypti – e triplica capacidade de transmissão.
Vírus da dengue faz mosquitos picarem mais
publicado originalmente em superinteressante
“Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores.”

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Maria,Maria 🌻
Maria, Maria, é um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece viver e amar
Como outra qualquer do planeta
Maria, Maria, é o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta
Mas é preciso ter força, é preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca, Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca possui
A estranha mania de ter fé na vida
Mas é preciso ter força, é preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca, Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca possui
A estranha mania de ter fé na vida
Fonte: Musixmatch
✨✨✨Compositores: Milton Silva Campos Do Nascimento / Fernando Brant

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Por Fabiana Schiavon
Um programa de exercícios para ser feito em casa, sem auxílio de equipamentos e sob a supervisão remota de profissionais de educação física se mostrou seguro e eficaz para combater duas possíveis sequelas da Covid-19: o endurecimento das artérias e a perda de força dos músculos envolvidos na respiração.
A constatação foi feita por pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de São Carlos (UFSCar) em um ensaio clínico com 32 pacientes que foram hospitalizados após contrair o Sars-CoV-2, entre julho de 2020 e fevereiro de 2021.
No grupo havia homens e mulheres, com idade média de 52 anos.
“Apesar do número relativamente pequeno de participantes, conseguimos ver diferenças estatisticamente significativas nessas duas variáveis. E vale ressaltar que a intervenção foi segura, mesmo feita em casa. Nenhum voluntário teve efeito adverso causado pelos exercícios”, diz Emmanuel Ciolac, professor da Faculdade de Ciências (FC-Unesp), em Bauru, e coordenador da investigação.
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Cerca de um mês após a alta hospitalar, os voluntários passaram por uma bateria de exames e foram aleatoriamente divididos em dois grupos.
Parte recebeu apenas uma orientação genérica para praticar atividade física e retornar à universidade após 12 semanas para uma nova avaliação. Os demais assistiram a uma aula presencial, na qual foram ensinados exercícios aeróbicos e de força, e depois receberam uma cartilha com orientações.
Esse segundo grupo foi monitorado a distância pelos pesquisadores semanalmente, por meio de telefonemas e mensagens.
“Eles receberam a recomendação de praticar exercícios resistidos (para força muscular) pelo menos três vezes por semana, além de 150 minutos de atividade aeróbica no período”, conta Vanessa Teixeira do Amaral, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento da Faculdade de Ciências (FC-Unesp) e primeira autora do artigo.
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Ao final das 12 semanas todos passaram por nova bateria de exames. Além de peso e índice de massa corporal (IMC), foram medidos pressão sanguínea, frequência cardíaca e a chamada velocidade de onda de pulso carótido-femoral (PWV, na sigla em inglês) – parâmetro usado para medir a rigidez arterial.
“Para fazer esse exame, sensores são colocados nas artérias carótida [no pescoço] e femoral [na virilha]. Eles enviam as informações para um software, que calcula a velocidade com que o sangue bombeado pelo coração vai de um ponto ao outro. Quanto maior é a rigidez arterial, mais alta é a velocidade. Valores acima de 10 metros por segundo [m/s] já são preocupantes, pois representam risco de complicações cardiovasculares”, explica Amaral.
Voluntários fizeram um treino domiciliar por 12 semanas e apresentaram melhora em diversos aspectos
Exercícios sob supervisão remota podem ajudar na reabilitação pós-Covid
publicado originalmente em Veja saúde

Já pensou percorrer a distância entre São Paulo e Honduras em busca de um companheiro?
Talvez a distância de 6 mil quilômetros pareça inviável para arranjar um contatinho. Mas algumas baleias-jubarte encaram o desafio, viajando entre o México e o Havaí em uma única temporada de reprodução.
Foi o que descobriu uma equipe de cientistas liderada por James Darling, da Whale Trust Maui (Havaí), uma organização dedicada a pesquisas e programas de educação sobre as baleias e o ambiente marinho. O grupo estudou mais de 26 mil baleias-jubarte que habitam o norte do Oceano Pacífico e publicou suas descobertas na revista Biology Letters.
As baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae) são encontradas em todos os principais oceanos e migram anualmente entre áreas de alimentação, no verão, e áreas de reprodução (em águas mais quentes, próximas à Linha do Equador), no inverno.
Aquelas que habitam o Pacífico Norte, por exemplo, passam os verões no Alasca e Canadá antes da viagem para regiões próximas ao México e Havaí, onde vão acasalar, parir e amamentar seus filhotes. As baleias se dividem em grupos, e cada um costuma escolher um destino para a temporada de reprodução.
Mas existem algumas evidências de que os grupos se misturam de vez em quando, como canções compartilhadas e registros de baleias que “contrariam” seu grupo e partem para um local diferente em determinado inverno, por exemplo.
[abril-veja-tambem]W3siaWQiOjMxNzE3MiwidGl0bGUiOiI0MCBhbm9zIGFwJiN4RjM7cyBwcm9pYmkmI3hFNzsmI3hFMztvIGRhIGNhJiN4RTc7YSwgYmFsZWlhcyByZW9jdXBhbSBoYWJpdGF0cyBwb2xhcmVzIn0seyJpZCI6MzMxMjgxLCJ0aXRsZSI6IlBhcG8gYW5pbWFsOiBhcyBlc3RyYXQmI3hFOTtnaWFzIGJyaWxoYW50ZXMgcXVlIG9zIGJpY2hvcyB1c2FtIHBhcmEgY29udmVyc2FyIn0seyJpZCI6MjY4NDQxLCJ0aXRsZSI6Ik8gY3VyaW9zbyBjYXNvIGRhIGJhbGVpYSBqdWJhcnRlIGVuY29udHJhZGEgZW0gdW1hIG1hdGEgbm8gUGFyJiN4RTE7In1d[/abril-veja-tambem]
Darling e seus colegas resolveram investigar melhor como diferentes grupos de baleias do Pacífico Norte podem se sobrepor. Para isso, estudaram um banco de fotos de mais de 26 mil baleias-jubarte, tiradas desde 1977.
As baleias-jubarte têm padrões únicos de manchas e riscos em branco e preto na parte inferior de suas caudas, que permitem a identificação de cada indivíduo pelos cientistas. Então, a equipe analisou os padrões de cada foto, com a ajuda de um software, e reconheceu duas baleias macho que foram fotografadas no Havaí e no México durante a mesma temporada de reprodução.
[abril-whatsapp][/abril-whatsapp]
Um deles viajou 4.545 quilômetros em 53 dias no ano de 2006, deixando seu grupo em Olowalu, na ilha de Maui (Havaí), para se juntar a outras baleias na Isla Clarión, no México. Outro viajou 5.944 quilômetros em 49 dias, em 2018, partindo de Zihuatanejo (México) até Maui.
As distâncias surpreenderam a equipe de pesquisa e indicam que as baleias-jubarte podem ser muito mais móveis e rápidas do que se pensava. “Elas podem estar viajando pelo oceano como se fosse seu quintal”, afirma Darling à revista New Scientist. “Isso realmente muda a maneira como pensamos sobre as baleias.”
Pesquisadores estudaram registros de 26 mil exemplares da espécie no Pacífico – e descobriram que eles podem ser mais rápidos do que se pensava.
Você viajaria 6 mil km atrás de um parceiro? É o que fazem essas baleias
publicado originalmente em superinteressante