Hipnose: como ela pode ajudar na sua vida

Texto Alexandre Carvalho Ilustração Tiago Araujo Design Natalia Sayuri Lara

Após uma síndrome do pânico, em dezembro de 2020, e uma série de crises de ansiedade, o ator Marcelo Serrado começou a se interessar por leituras associadas ao funcionamento da mente. Do PhD em psicologia Joseph Murphy, leu o best-seller O Poder do Subconsciente, e foi atrás de informações que pudessem ajudá-lo não apenas na questão terapêutica. Ele queria também explorar técnicas capazes de aprimorar sua performance como ator. E aí teve um encontro bem-sucedido com a hipnose.

Muito famoso por Crô, o mordomo da novela Fina Estampa (2011), que ainda viraria protagonista de dois filmes, o ator descobriu que sessões de hipnose podiam ajudá-lo na invenção de uma história pregressa para cada um de seus personagens. Ou seja: bolar um passado fictício anterior ao período em que a trama se desenvolve, uma técnica que confere mais profundidade às interpretações. “Ao ser hipnotizado, eu consigo criar esse passado com muitos detalhes, visualizo a vida toda do personagem, desde a infância”, explica. “Isso torna essa história muito mais real na minha cabeça.”

Prestes a interpretar um dublê na próxima novela das sete da Globo, Cara e Coragem, Marcelo fez esse exercício de preparação com Tiago Garcia, hipnólogo pós-graduado em neurociência.

Membro da Sociedade para Hipnose Clínica e Experimental, dos EUA, Tiago realizou uma pesquisa com a hipótese de que a redução da atividade do córtex pré-frontal (responsável por nossa atenção e tomada de decisões) durante o estado hipnótico pode potencializar a dissociação da identidade de atrizes e atores – quando eles deixam de lado quem são na vida real para incorporar seus personagens. Nesse estudo, hipnotizou Deborah Secco e mais 15 atrizes de TV e teatro – nenhuma delas havia sido hipnotizada antes.

Em cada sessão, o pesquisador conversou com as artistas em transe, fazendo perguntas sobre o cotidiano, o passado e até o futuro de personagens que elas interpretavam em algum trabalho na época. Treze das atrizes, já em estado hipnótico, comportaram-se como se estivessem numa metamorfose, assumindo que eram de fato suas personagens – uma dissociação completa da própria personalidade.

Assim como na preparação de Marcelo Serrado, a maioria relatou um forte envolvimento emocional ao criar uma infância de ficção. E 100% delas constataram que a hipnose estimulou esse processo, dando-lhes maior facilidade para expressar emoções autênticas no momento de entrar em cena.

O fato é que realmente acontecem alterações no cérebro durante o estado hipnótico: por conta de uma superconcentração promovida pelo hipnotista, o neocórtex, região onde fica a nossa consciência, passa a ignorar os sinais enviados pela amígdala, nosso centro emocional – que nos faz reagir a estímulos externos. Sem nada de estímulo chegando à consciência, nosso senso crítico vai lá para baixo, e nos tornamos vulneráveis às sugestões hipnóticas.

Estudos recentes mostram que a técnica é eficaz para reduzir quadros de ansiedade, aumentar o foco, aliviar dores do parto e até mitigar problemas intestinais. Entenda a ciência por trás das terapias de hipnose.

Hipnose: como ela pode ajudar na sua vida

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Assista a “Poderoso Mantra Para Prosperidade e Remover Obstáculos (Lord Ganesha) Satyaa & Pari – Ganapati” no YouTube

A Fé remove montanhas. E o Amor e a Gratidão que emanamos faz tudo acontecer da forma mais linda e completa!

Eu creio! Assim é! 🌷

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Mágicas Imagens ✨✨

Tavares RS Brasil

Vamos lá…por Mágica Mistura

“Sempre que eu penso: chega! Não adianta nada mesmo, ninguém vai ouvir, ou ler, ou ver. Sempre, todas as vezes, uma voz interior me fala : continua…vai adiante. Se apenas uma pessoa for tocada por tuas palavras e iluminar sua trajetória de esperança, já terá valido mil vezes a pena… então eu continuo…”

Mágica Mistura

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Quem aí têm medo de cobras?

Vamos descobrir um pouco mais sobre essas amiguinhas .

Biólogo Henrique aqui!

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Diabetes em transformação: o que está mudando no tratamento

Por Diogo Sponchiato

A cena, cada vez mais corriqueira, é a seguinte: o paciente com diabetes descontrolado entra no consultório com um diagnóstico e sai de lá com outro. Muita atenção agora: ele continua com diabetes, mas a investigação médica, depois confirmada com exames laboratoriais, indica outro tipo da doença. Não era à toa que a glicemia nunca ficava na meta. O sujeito não tinha diabetes tipo 2, mas uma versão conhecida pela sigla LADA — que vem do inglês e significa “diabetes autoimune latente do adulto”. É como se fosse um diabetes tipo 1, aquele mais comum em crianças e adolescentes e caracterizado pela agressão do sistema imune ao pâncreas, só que se manifestando tardiamente. E o que essas nomenclaturas mudam na prática? Ora, o tratamento. Nosso paciente, para o qual a combinação de vários comprimidos não vinha surtindo o efeito esperado, passa a usar insulina e, bingo!, a glicose finalmente é domada. Episódios assim costumavam corresponder a 5% dos casos rotulados inicialmente como diabetes tipo 2. Mas novas estimativas apontam que o LADA, sorrateiro, está presente em um em cada dez desses cidadãos. Pouca gente? Não mesmo. O diabetes como um todo afeta mais de meio bilhão de pessoas pelo planeta, pelo menos 15 milhões no Brasil. Se considerarmos que 90% desse público possui o tipo 2, fazendo as contas veremos que o LADA é mais significativo do que se imagina. Os números do último atlas da Federação Internacional de Diabetes escancaram que o problema, em suas diversas formas, compõe uma das equações mais complexas da saúde pública — sem falar no incalculável impacto na qualidade de vida das pessoas e das famílias. E o horizonte não é dos mais animadores. “Vivemos em um cenário de ganho de peso, sedentarismo e dieta inadequada. Cerca de 15% da nossa população tem pré-diabetes, com grandes chances de desenvolver a doença em si. E o que mais me assusta é a quantidade de indivíduos com diabetes que nem sequer sabem que têm a doença”, expõe o endocrinologista Levimar Araújo, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)+ Leia também:  Você tem pré-diabetes? Não se engane com esse nome Para lidar com o desafio de hoje e de amanhã, precisamos de uma mobilização em 360 graus, amparada em muita ciência e tanto ou mais esforço de profissionais de saúde, autoridades públicas e pacientes. E um ponto de partida é entender que nem todo diabetes é igual e como a personalização do tratamento — acompanhada de algumas estratégias padronizadas, por mais paradoxal que isso soe — será determinante para usufruir do que o avanço da medicina e a inovação tecnológica estão prestes a oferecer. 

Descobertas sobre o elo da doença com a imunidade e o peso e novos tratamentos redefinem o controle do diabetes — e ele vai muito além do açúcar no sangue

Diabetes em transformação: o que está mudando no tratamento

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O que dá para comprar com o dinheiro que Elon Musk ofereceu pelo Twitter

Por Rafael Battaglia

Metade da Petrobras. Um Bradesco. Dois Bancos do Brasil. Veja como o bilionário poderia gastar a sua grana por aqui.

O que dá para comprar com o dinheiro que Elon Musk ofereceu pelo Twitter

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Evidência mais antiga de calendário Maia é encontrado na Guatemala

Por Maria Clara Rossini

O glifo que você vê na foto acima representa um dia do ano – como 15 de abril, por exemplo. Esse dia é chamado “7 cervo”, e sua representação é, justamente, o número 7 desenhado em cima de um cervo. Ele é um dos 260 dias nomeados do calendário maia – e os fragmentos acima podem pertencer ao calendário mais antigo conhecido.

Os fragmentos foram encontrados no norte da Guatemala, em um sítio arqueológico chamado San Bartolo. É lá que fica a pirâmide Las Pinturas (que chega a medir 30 metros de altura), onde o calendário maia estava. A descoberta foi publicada por pesquisadores da Universidade do Texas no periódico ScienceAdvances

Os achados arqueológicos datam do século 3 a.C., o que foi verificado com datação de radiocarbono. Isso o torna o calendário maia mais antigo já encontrado – até então, mais antigo era do século 1 a.C.

Os pedaços faziam parte de um grande mural, mas hoje só sobraram fragmentos que cabem na palma da mão. Segundo o pesquisador David Stuart, a parede provavelmente foi intencionalmente destruída pelos maias quando estavam reconstruindo seus espaços cerimoniais. Depois, a pirâmide foi construída por cima.

Os pesquisadores esperam encontrar amostras ainda mais antigas em San Bartolo. O local era um centro regional durante o período maia pré clássico, que vai de 400 a.C. até 250 d.C. No total, a pesquisa encontrou 7.000 fragmentos de diferentes murais. Foram analisados apenas 11 deles, descobertos entre os anos 2000 e 2012, incluindo o “7 cervo”.

O calendário maia levava em consideração os movimentos do Sol, Lua e planetas. Um dos sistemas usados para contar o tempo de baseia em um calendário de 260 dias, que inclui o “7 cervo”, chamado Tzolk’in. Outros sistemas maias incluem o ano solar de 365 dias e um calendário lunar.

Os fragmentos do calendário datam do século 3 a.C. – e foram encontrados nas ruínas de uma pirâmide no norte do país

Evidência mais antiga de calendário Maia é encontrado na Guatemala

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Assista a “Simbolismos da Páscoa – Lúcia Helena Galvão” no YouTube

Respostas embasadas, por quem entende do que está falando.

Professora Lúcia Helena Galvão.

Nova Acrópole aqui!

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Milagres…por Mágica Mistura

“Que possamos olhar o mundo à nossa volta com a visão de uma criança . E que assim, inocentemente descobrindo a vida, também nos encantemos com os milagres e maravilhas de que ela é feita!”

Mágica Mistura

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