“Mesmo quando parece improvável e impossível, a verdade está lá, latente e incondicional. Sabe porque? Porque tudo está certo, tudo está caminhando dentro do princípio universal de ação e reação, e mais cedo ou mais tarde, perceberemos os reais motivos de tudo que acontece , seja bom ou aparentemente ruim. Gratidão !”
Dois cães beagle nasceram na Coreia do Sul a partir de células da pele clonadas e alteradas pela técnica de edição genética chamada CRISPR. É a primeira vez que cientistas fazem isso, e os resultados do experimento foram publicados na revista BMC Biotechnology.
Quem está à frente do feito é a empresa de biotecnologia ToolGen. Muitos cães de raça pura têm mutações genéticas causadoras de doenças – como os pugs e bulldogs franceses, que apresentam achatamento do crânio. A ideia é que a edição genética possa eliminar esse tipo de condição, que afeta a saúde canina.
A pesquisadora Okjae Koo, da ToolGen, e seus colegas começaram o experimento editando células da pele, reprimindo a expressão de um gene chamado DJ-1. Mutações nesse gene estão associadas com doenças como o Parkinson, então estudar cachorros que sofreram essa edição genética pode ajudar a desenvolver tratamentos, segundo os pesquisadores.
Saudáveis, eles têm uma característica inédita: brilham na luz ultravioleta. A ideia é que a edição possa eliminar doenças causadas por mutações dos genes.
Os animais que chamamos popularmente de pica-paus são membros da família Picidae, que contém cerca de 240 espécies. Eles se alimentam principalmente de larvas encontradas dentro de troncos de árvores e, para chegar ao seu alimento, precisam perfurar a madeira. Depois de bicar muito e abrir um buraco, ele usa sua fina língua para pegar a recompensa.
O bico faz parte do crânio dessas aves. Depois de aplicar tanta força para bicar, como eles não desenvolvem danos cerebrais?
Um estudo sobre a biomecânica dos pica-paus apresentou uma hipótese interessante: talvez seus cérebros podem ser pequenos demais para sofrerem danos.
Só de ouvir o som característico do trabalho de um pica-pau é possível imaginar a força do impacto. Eles podem bater seus bicos 20 vezes por segundos, e chegar a 12 mil bicadas por dia. Algumas espécies experimentam forças de até 1400 G – para ter uma ideia, um impacto de 90 a 100 G já é suficiente para causar uma concussão em um humano.
Pesquisadores analisaram a biomecânica desses animais – e propõem que talvez o cérebro deles seja pequeno demais para sofrer danos
A rede ANMIGA (Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade) lança oficialmente a “Caravana das Originárias da Terra 2022“, uma excursão que visa o protagonismo feminino e coletivo passando por todos os biomas do território nacional. A primeira excursão convida as Comunidades Indígenas do Estado de Roraima a se reunirem para debater ações que […] […] […]
“Haviam lhe falado que a vida era difícil e a felicidade inalcançável. Ele porém, cada vez que via florescer uma bromélia ou voar um dente- de- leão, cair a chuva na lagoa ou o milagre da vida nos campos ressecados, sentia renascer no peito e na alma a tranquila certeza. E confiava…”