Sim,as idas ao supermercado têm se tornado uma aventura assombrosa…
O que me apavora mesmo é saber que tantas pessoas em breve não poderão sequer passar na porta dos mercados se os preços continuarem nesta subida vertiginosa.
Parabéns a todos que colocaram este incompetente governo no comando!
As lentes de contato evoluíram ao longo dos anos, mas o mau uso do produto continua chamando a atenção dos médicos. Foi criada, então, a campanha Setembro Safira para conscientizar a população sobre as doenças graves que podem ser causadas nos olhos em decorrência desses hábitos prejudiciais.
Um estudo chinês publicado no periódico Eye apontou que a ceratite infecciosa ou úlcera das córneas (lesão ou infeção originada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas), provoca a opacidade na córnea, que é a quinta principal causa de casos de baixa visão e cegueira no mundo. E a doença é bastante relacionada justamente ao mau uso das lentes de contato, que facilita a contaminação por micro-organismos.
Mais um possível problema da falta de cuidados é a baixa oxigenação da córnea, causada pela utilização das lentes por tempo prolongado. “Algumas pessoas podem desenvolver os chamados neovasos ou, em casos mais graves, sofrer danos nas celulas endoteliais. Em longo prazo, essas situações contribuem para a baixa visual e até mesmo para a necessidade de transplante de córnea“, explica Claudia Del Claro, oftalmologista de Florianópolis (SC), membro do Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).
Falta de higiene e uso prolongado podem causar problemas que vão de uma simples irritação até a necessidade de um transplante de córnea
Essa maria fumaça é devagar quase parada Ô seu foguista, bota fogo na fogueira Que essa chaleira tem que tá até sexta feira Na estação de Pedro Osório, sim senhor
Se esse trem não chega a tempo vou perder meu casamento Atraca, atraca-lhe carvão nessa lareira Esse fogão é que acelera essa banheira O padre é louco e bota em meu lugar
Se chego tarde não vou casar Eu perco a noiva e o jantar A moça não é nenhuma miss Mas é prendada e me faz feliz
Seu pai é um próspero fazendeiro Não é que eu seja interesseiro Mas sempre é bom e aconselhável Unir o útil ao agradável
Esse trem não sai do chão Urinaram no carvão Entupiram a lotação E eu nem sou desse vagão
Mas que baita confusão Tem crioulo e alemão Empregado com patrão Opa, opa me passaram a mão Ora vá lamber sabão
Se por acaso eu não casar Alguém vai ter que indenizar
Esse expresso vai a trote, mais parece um pangaré Essa carroça é um jabuti com chaminé Eu tenho pena é de quem segue pra Bagé Seu cobrador cadê meu troco, por favor?
E dá-lhe apito e manivela, passa sebo nas canelas Seu maquinista eu vou tirar meu pai da forca Porque não joga esse museu no ferro velho E compra logo um trem moderno japonês?
No dia alegre do meu noivado Pedi a mão todo emocionado A mãe da moça me garantiu É virgem, só que morou no Rio! O pai falou é carne de primeira Mas se abre a boca só sai besteira Eu disse fico com essa guria Só quero mesmo pra tirar cria
Esse trem não era o teu Esvaziaram o pneu Mas cadê esse guri? Tá na fila do xixi
Tem chiclete com tatoo Foi alguém de Canguçu (barbaridade) Me roubaram meu chapéu Chama o hômi do quartel Deu enjôo na mulher E fez porquinho no meu pé
Chiados, barulhos de chuva e de cachoeira e outros sons do cotidiano aparecem em aplicativos, no YouTube e em aparelhos específicos como soluções para cair no sono. Especialistas avaliam que, apesar da popularidade que a tática alcançou, não há evidências científicas suficientes para comprovar sua eficácia.
Uma revisão publicada recentemente na revista científica Sleep Medicine Reviews cita 38 estudos relacionados especificamente ao uso do ruído branco, que se caracteriza por um som contínuo, mais próximo de um chiado ou um rádio fora de estação. A conclusão é de que as evidências sobre a capacidade de essa técnica facilitar o adormecimento são insuficientes – além disso, ela pode afetar negativamente a qualidade do sono e a audição.
Nessa seara de sons para dormir, outros populares são o ruído rosa e o marrom ou browniano (em referência ao cientista inglês Robert Brown). As duas cores são variações do branco, definidas a partir da frequência (medidas em hertz) e da amplitude do som (volume).
Aplicativos oferecem barulhos de chuva e mar, som de ventilador e chiados para ajudar a adormecer. Mas a estratégia não tem respaldo científico
Na parte sul e central do Oceano Pacífico, mais de mil ilhas espalhadas formam a chamada Polinésia. A região foi ocupada por meio de uma série de viagens, em que pequenos grupos de pessoas desbravaram o oceano em canoas e saltaram de ilha em ilha, ao longo de gerações.
Existem histórias orais sobre as navegações, mas não se sabe exatamente quando e em que sequência essas viagens aconteceram. A expansão ocorreu rapidamente, e por isso não há mudanças drásticas de idioma ou cultura entre as populações.
Agora, uma equipe de cientistas recorreu à genética para montar o grande quebra-cabeça da migração na Polinésia, mapeando o caminho de colonização das ilhas.
Eles sequenciaram o DNA de 430 habitantes atuais de 21 ilhas. Por meio de análises computacionais de ancestralidade, os pesquisadores descobriram que a expansão partiu da ilha de Samoa por volta do ano 830 d.C. Ao longo de 17 gerações, as populações chegaram até a Ilha de Páscoa.
Pesquisadores analisaram o DNA de populações atuais para mapear a ocupação da Polinésia. Veja por onde eles passaram até chegar na Ilha de Páscoa