O javali tem forma de porco com cabeça grande, pernas curtas e presas afiadas; é um animal que faz um grunhido alto, mas tem uma visão falha. Os javalis são animais muito sociais que vivem em grupos chamados de sondas, são mamíferos polígamos, onívoros, inteligentes e fortes. Os javalis normalmente pesam aproximadamente 100 kg e […]
Houve, uma vez, um sapateiro que, não por sua culpa, ficara tão pobre que só lhe restava couro para um único par de sapatos.
A noite, cortou o couro para fazer os sapatos no dia seguinte; e, como tinha a consciência tranquila, deitou-se na cama, encomendou-se ao bom Deus e dormiu sossegadamente.
Pela manhã, após recitar as orações, dirigiu-se á mesa para trabalhar; mas deparou com os sapatos já prontos, ele admirou-se e não sabia o que pensar a este respeito. Pegou nas mãos os sapatos para observá-los mais de perto e viu que estavam tão perfeitos que não havia um único ponto errado; eram, realmente, uma obra-prima.
Logo depois, chegou um comprador; os sapatos lhe agradaram tanto, que pagou muito acima do preço estipulado. Com esse dinheiro, o sapateiro pôde comprar couro para dois pares de sapatos.
A noite, cortou o couro para fazê-los, com a melhor disposição, no dia seguinte; mas não foi preciso. Quando se levantou pela manhã, os sapatos já estavam prontos, e não faltaram compradores que lhe deram tanto dinheiro, que lhe permitiu comprar couro para quatro pares de sapatos.
De manhã cedo, ao levantar-se, encontrou prontos também esses; e assim prosseguiam as coisas: o que ele cortava à noite, encontrava feito de manhã; dessa maneira melhorou muito de situação e acabou ficando abastado.
Ora, aconteceu que uma noite, pouco antes do Natal, o sapateiro preparou e deixou cortados os sapatos. Antes, porém, de ir para a cama, disse à mulher: – Que tal se ficássemos acordados esta noite, para ver quem é que nos auxilia tão generosamente? A mulher concordou alegremente; acendeu uma luz; depois esconderam-se atrás das roupas dependuradas nos cantos da sala, e ficaram aguardando atentamente.
Ao dar meia-noite, chegaram dois graciosos gnomos completamente nuzinhos; sentaram-se à mesa de trabalho, pegaram o couro preparado, e com seus dedinhos ágeis puseram-se a furar, a coser e a bater, com tanta rapidez, que o sapateiro não conseguia despregar os olhos, de admiração.
Não pararam enquanto não ficou tudo pronto; depois deixaram os sapatos acabadinhos sobre a mesa e, rápidos, safram saltitando pela porta fora. Na manhã seguinte, a mulher disse: – Os gnomos nos enriqueceram; devemos demonstrar-lhes nossa gratidão; eles andam por aí sem nada no corpo e devem ficar gelados de frio. Queres saber uma coisa? Vou coser para eles uma camisinha, um gibão, um colete e um par de calçõezinhos, farei, também, um par de meias para cada um ,tu podes acrescentar os sapatinhos. O marido respondeu: – Alegro-me muito com tua ideia. E à noite, quando tudo ficou pronto, colocaram os presentes no lugar do trabalho cortado e depois esconderam-se para ver que cara fariam os gnomos.
À meia-noite, chegaram eles; pulando, dirigiram-se à mesa para trabalhar mas, ao invés do couro, encontraram todas aquelas graciosas roupinhas. Primeiro admiraram-se muito, depois manifestaram grande alegria. Com uma rapidez incrível vestiram-se, alisaram as roupas no corpo e puseram-se a cantar:
Nós somos rapazes elegantes e faceiros, Para que sermos ainda sapateiros?
e divertiam-se dando cabriolas, dançando e pulando sobre os bancos e as cadeiras. Por fim, saíram, dançando, pela porta fora. Desde aí não mais voltaram, mas o sapateiro passou muito bem enquanto viveu, e teve sempre muita sorte em tudo quanto empreendia.
“Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade, digo-te: Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo. – JESUS – João, 3: 3. “A reencarnação é a volta da alma ou Espírito à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ele e que nada tem de comum com o antigo. Cap. […]
A soja do Paraguai é majoritariamente geneticamente modificada e o cultivo é voltado para a exportação para a Europa. Com isso, a Europa alimenta seu gado em operações em massa e é o maior produtor de biodiesel do mundo Grafite em Assunção, capital do Paraguai: “Reforma Agrícola Agora”. Agricultores e comunidades indígenas lutam por uma distribuição […] […] […]
Até quem não se aventura tanto na cozinha pode sair empolgado e botar a mão na massa depois de conhecer as receitas compiladas pela chef francesa Clémence Roquefort nessa nova edição da Larousse de preparos vegetarianos recém-publicada pela Alaúde (clique aqui para comprar). Tem sopas e saladas fora da caixa, um desfile de quiches, crumbles, tortas e risotos, e direito a sobremesas. E tudo com até seis ingredientes principais e quatro etapas de preparo. Ou seja, falta de imaginação e tempo não será desculpa após percorrer as páginas do livro — até porque as fotos são de dar água na boca. Apesar do título, mesmo quem não é vegetariano vai apreciar as sacadas e receitas, só lembrando que algumas levam ovos e lácteos, ou seja, não são veganas. Definitivamente, uma obra que merece estar na estante… e no balcão da cozinha.
Salada de erva-doce com abacate e laranja
A receita leva 45 minutos e rende quatro porçõesIngredientes 1 bulbo de erva-doce 2 laranjas 1 abacate 1/2 limão-siciliano 1 colher (sopa) de mel Azeite, pimenta e sal
Modo de preparo
Corte a erva-doce em tiras e coloque-as numa assadeira. Tempere com azeite, sal e pimenta-do-reino a gosto e leve ao forno a 180 ºC por 30 minutos. Depois deixe esfriar.
Pique as laranjas em gomos e o abacate em cubos. Junte-os à erva-doce e bote tudo numa saladeira.
À parte, misture o suco de limão, o mel e o azeite. Aí é só regar a salada com esse molho e servir. Bom apetite!