Desde 2015, uma nova cidade está sendo construída no condado de Devon, no sudoeste da Inglaterra. Com o nome de Sherford, ela vai abrigar mais de cinco mil casas, além de parques, escolas e empresas. As obras não foram concluídas, mas os primeiros moradores já deram as caras – encontrados por uma equipe de arqueólogos.
Em uma caverna na região, estavam escondidos ossos de animais da última Era do Gelo, como os de um mamute-lanudo e um rinoceronte-lanudo. Eles foram encontrados em escavações feitas durante obras de infraestrutura e agora estão sob investigação de cientistas das universidades de Manchester e Winchester e de outras instituições inglesas.
Os pesquisadores identificaram uma presa e dentes molares de um mamute, assim como o crânio e a mandíbula inferior de um rinoceronte (que você vê na imagem acima). Também foram encontrados um esqueleto quase completo de um lobo e restos parciais de hiena, cavalo, raposa, renas e lebres.
Presa de mamute-lanudo, uma das descobertas em Sherford.
Os fósseis têm entre 30 e 60 mil anos e datam do Devensiano Médio – nome que os cientistas atribuem a um período da última Era do Gelo em que grandes camadas de gelo cobriam as Ilhas Britânicas.
Os ossos foram encontrados juntos, mas ainda não está claro se os animais viveram ao mesmo tempo. Ao longo de milhares de anos, eles podem ter caído para dentro da caverna por um buraco na superfície (em caso de mortes acidentais) ou ter sido levados por predadores.
Entre os restos mortais encontrados, estão ossos de mamute e rinoceronte, que datam de 30 a 60 mil anos atrás. Confira.
Seja pela indisponibilidade da dose certa na farmácia ou uma tentativa de fazer o medicamento render mais, cortar os comprimidos na metade pode gerar riscos à saúde.
Além de não garantir uma proporção igual do princípio ativo do remédio nas duas partes, a prática pode interferir no tratamento do paciente.
“O medicamento é uma mistura do princípio ativo [substância responsável pelo efeito do remédio] com outros excipientes [ingredientes] farmacêuticos. Isso tudo é misturado e prensado. Por isso, não é possível garantir que a metade direita e a metade esquerda tenham a mesma quantidade”, explica Leonardo Pereira, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
Pesquisadores da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) chegaram a mesma conclusão ao testar o medicamento hidroclorotiazida – diurético indicado para o tratamento da hipertensão – e analisar as consequências de cortar o comprimido em pedaços. Após testar cerca de 750 pílulas, os autores do estudo identificaram discrepâncias nas partes divididas.
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“A avaliação do processo de partição apresentou diferenças significativas na uniformidade de massa e de conteúdo, verificando-se que há grande variação de teor. Considerando que a hipertensão é uma doença grave e que requer esquema posológico rígido, variações na dosagem podem influenciar significativamente no tratamento do hipertenso”, destacam os pesquisadores no artigo publicado na Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada.
Além disso, partir ao meio pode anular os recursos do medicamento. Pereira, que também é membro da Associação Brasileira de Ciências Farmacêuticas, lembra que certos remédios são revestidos por uma fina película protetora que evita que o comprimido sofra ação no estômago antes de ser absorvido no duodeno, a primeira parte do intestino, ou que possuam um mecanismo de liberação mais lenta no sangue. “Se cortar, estraga a tecnologia”, explica ele.
Apesar da contraindicação no geral, a divisão do comprimido pode ser sugerida em dois casos:
• Quando a orientação dos especialistas é que o paciente aumente a dose de um remédio aos poucos; • Quando o paciente deve parar de tomar a medicação, mas gradualmente, em um processo chamado de “desmame”. Neste caso, o tratamento não pode ser interrompido de forma abrupta e, por isso, a quantidade de miligramas é reduzida lentamente.
A divisão dos medicamentos não garante uma proporção igual do princípio ativo nas duas partes e pode prejudicar o tratamento
Me cansei de lero-lero Dá licença, mas eu vou sair do sério Quero mais saúde Me cansei de escutar opiniões De como ter um mundo melhor
Mas ninguém sai de cima, nesse chove-não-molha Eu sei que agora eu vou é cuidar mais de mim
Como vai? Tudo bem Apesar, contudo, todavia, mas, porém As águas vão rolar, não vou chorar Se por acaso morrer do coração É sinal que amei demais
Mas enquanto estou viva e cheia de graça Talvez ainda faça um monte de gente feliz
Como vai? Tudo bem Apesar, contudo, todavia, mas, porém As águas vão rolar, não vou chorar, não! Se por acaso morrer do coração É sinal que amei demais
Mas enquanto estou viva e cheia de graça Talvez ainda faça um monte de gente feliz
“Há quem creia que não se pode mudar a maneira de ser e o caráter de alguém…e não há jeito mesmo. Não acredito que alguém ou alguma coisa possa fazer esse milagre. Porém creio firmemente que qualquer um, há qualquer tempo, pode sim, promover sua própria mudança e evolução, através do autoconhecimento, do perdão, da humildade, do recomeço, e principalmente do amor.”