“Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho. Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!”
🌹Machado de Assis

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“Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho. Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!”
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A tecnologia e suas inovações…e curiosidades.
Invenções incríveis que vale a pena conhecer!

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Mulheres grávidas devem tomar cuidado com o paracetamol, priorizando a menor dose eficaz, pelo tempo mais curto possível, e apenas sob orientação médica. Apesar de ser visto como seguro durante a gestação, uma nova recomendação alerta para possíveis danos ao desenvolvimento do bebê.
Pesquisadores dos Estados Unidos, países da Europa e Brasil divulgaram uma declaração de consenso no periódico Nature Reviews Endocrinology no qual revisam estudos publicados nos últimos 25 anos e que associam a medicação a eventos adversos.
O uso da droga foi associado a um risco aumentado de problemas no neurodesenvolvimento da criança, como Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno do Espectro Autista (TEA) e problemas na aquisição de linguagem, além de malformações genitais, com problemas reprodutivos e até infertilidade.
Embora os estudos não sejam conclusivos e não comprovem uma ação direta do paracetamol, as evidências observadas foram consideradas suficientes para que o alerta fosse emitido, segundo Anderson Martino Andrade, professor do Departamento de Fisiologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e um dos autores do consenso, divulgado no fim de setembro.
Apesar de ser isento de prescrição, uso inadequado do medicamento pode afetar o desenvolvimento do bebê, segundo novo consenso científico
Paracetamol deve ser usado com cautela na gestação, alertam pesquisadores
publicado originalmente em Veja saúde

A COP26, conferência da ONU sobre a emergência climática realizada em Glasgow, na Escócia, terminou com a aprovação de um documento que registra alguns avanços históricos no enfrentamento do problema. No entanto, os êxitos ainda estão bem aquém do necessário para garantir que a humanidade escapará dos efeitos mais arriscados do aquecimento global.
Entre outros pontos modestamente positivos, o texto aprovado em Glasgow por representantes diplomáticos de quase 200 países cita de maneira direta a diminuição do uso de carvão mineral (proporcionalmente, o mais poluente dos combustíveis fósseis) e o corte de subsídios para os combustíveis fósseis como um todo. Parece algo básico, mas o fato é que o carvão e os combustíveis fósseis nunca tinham sido citados “pelo nome” em nenhum documento das 25 COPs anteriores.
Após um final dramático, último documento da Conferência de Mudanças Climáticas da ONU também enfatiza o corte gradual do uso do carvão.
COP26 aprova documento que pede redução de subsídios a combustíveis fósseis
publicado originalmente em superinteressante

Jeremy Lockwood é um clínico geral aposentado que decidiu se aventurar na paleontologia. O britânico, que faz PhD na Universidade de Portsmouth (Inglaterra), passou cerca de quatro anos desempacotando e catalogando ossos guardados nas coleções do Museu de História Natural de Londres e do Museu da Ilha dos Dinossauros, localizado na Ilha de Wight. Mas foi durante as restrições impostas pela pandemia que ele fez sua maior descoberta: uma espécie inédita de dinossauro.
Por mais de um século, os cientistas acreditaram que havia apenas dois tipos de dinossauros iguanodontes na Ilha de Wight, o Iguanodon bernissartensis e o Mantellisaurus atherfieldensis, já que apenas estes haviam sido registrados na região. Iguanodonte é um gênero de dinossauro herbívoro e bípede que habitou a Terra há cerca de 126 milhões de anos.
Porém, enquanto estudava pedaços de crânio de um deles, Lockwood percebeu que ele tinha um osso nasal arredondado. Lembrava um “nariz de batata” – uma frente mais achatada com os lados mais abertos.
Como ex-médico e conhecedor da anatomia humana, Lockwood sabia que os ossos do Homo sapiens eram obrigatoriamente todos iguais – e que isso não seria diferente com os dinos. E acontece que o Mantellisaurus, espécie à qual o fóssil havia sido atribuído, possui o osso nasal mais reto.
O aposentado, que se propôs a medir e fotografar cada amostra estudada, percebeu ainda que o espécime não era apenas narigudo, mas também tinha um sorrisão: 28 dentes, enquanto o Mantellisaurus possuía 23 ou 24.
Estudante de paleontologia, ele percebeu a novidade ao catalogar fósseis atribuídos a uma outra espécie – e que estavam guardados desde 1978.
Médico aposentado descobre nova espécie de dinossauro narigudo
publicado originalmente em superinteressante
Assunto interessante e diferente? Temos!
Uma pouco da história da escrita com uma maneira ágil de explicar.
Átila Iamarindo aqui!

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O tempo além de estar passando, está se esgotando…seres humanos, como somos tontos!
Os nove limites que equilibram a Terra.
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Professora Lúcia Helena Galvão trazendo conhecimento e luz para nosso dia…
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