Zoom: nos bastidores do sorriso

Os dentes entregam nosso estado de espírito: podem dar as caras tanto num momento de alegria como num esgar de sofrimento. Quem também aparece (ou padece) é a dentina, a camada que dá corpo a cada unidade da arcada dentária e fica recoberta pelo esmalte dental. Quando essa capa e o conteúdo são corroídos por algum problema, o sorriso tende a se esvair e a dor marca presença.

70% dos brasileiros chegam a ter algum grau de sensibilidade dentária, ligada à erosão do esmalte e à exposição da dentina.

30% de queda em cáries: foi o que registrou o governo brasileiro desde 2003. A encrenca pode comprometer a dentina e a vizinhança.

Foto de microscopia eletrônica expõe a dentina

Zoom: nos bastidores do sorriso

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “A verdade não é fruto da opinião – Prof. Lúcia Helena Galvão Nova Acrópole” no YouTube

Um excelente dia,e a essencial companhia da Professora Lúcia Helena Galvão.

Vamos expandir a mente.🌻

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Paciência…pelo Dalai Lama

“A paciência é cultivada através do processo racional de análise. É essencial começar nosso treinamento da paciência quando estamos calmos, e não quando sentimos raiva.”

🌷Dalai Lama

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Montanha mais alta da Suécia está encolhendo com as mudanças climáticas

Um estudo recente descobriu que a montanha mais alta da Suécia, chamada Kebnekaise, está diminuindo de tamanho por conta das mudanças climáticas. A Kebnekaise faz parte dos Alpes Escandinavos e tem dois picos: um ao sul, coberto por uma geleira em processo de derretimento, e outro ao norte – rochoso e, portanto, estável.

Em 14 de agosto deste ano, o pico sul da montanha estava a 2.094,6 metros de altitude. Essa é a altura mais baixa registrada desde a década de 1940, quando pesquisadores da Universidade de Estocolmo iniciaram as medições. A altura registrada agora também é dois metros mais baixa do que a altura registrada em agosto de 2020.

Os pesquisadores usam métodos fotogramétricos para mapear a geometria do cume. Eles consideram uma margem de erro de 0,2 metro e realizam as comparações acompanhando as diferenças de altura da geleira ao longo do ano. Normalmente, a altura do pico sul pode variar de dois a três metros entre o verão e o inverno, por exemplo, devido ao deslocamento da neve e derretimento do gelo com o clima quente.

A montanha Kebnekaise encolheu 2 metros em um ano devido ao derretimento da geleira que cobre seu pico sul. Agora, apresenta a altura mais baixa desde 1940.

Montanha mais alta da Suécia está encolhendo com as mudanças climáticas

publicado originalmente em superinteressante

Assista a ““Ivermectina é para o gado”, informam os EUA. PMs ameaçam aderir às falanges fascistas e FA assistem” no YouTube

Bob Fernandes em uma análise precisa e cirúrgica…

Anda,vai logo…

FORAAAAA BOLSONARO 🤡

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Assista a “RAUL SEIXAS, O TEÓLOGO” no YouTube

Coisa rara é quem não goste de Raul Seixas …bem, talvez Freud explique…

Um poeta místico,atual mais do que nunca,ele é o símbolo do questionamento e da transformação.

Toca Raul!!!!

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Demência também pode aparecer em adultos jovens

Muito associada a idosos, a demência também acomete adultos jovens. Nessa fase da vida, uma das principais causas do problema é a doença vascular — sozinha ou combinada com o Alzheimer. É o que confirma um estudo inédito feito pelo Biobanco da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) já submetido para publicação em revista científica e que está em processo de revisão por pares.

Para chegar ao resultado, os cientistas analisaram o cérebro de 275 indivíduos com menos de 65 anos. Em 10% dos casos, foi identificada a chamada demência vascular, que ocorre por danos causados pela falta de circulação do sangue. “Lesões no cérebro provocadas pela doença dos vasos cerebrais são tão frequentes quanto as lesões da doença de Alzheimer”, afirma Roberta Diehl Rodriguez, neurologista e pesquisadora do grupo de neurologia cognitiva e do comportamento do Biobanco da USP.

Estudo da Universidade de São Paulo analisou o cérebro de 275 indivíduos com menos de 65 anos — e encontrou alterações compatíveis com demência em 10%

Demência também pode aparecer em adultos jovens

publicado originalmente em Veja saúde

Paz…pelo Buda

“A paz vem de dentro de você mesmo. Não a procure à sua volta.”

🌷Buda

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Cientistas encontram cérebro de caranguejo-ferradura de 310 milhões de anos

Vestígios como ossos, dentes e conchas de animais podem ser preservados em fósseis por milhões de anos. Já os tecidos moles, como os órgãos internos, são mais delicados e propensos à deterioração rápida, então é raro que sobrevivam para contar a história. Por isso, a descoberta recente de um cérebro de 310 milhões de anos em Illinois, nos Estados Unidos, animou os cientistas.

O cérebro pertenceu a um caranguejo-ferradura – que, apesar do nome, é uma espécie mais próxima das aranhas e dos escorpiões do que dos caranguejos em si. É o primeiro cérebro fossilizado já encontrado da espécie. A descoberta foi feita no depósito Mazon Creek, um local conhecido por abrigar registros geológicos do Período Carbonífero (de 360 a 290 milhões de anos atrás).

Como há poucos registros fósseis de tecidos moles de animais, os cientistas não sabem muito sobre a evolução e a própria fossilização desses tecidos. A nova descoberta, descrita em um estudo na revista Geology, preenche algumas das lacunas de conhecimento.

Órgãos internos são delicados e mais propensos à deterioração rápida. A descoberta do cérebro milenar revela um mecanismo de fossilização raro.

Cientistas encontram cérebro de caranguejo-ferradura de 310 milhões de anos

publicado originalmente em superinteressante

Cochilos não compensam horas de sono perdidas à noite, diz estudo

Quem nunca dormiu super mal e achou que um cochilo durante o dia compensaria os estragos das horas de sono perdidas? Pois é, mas pesquisadores do Laboratório de Sono e Aprendizagem da Universidade Estadual do Michigan (MSU) surgem na história com um balde de água fria: em estudo, eles mostraram que essa tática não funciona se a ideia é atenuar os déficits cognitivos após uma madrugada agitada.

“Há alguns anos já vem se discutindo e estudando a utilidade do cochilo de dia, mas esse estudo foi bem interessante porque ele analisou não só se a pessoa cochilou ou não, mas o estágio do sono alcançado”, comenta a médica Dalva Poyares, pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo. “A sensação de cansaço pode estar ligada à qualidade do cochilo e se os indivíduos conseguem entrar em níveis mais profundos do sono ou não. Por isso é importante ter esse registro”, explica.

Pesquisa americana indica que, se o cochilo for de qualidade, os prejuízos até são amenizados – mas a soneca não reverte totalmente o estrago

Cochilos não compensam horas de sono perdidas à noite, diz estudo

publicado originalmente em Veja saúde