No dia 2 de dezembro Minas Gerais completa 301 anos. Para comemorar este maravilhoso estado, nada melhor do que conhecer sua história e as diversas cidades. Então conheça Minas Gerais através das 5 igrejas históricas mais impressionantes.
Santuário de Bom Jesus de Matosinhos – Congonhas
Imagens por Paula Santinati
Conheça Minas Gerais através das 5 igrejas históricas mais impressionantes.
Você chega junto à geladeira do supermercado e se depara com uma grande variedade deiogurtes: e agora, qual escolher?
Essa dúvida é mais comum do que se imagina e, para ajudar a encontrar a melhor resposta, vamos considerar alguns aspectos, como lista ingredientes, composição nutricional, sabor e também conveniência para o consumo.
Essas bactérias devem estar vivas e em dose adequada até o momento do consumo. Mas não confunda: só isso não faz do iogurte um alimento probiótico.
Para que o produto receba essa denominação, deve ocorrer a adição de micro-organismos pertencentes aos gêneros bacterianos Lactobacillus e Bifidobacterium, que comprovadamente conferem benefícios à saúde.
Açúcar, gordura, proteína, cálcio, probióticos… As diferenças entre os iogurtes vão muito além do sabor. Veja o que levar em conta na hora da compra
As impressoras 3D já foram usadas para imprimir pontes, carnes, órgãos, e agora, uma espécie de gelatina viva. Pesquisadores da Universidade Harvard criaram uma biotinta feita de bactérias E. coli, que pode ser impressa na forma de um gel. A “receita” da tinta foi publicada no periódico Nature Communications.
Essa substância não é a primeira tinta viva. Cientistas já haviam criado géis feitos de diferentes microrganismos em conjunto com polímeros, que ajudam a dar estrutura ao objeto impresso. A diferença é que o novo material não contém polímeros – ele é composto inteiramente de bactérias geneticamente modificadas.
O primeiro material feito inteiramente de E. coli poderia, no futuro, ser usado para construir objetos que se regeneram
Em Pernambuco, cada vez mais pessoas sofrem de uma coceira intensa, com feridas avermelhadas na pele. Os casos começaram a aparecer no início de outubro, em Recife, capital do estado. Desde então, há pelo menos 264 pessoas com os sintomas, segundo a Secretaria de Saúde de Pernambuco.
E o número pode ser ainda maior. Incluindo informações divulgadas pelas prefeituras, o Estado já teria chegado a 427 casos. Estima-se que, em apenas uma semana, os casos da coceira mais que dobraram. E a preocupação se estende a estados vizinhos: a Paraíba já investiga 11 casos suspeitos.
A doença está sob investigação, e ainda não se sabe a causa da coceira misteriosa – escabiose (ou sarna), arboviroses e alergias estão entre possibilidades levantadas por secretarias de Saúde. O surto pode estar relacionado ao uso indiscriminado de ivermectina.
É o que diz um artigo publicado por pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Ele foi publicado em agosto na revista Research, Society and Development, e alertava que um surto de escabiose resistente poderia acontecer. O artigo foi republicado na última sexta-feira (26) pela universidade.
Em agosto, pesquisadores alertaram que uso indiscriminado desse medicamento durante a pandemia poderia provocar um surto de sarna humana. Agora, há centenas de pessoas com sintomas típicos da doença.
“O que eu sinto eu não ajo. O que ajo não penso. O que penso não sinto. Do que sei sou ignorante. Do que sinto não ignoro. Não me entendo e ajo como se entendesse.”
“Natural que o mau humor nos assombre em alguns momentos, não somos perfeitos e intocáveis pelas mazelas da vida. Dar um chega prá lá nele é que define o estado mental e vibracional que iremos manter, sempre existe um motivo para sorrir, insista nisso!”
Ela é um dos tormentos da saúde pública brasileira, se agravou na última década e, apesar de ter aparecido muito menos no noticiário por causa do coronavírus, continuou aprontando pelo país. Segundo o Ministério da Saúde, os dois anos com mais casos de dengue registrados por aqui foram, respectivamente, 2015 e 2019, com mais de 1,5 milhão de episódios estimados cada um.
Mesmo sendo alvo de campanhas de conscientização todo verão, ainda que a doença dê as caras nos 12 meses, o combate ao Aedes aegypti, mosquito que transmite o vírus entre nós, sofreu um duro baque na pandemia.
Com os esforços destinados à Covid-19, o antigo inimigo ficou em segundo plano, seguiu fazendo vítimas e, agora, com a vacinação freando o coronavírus e as pessoas ensaiando um retorno à normalidade, especialistas temem que a dengue volte com tudo em 2022.
“Os picos epidêmicos acontecem de três a cinco anos, então era esperada uma redução em 2020 e 2021. Só que houve subnotificação dos casos devido à atenção dos médicos estar direcionada à Covid-19”, nota a infectologista Melissa Falcão, da Comissão de Arboviroses da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). A consequência é uma espécie de apagão nos dados concretos e projeções mais turvas para o curto prazo.
Vacinas, mosquitos transgênicos, bactérias que ajudam a combater o vírus… Conheça estratégias inovadoras para conter a dengue no Brasil
Imagens das fileiras de balsas de garimpo no Rio Madeira, perto do município de Autazes, no Amazonas, percorreram o Brasil e o mundo desde o começo da semana. Diretora de Ciência no IPAM e coordenadora do MapBiomas Fogo, Ane Alencar lembra que a atividade garimpeira na Amazônia “sempre existiu, mas nunca com estas proporções”: segundo… Garimpo […]