Iniciando a semana naturalmente.
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Tavares RS Brasil
“Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada.”
💜Clarice Lispector

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Nas areias do tempo me encontrei
Nos horizontes vindouros me vi
As mágoas do caminho enfrentei
De pés descalços, segui
Que a terra fecunde tudo
Que a água limpe o iníquo
Que o fogo arda em minh’alma
Que o ar fresco sopre no fim
E que a ingratidão dissipada em sorrisos
Encontre a virtude humana escondida
Quando o Universo disfarçado de céu
Nos tornando de novo Divinos
Descer sobre nós feito manto
Pura Luz… todos Um
Enfim✨✨✨

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Cientistas acreditam ter em mãos a evidência mais antiga de vida na Terra. São de microfósseis de até 4,28 bilhões de anos, que indicariam a existência de bactérias por aqui apenas 300 milhões de anos após a formação do planeta.
Os supostos fósseis vêm do Cinturão de Rochas Verdes Nuvvuagittuq, um sítio geológico localizado em Quebec, no Canadá, que contém algumas das rochas mais antigas conhecidas na Terra – um bom lugar para cientistas procurarem por formas de vida primitivas.
O pesquisador Dominic Papineau, da University College of London (Inglaterra), coletou amostras dessas rochas em 2008 e publicou uma análise delas em 2017 junto com outros pesquisadores. Na época, eles já indicaram que os pedaços de pedra continham os antigos microfósseis (fósseis microscópicos), de idade estimada entre 3,75 e 4,28 bilhões de anos.
Agora, a equipe voltou a estudar as rochas canadenses em um novo estudo, publicado no periódico Science Advances. E o que eles descobriram foi uma estrutura muito maior e mais complexa do que as encontradas anteriormente.
Fósseis encontrados em amostras de rocha podem indicar a existência de bactérias apenas 300 milhões de anos após a formação do planeta.
Microfósseis de 4 bilhões de anos podem ser evidência mais antiga de vida na Terra
publicado em superinteressante

Texto Alexandre Carvalho Ilustração Tiago Araujo Design Natalia Sayuri Lara
Após uma síndrome do pânico, em dezembro de 2020, e uma série de crises de ansiedade, o ator Marcelo Serrado começou a se interessar por leituras associadas ao funcionamento da mente. Do PhD em psicologia Joseph Murphy, leu o best-seller O Poder do Subconsciente, e foi atrás de informações que pudessem ajudá-lo não apenas na questão terapêutica. Ele queria também explorar técnicas capazes de aprimorar sua performance como ator. E aí teve um encontro bem-sucedido com a hipnose.
Muito famoso por Crô, o mordomo da novela Fina Estampa (2011), que ainda viraria protagonista de dois filmes, o ator descobriu que sessões de hipnose podiam ajudá-lo na invenção de uma história pregressa para cada um de seus personagens. Ou seja: bolar um passado fictício anterior ao período em que a trama se desenvolve, uma técnica que confere mais profundidade às interpretações. “Ao ser hipnotizado, eu consigo criar esse passado com muitos detalhes, visualizo a vida toda do personagem, desde a infância”, explica. “Isso torna essa história muito mais real na minha cabeça.”
Prestes a interpretar um dublê na próxima novela das sete da Globo, Cara e Coragem, Marcelo fez esse exercício de preparação com Tiago Garcia, hipnólogo pós-graduado em neurociência.
Membro da Sociedade para Hipnose Clínica e Experimental, dos EUA, Tiago realizou uma pesquisa com a hipótese de que a redução da atividade do córtex pré-frontal (responsável por nossa atenção e tomada de decisões) durante o estado hipnótico pode potencializar a dissociação da identidade de atrizes e atores – quando eles deixam de lado quem são na vida real para incorporar seus personagens. Nesse estudo, hipnotizou Deborah Secco e mais 15 atrizes de TV e teatro – nenhuma delas havia sido hipnotizada antes.
Em cada sessão, o pesquisador conversou com as artistas em transe, fazendo perguntas sobre o cotidiano, o passado e até o futuro de personagens que elas interpretavam em algum trabalho na época. Treze das atrizes, já em estado hipnótico, comportaram-se como se estivessem numa metamorfose, assumindo que eram de fato suas personagens – uma dissociação completa da própria personalidade.
Assim como na preparação de Marcelo Serrado, a maioria relatou um forte envolvimento emocional ao criar uma infância de ficção. E 100% delas constataram que a hipnose estimulou esse processo, dando-lhes maior facilidade para expressar emoções autênticas no momento de entrar em cena.
O fato é que realmente acontecem alterações no cérebro durante o estado hipnótico: por conta de uma superconcentração promovida pelo hipnotista, o neocórtex, região onde fica a nossa consciência, passa a ignorar os sinais enviados pela amígdala, nosso centro emocional – que nos faz reagir a estímulos externos. Sem nada de estímulo chegando à consciência, nosso senso crítico vai lá para baixo, e nos tornamos vulneráveis às sugestões hipnóticas.
Estudos recentes mostram que a técnica é eficaz para reduzir quadros de ansiedade, aumentar o foco, aliviar dores do parto e até mitigar problemas intestinais. Entenda a ciência por trás das terapias de hipnose.
Hipnose: como ela pode ajudar na sua vida
publicado em superinteressante
A Fé remove montanhas. E o Amor e a Gratidão que emanamos faz tudo acontecer da forma mais linda e completa!
Eu creio! Assim é! 🌷

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Tavares RS Brasil
“Sempre que eu penso: chega! Não adianta nada mesmo, ninguém vai ouvir, ou ler, ou ver. Sempre, todas as vezes, uma voz interior me fala : continua…vai adiante. Se apenas uma pessoa for tocada por tuas palavras e iluminar sua trajetória de esperança, já terá valido mil vezes a pena… então eu continuo…”

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Quem aí têm medo de cobras?
Vamos descobrir um pouco mais sobre essas amiguinhas .
Biólogo Henrique aqui!

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