“Que eu consiga ultrapassar meus próprios limites internos, e desta maneira prosseguir, insistindo na esperança, que, Graças aos céus, não morrerá nunca!”
O valor calórico da comida é, literalmente, a quantidade de calor (ou energia) gerada por ela. O teor dos alimentos é contado em quilocalorias (kcal). Portanto, a cada 1 000 cal, temos 1 kcal. Mas você sabe como se descobre esse número? Descubra a seguir:
1. Bota na panela
O jeito clássico — e já nem tão usado hoje em dia — de determinar as calorias de um alimento é usar um equipamento chamado calorímetro. Tudo começa inserindo o item em questão dentro de uma câmara selada, fechando o compartimento e inundando os arredores com água.
2. Pega fogo
Essa câmara recebe oxigênio numa quantidade superior à atmosférica, e um fio de ignição, conectado a uma rede elétrica, promove um curto-circuito para queimar o alimento. O calor gerado pela combustão aquece a água ao redor. E esse aquecimento é medido por um termômetro.
3. Sai calor
Uma caloria é a energia necessária para aquecer 1 grau de temperatura em 1 grama de água. Por exemplo, se a água aqueceu 20 graus, o item contém 20 calorias. A medida é um pouco limitada, pois considera todo o calor gerado, e nem tudo é consumido pelo organismo.
Como é feito na prática
Caloria não é tudo
Essa é uma máxima famosa no mundo da nutrição — e faz todo o sentido. O número é importante, especialmente num programa de emagrecimento, que vai obedecer à regra de gastar mais e consumir menos energia. Mas cada caloria é uma caloria.
Vejamos o pão integral e o pão branco: ambos têm uma quantidade similar delas, mas o primeiro traz mais fibras, que desaceleram a digestão e ainda promovem benefícios à saúde. É por isso que refrigerante, salgadinho e outros ultraprocessados são considerados fontes de “calorias vazias”. Eles trazem calorias — e mais nada!
Saiba como a indústria determina esse número e como interpretá-lo no mercado
Vai, vai, vai começar a brincadeira Tem charanga tocando a noite inteira Vem, vem, vem ver o circo de verdade Tem, tem, tem picadeiro de qualidade
Corre, corre, minha gente que é preciso ser esperto Quem quiser que vá na frente, vê melhor quem vê de perto Mas no meio da folia, noite alta, céu aberto Sopra o vento que protesta, cai no teto, rompe a lona Pra que a lua de carona também possa ver a festa
Vai, vai, vai começar a brincadeira Tem charanga tocando a noite inteira Vem, vem, vem ver o circo de verdade Tem, tem, tem picadeiro de qualidade
Bem me lembro o trapezista que mortal era seu salto Balançando lá no alto parecia de brinquedo Mas fazia tanto medo que o Zezinho do Trombone De renome consagrado esquecia o próprio nome
E abraçava o microfone pra tocar o seu dobrado
Faço versos pro palhaço que na vida já foi tudo Foi soldado, carpinteiro, seresteiro e vagabundo Sem juízo e sem juízo fez feliz a todo mundo Mas no fundo não sabia que em seu rosto coloria Todo encanto do sorriso que seu povo não sorria
Vai, vai, vai começar a brincadeira Tem charanga tocando a noite inteira Vem, vem, vem ver o circo de verdade Tem, tem, tem picadeiro de qualidade
De chicote e cara feia domador fica mais forte Meia volta, volta e meia, meia vida, meia morte Terminando seu batente de repente a fera some Domador que era valente noutras feras se consome Seu amor indiferente, sua vida e sua fome
Vai, vai, vai começar a brincadeira Tem charanga tocando a noite inteira Vem, vem, vem ver o circo de verdade Tem, tem, tem picadeiro de qualidade
Fala o fole da sanfona, fala a flauta pequenina Que o melhor vai vir agora que desponta a bailarina Que o seu corpo é de senhora, que seu rosto é de menina Quem chorava já não chora, quem cantava desafina Porque a dança só termina quando a noite for embora
Vai, vai, vai terminar a brincadeira Que a charanga tocou a noite inteira Morre o circo, renasce na lembrança Foi-se embora e eu ainda era criança
Ninguém ouviu Um soluçar de dor No canto do Brasil
Um lamento triste Sempre ecoou Desde que o índio guerreiro Foi pro cativeiro E de lá cantou
Negro entoou Um canto de revolta pelos ares No Quilombo dos Palmares Onde se refugiou Fora a luta dos Inconfidentes Pela quebra das correntes Nada adiantou
E de guerra em paz De paz em guerra Todo o povo dessa terra Quando pode cantar Canta de dor
E ecoa noite e dia É ensurdecedor Ai, mas que agonia O canto do trabalhador Esse canto que devia Ser um canto de alegria Soa apenas Como um soluçar de dor
Uma fortaleza de pedra encontrada no Iraque pode ser parte de Natounia, uma cidade perdida do Império Parta que se estendia pelo Oriente Médio há aproximadamente 2 mil anos.
A fortaleza de Rabana-Merquly foi construída nas encostas do Monte Piramagrun, na Cordilheira de Zagros, onde hoje fica o Iraque. Ela compreende fortificações de quase quatro quilômetros de extensão e dois assentamentos menores.
O lugar foi alvo de campanhas de escavação entre 2009 e 2022, além de ter sido registrado em fotografias com a ajuda de drones. As estruturas sobreviventes incluem restos de edifícios que podem ter servido de quartel e um complexo religioso.
A fortaleza de Rabana-Merquly, na Cordilheira de Zagros (Iraque), era um dos principais centros regionais do Império Parta, segundo novo estudo.
O laboratório de Daniel Preston, na Universidade Rice (Estados Unidos), está cheio de pequenos cadáveres de aranhas-lobo. Ele e a estudante de engenharia Faye Yap transformaram os aracnídeos em garras mecânicas, dando início à chamada “necrobótica” – junção de “necro”, cadáver ou morte, e “robótica”.
“O conceito de necrobótica aproveita designs únicos criados pela natureza que podem ser complicados ou até impossíveis de replicar artificialmente”, eles explicam no estudo publicado na última segunda-feira (25) na revista Advanced Science.
Os pesquisadores inseriram uma seringa no cadáver para injetar ou retirar ar de uma câmara próxima à cabeça das aranhas, que comanda a movimentação de suas pernas. Assim, mostraram que uma aranha morta poderia manusear objetos pequenos e eletrônicos delicados – e suportar o peso de outra aranha do mesmo tamanho.
Com uma seringa cheia de ar, pesquisadores acionaram uma câmara que comanda a movimentação das pernas das aranhas.