“Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada!”
❣️Sigmund Freud

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada!”
❣️Sigmund Freud

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No programa desta semana a estrela é a onça parda …
Essa linda que é símbolo da luta pela preservação das espécies ameaçadas.
Também acompanhem o fotógrafo e indigenista Renato Soares, além de uma merecida homenagem a jornalista ambiental Liana John.
E tem muito mais…confira no Repórter Eco 🧚♂️✨🌳

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As ruínas submersas da cidade de Heracleion, no litoral mediterrâneo do Egito, foram descobertas 20 anos atrás. Desde então, artefatos arqueológicos não param de aparecer. A última descoberta são cestas de vime cheias de frutas que datam do século 4 a.C.
Sim, você leu certo: as frutas ainda estão lá – ainda que não particularmente comestíveis. As cestas permaneceram intocadas há 2,5 mil anos e estavam cheias de doum – o fruto de uma palmeira nativa do continente africano considerada sagrada pelos antigos egípcios. Também havia sementes de uva.
A cidade de Thonis-Heracleion, na costa do Egito, foi engolida pelo delta do Nilo no século 7 – e redescoberta vinte anos atrás. Os achados arqueológicos não param.
Cestas de frutas de 2,5 mil anos encontradas em cidade egípcia submersa
publicado originalmente em superinteressante
Esse misto de luz e sombra
Meio sei lá,sei não
Sensitiva não sou,
Pretensiosa posso até ser
Mas na penumbra,
Todos podem, tudo é
Adivinha o quê,aonde
Quando e porquê
Leva o sonho , vem…
Trás-me o sono ,me deixa repousar
Entremeio de dia , abençoada hora
Fechadas cortinas os olhos pesam
Desce a penumbra,
Chega mais inspiração,
… não se intimide
Te sorvo em goles longos
Encaixo teus encantos
Por todo e qualquer canto
Que alma de poeta é ilimitada
Folgada, espaçosa
Voadeira e intrometida
Feito brisa de outono
Que sem saber se é quente ou fria
Arrasta as folhas pelo chão…
… penumbra de inverno
Ou o que resta do verão 🍁🍂🍁🍂

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Somos criados preciosos
Todos,sem exceção
O que muitos se esquecem
É que necessitamos lapidação
Há dias tão tenebrosos
Comigo não é diferente
Que bom seria um buraco
Para de tudo se esconder
Ou quem sabe uma nave
Entrar em órbita
Subir,sumir,esquecer…
Porém basta um instante
Já me vem à mente o óbvio
Tudo está certo,sempre
Paro, respiro… percebo
Vou é seguir em frente
No lapidar do espírito
Medos,dores e dúvidas
Nos fazem tirar a poeira
Que tolda nossa estrutura …
Então surge radiante
Nossa mais linda essência
Formada no seio do Cosmos
Forte,eterna,pungente
Digno e belo …
Este é o teu diamante 💎

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Mudam os tempos…mas devem mudar valores?
Professora Lúcia Helena Galvão nos convida a uma reflexão preciosa.

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Em agosto, mais de 70 barcos coloridos, feitos de papel partirão da pequena New Richmond, no rio Ohio, no canto sudoeste do estado, participarão da única corrida de barcos de papelão do mundo.
A corrida surgiu de uma ideia de dois moradores locais Shanna e Jim Morarity, que se inspiraram em um evento semelhante organizado pela Southern Illinois University Carbondale, que acontece desde 1974.
Nos primeiros anos, apenas cinco moradores participaram, construindo barcos na praia antes da corrida. Por volta de 2000, a regata passou a fazer parte do festival anual River Days de New Richmond.
Há 28 anos essa tradição atrai milhares de espectadores.
Lugares inusitados: O único museu de barcos de papel do mundo
Lugares inusitados: O único museu de barcos de papel do mundo
publicado originalmente em o baú do folclore

Metade das pessoas com diabetes já tentou algum tipo de terapia sem eficácia comprovada para a doença. É o que mostra uma revisão publicada no European Journal of Pharmacology em cima de 38 estudos conduzidos pelo mundo.
Para piorar, em 21% dos casos os indivíduos abandonaram o tratamento prescrito, e em 67% das situações o uso da abordagem alternativa não foi informado ao médico. “O achado indica problemas de comunicação entre profissional e paciente, que deveriam ter uma relação de cumplicidade”, diz o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, que já comentou o levantamento em sua coluna no site da VEJA SAÚDE.
Terapias alternativas fazem sucesso nessa turma, aponta estudo. Cuidado!
Tem diabetes? Atenção ao que não tem evidência
publicado originalmente em Veja saúde

Um fóssil de 890 milhões de anos encontrado no Canadá pode ser o mais antigo indício de vida animal já encontrado. Trata-se de um calcário entremeado por uma rede de minúsculos túneis, duas vezes mais estreitos que um fio de cabelo. Esse padrão, conhecido dos paleontólogos, é típico da fossilização de esponjas – sim, esponjas como o Bob Esponja –, que se alimentam filtrando a água do mar e disputam o título de animais mais antigos da Terra.
O consenso atual é que as primeiras formas de vida filtradoras surgiram a partir de 630 milhões de anos atrás, no período Ediacarano. Animais com estruturas de locomoção e comportamento predatório só vieram depois, com o início do Cambriano há 542 milhões de anos. A possibilidade de que já existissem esponjas há 890 milhões de anos abala os alicerces da paleontologia e foi recebida com uma dose saudável de ceticismo pelo comunidade científica.
Essas rede de tubos calcificados – talvez formada a partir dos filamentos flexíveis que estruturam esponjas-do-mar – veio 300 milhões de anos antes do período Ediacarano, quando formas de vida filtradoras se multiplicaram.
Fóssil de 890 milhões de anos pode ser mais antigo indício de vida animal
publicado originalmente em superinteressante



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