O pleno funcionamento do sistema imunológico depende de vários fatores, sendo o sono um dos mais importantes. É durante esse período de descanso que as defesas do nosso organismo são aperfeiçoadas. Mas será que pregar os olhos também influencia na eficácia das vacinas – incluindo a que protege contra o coronavírus?
De acordo com a biomédica Daniela Santoro Rosa, pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo, nos últimos anos diversos estudos têm mostrado que existe uma interação importante entre o repouso e o sistema imune.
Já se sabe que dormir bem é essencial para o bom funcionamento da imunidade. Mas será que esse hábito tem impacto na ação da vacina da Covid-19?
Por Joenia Wapichana, deputada federal (Rede/RR), nascida na Raposa Serra do Sol, Sonia Bone Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e Ana Patté, integrante da Apib e do povo Xokleng
O Supremo Tribunal Federal pode definir neste dia 30 os critérios definitivos para demarcação de terras indígenas, além de exorcizar de vez uma assombração que há anos nos persegue: a tese do “marco temporal”. O espectro se materializou durante o governo Michel Temer, quando a Advocacia-Geral da União (AGU) emitiu o Parecer 001/2017, prevendo sua adoção. Bandeira criada por ruralistas, ela prega que só teriam direito à posse de suas terras os povos que nelas estivessem vivendo até o dia da promulgação da Constituição, 5 de outubro de 1988. Esse atropelo inconstitucional busca restringir o artigo 231 que trata do tema, para acabar com o reconhecimento dos “direitos originários” sobre nossos territórios. Ele está sendo usado para inviabilizar, retardar e reverter processos de demarcação, ajudando o presidente Bolsonaro a cumprir a promessa de campanha de não demarcar “nem um centímetro a mais” de terras indígenas. As conseqüências podem ser catastróficas. Há exemplos.
A Mata Atlântica foi tratada como “mato”. Hoje, reduzida a 12,4% do seu tamanho original, ela virou uma espécie de anúncio fúnebre do que pode vir a acontecer com a Amazônia. A história recente dos Xokleng está diretamente ligada a essa tragédia e serve de exemplo para a trajetória da maioria dos povos indígenas brasileiros, desde 1500. O STF nos aproximou ainda mais, ao tornar ação envolvendo a Terra Indígena (TI) Ibirama-Laklanõ, onde vivem, caso de repercussão geral.
Militares voltarão a atuar na repressão de delitos ambientais O presidente Jair Bolsonaro editou nesta segunda-feira (28) o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) que autoriza novamente o emprego das Forças Armadas na repressão a delitos ambientais na Amazônia. 24 more words Decreto renova atuação das Forças Armadas na Amazônia — Ecoamazônia
Uma epidemia de coronavírus que ocorreu na Ásia pré-histórica deixou marcas nos genes das populações vivas hoje – talvez, para melhor. É o que concluiu um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália. A pesquisa sugere que o vírus infectou o leste asiático entre 25 e 20 mil anos atrás.
Na pré-história, moradores do leste da Ásia precisaram se adaptar ao vírus – e isso deixou marcas no DNA da população atual.
Ao avaliarem 17 estudos sobre câncer publicados entre 1966 e 2020, envolvendo mais de 19 500 pacientes, cientistas da Universidade Penn State, nos Estados Unidos, chegaram a um resultado animador para os fãs de cogumelos. Quem ingeria 18 gramas desses fungos comestíveis por dia — coisa de 1/8 a 1/4 de xícara — tinha um risco 45% menor de enfrentar um tumor em relação aos que não cultivavam o hábito.
Eles carregam um componente poderoso contra tumores
“Todos os dias Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. O instante mágico é o momento em que um “sim” ou um “não” pode mudar toda a nossa existência.”
Em 2021, seis cientistas foram reconhecidos pela entidade internacional Whitley Fund for Nature. População de 90 botos na Região Sul do RS é ameaçada pela pesca. Iniciativa busca achar solução para reduzir mortalidade dos animais.
O biólogo brasileiro Pedro Fruet foi um dos seis vencedores do Prêmio Whitley 2021, distinção conhecida como “Oscar verde”, entregue pela entidade britânica Whitley Fund for Nature (WFN) em maio. O cientista atua na preservação da população de botos ameaçados pela pesca em Rio Grande, na Região Sul do Rio Grande do Sul.
O prêmio de 40 mil libras, o equivalente a cerca de R$ 300 mil, será destinado a ações de conservação dos cetáceos da região. O especialista afirma que há aproximadamente 90 botos vivendo nas águas do Sul do RS. A meta do projeto é reduzir a mortalidade dos animais em 40% nos próximos cinco anos.