“Não devemos permitir que as desilusões e ingratidões do caminho turvem nossa capacidade de acreditar no melhor, no bem e no bom. Se algo ou alguém não corresponde às nossas expectativas, das duas uma : ou lançamos demasiada esperança no que devíamos ter deixado à vontade, ou o resultado não foi para nós o “esperado”, o que não significa que não está certo ou justo. Quer dizer apenas que não foi o que expectamos.”
« Yanomami observando garimpo de ouro em seu território » – Foto dos Yanomami, Alto Orinoco, Amazonas, Venezuela e foto montagem: Barbara Crane Navarro
« Ei – olhe para nós!Nós vemos você. Tentamos te mostrar. Você nunca se preocupou em aprender nossa língua. Você estava sempre olhando para baixo . Avisamos desde o início. A terra está viva. Esta terra somos nós. Todos nós. Você queria as […] […]
Os dois exames podem até soar semelhantes, mas na prática são bem diferentes. Entenda os detalhes.
A tomografia computadorizada
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1) Radiação
A tomografia usa a mesma tecnologia do exame de raios X tradicional. Funciona assim: em uma ponta da máquina, que é composta de um grande tubo, há um emissor de feixes de radiação.
No outro oposto, há um dispositivo que capta os feixes. O paciente deita na mesa e o técnico captura uma imagem de baixa resolução da área desejada para saber aonde direcionar a radiação.
2) Projeção
Os feixes atravessam o corpo com maior ou menor dificuldade. As estruturas mais densas, como os ossos, órgãos, veias e artérias, bloqueiam a passagem da radiação, formando uma sombra.
Os feixes que chegam ao outro lado são absorvidos pelo dispositivo específico, processados pelo computador e traduzidos em imagens ricas em detalhes.
3) Tridimensionalidade
Graças aos avanços da tecnologia, hoje é possível captar imagens tridimensionais da área a ser investigada pelo médico. A máquina emite feixes em 360º e a mesa pode se movimentar se for preciso, gerando imagens em fatias, que, depois, são remontadas pelo computador e exibidas em planos diferentes ou reconstruídas em uma imagem completa.
Os dois exames enxergam diversos órgãos do corpo e têm propósitos parecidos, mas funcionam de maneiras bem diferentes
“Ao longe, ao luar, No rio uma vela, Serena a passar, Que é que me revela ? Não sei, mas meu ser Tornou-se-me estranho, E eu sonho sem ver Os sonhos que tenho.
Que angústia me enlaça ? Que amor não se explica ? É a vela que passa Na noite que fica.”
“Haviam lhe falado que a vida era difícil e a felicidade inalcançável. Ele porém, cada vez que via florescer uma bromélia ou voar um dente- de- leão, cair a chuva na lagoa ou o milagre da vida nos campos ressecados, sentia renascer no peito e na alma a tranquila certeza. E confiava…”
Um tratamento com extrato de ácaro encontrado na poeira domiciliar se mostrou eficaz na redução de sinais e sintomas da dermatite atópica, doença inflamatória crônica que provoca coceira e lesões na pele.
Após esse período, a coceira e as lesões na pele diminuíram e, em alguns casos, quase desapareceram, sendo raros os efeitos colaterais – foram registradas apenas reações locais leves e transitórias.
A imunoterapia consiste na administração de vacinas produzidas com os próprios agentes causadores de alergia (alérgenos), em doses crescentes, a fim de reduzir a sensibilização e induzir tolerância na pessoa alérgica a substâncias como ácaros, polens e venenos de insetos.
O ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo – considerado padrão-ouro para avaliar a eficácia de fármacos – foi conduzido entre maio de 2018 e junho de 2020 na Unidade de Pesquisa Clínica do hospital da FMRP-USP.
Um grupo de 66 pacientes recebeu placebo ou imunoterapia sublingual com extrato de ácaro da poeira domiciliar três dias por semana durante 18 meses. Eles foram acompanhados pela médica Sarah Sella Langer, pós-graduanda na FMRP-USP e primeira autora do artigo.
Em estudo, extrato foi aplicado em gotas sob a língua dos pacientes; a coceira e as lesões na pele melhoraram