Em meio à pandemia do coronavírus, não podemos esquecer da dengue

Com o coronavírus, aprendemos a importância do esforço coletivo contra uma doença. Podemos usar essa lição para diminuir a incidência da dengue, doença que pode ser prevenida ao controlar o Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus.

Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), o Brasil registrou cerca de 1,5 milhão de casos de dengue em 2020. O Ministério da Saúde aponta que os números continuaram a subir nos primeiros meses de 2021, em diversas regiões.

Só a cidade de São Paulo teve 6 408 casos entre janeiro e maio, o triplo do mesmo período no ano passado.

Entender os hábitos do mosquito é uma das armas para impedir a sua proliferação. Mortes também podem ser evitadas ao se procurar atendimento na hora certa e receber o diagnóstico correto. No contexto atual, é importante entender as diferenças entre os sintomas de dengue, gripe e Covid-19.

Horário da picada do Aedes aegypti

Com quase um centímetro de comprimento, o Aedes aegypti se assemelha a um pernilongo comum, mas tem uma característica notável. “Facilmente vemos as listras brancas na região do abdômen, na porção mais final do corpo do mosquito e pernas zebradas, listras brancas”, explica a bióloga Patricia Jacqueline Thyssen, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Entenda os hábitos do mosquito e formas de transmissão do vírus para se prevenir; aproveite para aprender a diferenciar sintomas da dengue e da Covid-19

Em meio à pandemia do coronavírus, não podemos esquecer da dengue

publicado originalmente em Veja saúde

Asma: conhecimento e tratamento são a chave para uma boa qualidade de vida

Dificuldade para respirar, respiração curta e rápida, tosse seca, chiado e aperto no peito. Quem convive com a asma fora de controle e enfrenta as crises provocadas pela doença conhece bem esses sintomas. Além disso, pode ter que lidar com complicações como insônia, limitações para se exercitar e fazer atividades em geral, hospitalização nos casos mais graves, entre outras.

Essa é uma das doenças crônicas mais comuns e afeta crianças, adultos e idosos. Trata-se de um problema de saúde pública e uma causa importante de falta às aulas escolares e ao trabalho. Estimativas apontam que ela acomete cerca de 300 milhões de pessoas no mundo e aproximadamente 20 milhões de brasileiros.

Os especialistas ainda não sabem explicar exatamente o que desencadeia a doença, mas acreditam que seja um conjunto de fatores, que englobam histórico familiar e causas ambientais. A asma é uma inflamação crônica dos brônquios, os canais que levam ar aos pulmões, e que piora diante da exposição aos alérgenos, como fungos, pelos de animais de estimação, fumaça de cigarro, poluição, cheiros fortes e ar muito frio, por exemplo.

A asma não tem cura, mas tem controle. Isso significa que a pessoa vai precisar lidar a vida toda com a doença. Portanto, é essencial que ela procure um especialista e faça o tratamento indicado pelo seu médico constantemente e não só durante as crises. Também é importante que marque consultas periódicas com o profissional para acompanhamento do quadro. Afinal, se o indivíduo seguir direitinho as instruções do seu médico e mantiver o tratamento em dia, poderá ter uma boa qualidade de vida.

Aderência aos cuidados necessários para tratar a doença permite que os asmáticos vivam e respirem de forma plena

Asma: conhecimento e tratamento são a chave para uma boa qualidade de vida

publicado originalmente em Veja saúde

Já cuidou dos seus pés hoje?

Milênios antes de os tênis de corrida surgirem, nossos antepassados já andavam em alta velocidade por aí. Não por esporte: eram tempos de caça ou caçador. Em meio à concorrência com outros animais, o ser humano também pulava, escalava e escapava dos obstáculos pelo caminho. Para ter sucesso em suas jornadas diárias, nossa espécie dependia de uma tecnologia avançada que já vinha de fábrica: os próprios pés.

Mas, com o avançar dos séculos, os calçados que foram inventados inicialmente para protegê-los do frio ou de pedras e espinhos se converteram em algo a mais. Andamos dentro de casa de chinelo, vamos ao escritório de sapato e ainda nos exercitamos com tênis que potencializam nossas habilidades naturais. Daí que os pés não precisam mais fazer o trabalho duro de antigamente. E isso pode se tornar um problema.

“Nossos pés têm mais de 150 elementos, entre músculos, articulações e ligamentos. Mas hoje ficam muito tempo acomodados em calçados mais rígidos e estruturados”, explica a educadora física Isabel Sacco, coordenadora do Laboratório do Movimento e Postura Humana da Universidade de São Paulo (USP).

Eles nos levam para cima e para baixo e, em geral, não ganham a devida atenção. Mas podem e devem receber cuidados — e tem até exercícios para essa dupla

Já cuidou dos seus pés hoje?

publicado originalmente em Veja saúde

Reabilitação pós-Covid: como a alimentação pode ajudar?

Pesquisas indicam que ajustes na dieta e no estado nutricional colaboram para a recuperação e a qualidade de vida após a infecção pelo coronavírus.

Após mais de um ano do início da pandemia da Covid-19, todos nós imaginávamos que, a esta altura, já estaríamos livres da doença. Infelizmente isso não aconteceu e, com o aumento de casos nos últimos meses, é importante conhecermos os melhores cuidados na fase de recuperação do problema, que pode abranger, inclusive, adaptações na alimentação.

Reabilitação pós-Covid: como a alimentação pode ajudar?

publicado originalmente em Veja