O Doutor Drauzio Varella dando uma aula muito interessante sobre a relação entre desmatamento, animais e novos vírus.
A saúde e a biodiversidade intimamente ligadas e mantendo o equilíbrio entre si.

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
O Doutor Drauzio Varella dando uma aula muito interessante sobre a relação entre desmatamento, animais e novos vírus.
A saúde e a biodiversidade intimamente ligadas e mantendo o equilíbrio entre si.

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Criança que não come nenhum tipo de fruta ou verdura. Adolescente que não deixa passar verde no prato. Adulto que resiste a toda e qualquer salada. Quem disse que a seletividade alimentar é só coisa da infância? Pelo contrário, esse comportamento pode se perpetuar pela juventude e a fase adulta, trazendo consequências desagradáveis.
Sim, o comedor seletivo pode crescer! É o que atesta o primeiro estudo que se debruça sobre o avanço da seletividade alimentar ao longo da vida. Realizado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o trabalho foi de longa duração e coletou dados com os pais de 61 jovens sobre seus hábitos alimentares aos 2, 7, 9 e 11 anos de idade. Tempos depois, os participantes, todos já com 23 anos, se autoavaliaram para fechar a pesquisa.
Esse perfil pode trazer desafios para o desenvolvimento na infância e se estender e afetar a vida adulta. Faça um teste para saber se é o seu caso
Comedores seletivos: os difíceis para comer
publicado originalmente em Veja saúde

Os recifes de corais são muito importantes para vida marinha: eles servem como locais de alimentação, reprodução e refúgio para várias espécies. O problema é que eles são especialmente suscetíveis às mudanças climáticas, especialmente o aumento da temperatura dos oceanos.
Quando eles morrem, levam junto ecossistemas marinhos inteiros num efeito dominó. Para investigar o que pode acontecer com os recifes de coral do Atlântico Sul, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) estudaram três espécies de corais. O estudo foi publicado recentemente no periódico especializado Frontiers in Marine Science.
Cientistas coletaram dados e usaram simulações de computador para descobrir como o aquecimento global vai afetar três espécies importantes para a construção de recifes no nosso quintal oceânico.
Corais do Atlântico tropical têm futuro ameaçado pela crise climática
publicado originalmente em superinteressante
Como é ilusório, tênue
Íntimo e infame
O que para uns é tão pouco
Para outros é o bastante
Um cantinho,um lugar
Um sorriso,um nome
Pouco ou muito é o que há
Seja de luz,de fome
De ouro ou o instante
Cada sentir é único
Cada vontade soberana
Simples não é, importa olhar
Detectando a cada quadro
O que deseja alcançar
O que pra ti é tão pouco
Pode ser a diferença
Entre a fome e a saciez
Entre o frio e a coberta
Muito,ou nada…
… pouco ou tudo
Que seja o bastante
Que torne sublime
A existência humana ✨

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“É o mesmo sol que derrete a cera e seca a argila.”
🌻☀️Antoine de Saint-Exupéry

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A história geológica do planeta Terra pode facilmente ser comparada à novela adolescente Malhação, da Globo. Nunca acaba, é dividida em diferentes fases, que são divididas em temporadas, as quais têm muitos episódios em que, uma hora ou outra, são apresentados alguns novos personagens.
O assunto é complexo, então, vale fechar um pouco a perspectiva: a novela deste texto se chama Pré-Cambriano – nome que se dá a tudo que aconteceu na história da Terra entre a origem do planeta, há 4,5 bilhões de anos, e o momento em que os animais se diversificaram e tomaram conta do planeta, a partir de 542 milhões de anos atrás. Ou seja: é um enredo de 4 bilhões de anos.
Pesquisadores da UFU e da UNIFESP encontraram construções calcárias que indicam a existência de vida microbiana na região há 1 bilhão de anos.
Registros fósseis em cavernas de Minas mostram que o estado já teve mar
publicado originalmente em superinteressante
No Repórter Eco tem o brasileiro Pedro Fruet que recebeu o “Oscar Verde” por sua atuação na proteção de botos ameaçados no Rio grande do Sul.
Também uma reportagem sobre lixo espacial… isso e muito mais no Repórter Eco desta semana 💚
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Da anatomia do cérebro ao seu funcionamento: o uso de tomografia e ressonância magnética aliado à cintilografia se populariza no diagnóstico de problemas como depressão e esquizofrenia.
Um dos pioneiros no país no uso da cintilografia de perfusão cerebral por tomografia por emissão de fóton único (Spect), o radiologista Roberto Levi Jales, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), conta a origem da técnica: “Nos anos 1990, dois médicos americanos da Universidade da Califórnia observaram que as imagens do cérebro de pessoas com determinadas patologias seguiam diferentes padrões de cor após a administração de uma substância radioativa na veia: vermelho para transtorno bipolar, azul para esquizofrenia, por exemplo”.
O registro da atividade em certas áreas do cérebro sinaliza diferentes transtornos
Exames de imagem ajudam a desvendar doenças psiquiátricas
publicado originalmente em Veja saúde
Macarronada… Ebaaa 😋
Fácil de fazer, delicioso de comer!

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Viver a vida em harmonia…sem dúvida um dos maiores desejos do ser humano.
Professor Laércio Fonseca em uma palestra inteligente e sensível nos trazendo Luz sobre este assunto tão interessante.
🙏 Namastê ✨✨

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