Já imaginou dar de cara com um ´rato espacial` no seu quintal? Para quem achava que isso seria coisa do futuro, se enganou. Já temos os primeiros ratinhos espaciais da história correndo entre nós. Eles nasceram do esperma de camundongos congelados, lançados em 2013, que estiveram durante seis anos […]
Um estudo publicado recentemente sugere que realizar atividades estimulantes para a mente (como ler e montar quebra-cabeças) durante a velhice pode adiar em até cinco anos o aparecimento do Alzheimer – doença neurodegenerativa cujos principais sintomas incluem perda de memória e confusão mental.
A hipótese de que manter o cérebro ativo atrasa a manifestação da demência já havia aparecido em pesquisas anteriores, mas os pesquisadores responsáveis por este estudo quiseram testá-la e investigar a relação entre diferentes níveis de atividade cognitiva e a idade de início do Alzheimer.
Pesquisadores analisaram 1,9 mil idosos por um período médio de 7 anos e perceberam que atividades como ler e montar um quebra-cabeça davam vantagens para quem as realizava com frequência.
Ao combinar uma enzima encontrada em vagalumes com uma proteína capaz de se ligar ao novo coronavírus, pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) desenvolveram uma nova estratégia para detectar em amostras biológicas anticorpos contra o patógeno causador da Covid-19.
A enzima usada na pesquisa pertence à classe das luciferases, cujo papel é catalisar reações que transformam energia química em energia luminosa – fenômeno que genericamente recebe o nome de bioluminescência. Dentre todas as luciferases conhecidas, aquela produzida pelo vagalume Amydetes vivianii é uma das que geram bioluminescência mais brilhante e estável.
Estudo mostra como a biodiversidade de nossas florestas e a ciência, juntas, podem trazer soluções inovadoras para o nosso dia a dia
Algumas pessoas falam com si mesmas o dia todo; outras têm mentes silenciosas. Algumas formam imagens mentais vívidas; em outras, o olho da mente é cego. Faz poucas décadas que os psicólogos criaram ferramentas para investigar nosso fluxo de consciência. Até que ponto podemos acessar – e explicar – o interior de nossas próprias cabeças?
A startup brasileira In Situ Terapia Celular desenvolveu, com apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da Fapesp, um biocurativo para o tratamento inteligente de feridas e queimaduras.
O produto, que tem a aparência de uma lente de contato, é obtido a partir de células-tronco e de um hidrogel, impresso a partir em uma bioimpressora 3D. Ele pode ser aplicado diretamente sobre a pele, de forma mais eficiente em relação às opções atuais.
Não é por acaso que o cão é conhecido como o melhor amigo do homem. Se você tem um companheiro de quatro patas, provavelmente sente que ele te entende apenas com um olhar (ou alguns poucos gestos). Essa aptidão dos cães para se comunicar e interagir conosco remete ao passado evolutivo do animal – e um estudo acaba de oferecer as maiores evidências para isso até agora.
A teoria que o estudo buscou confirmar é de que as habilidades que permitem aos cães entenderem gestos humanos – o que nós sentimos e queremos dizer em algumas situações – vem do processo milenar de domesticação.
Pesquisadores compararam filhotes de cachorro e de lobo em testes e desafios. Os cães foram 30 vezes mais propensos a se aproximar de um humano desconhecido, confirmando uma hipótese evolutiva.
O cerebelo, uma área na parte de trás do cérebro responsável pelos movimentos e pelo controle das emoções, muda de tamanho ao longo do ano: seus dois hemisférios chegam a crescer 8% no auge do verão, e encolher quase 7% na parte mais fria do inverno. Essa foi a conclusão de um estudo (1) da Universidade Yale que analisou os exames de ressonância magnética de 3.279 pessoas, coletados ao longo de 15 anos.
Essa variação de tamanho também se manifesta na “matéria branca”: a parte do cérebro que é formada por células gliais (que levam nutrientes e dão suporte aos neurônios) e corresponde a quase metade do órgão.
Parte dele cresce no verão e diminui no inverno – e isso pode estar relacionado a mudanças de comportamento.
Na verdade, são aproximadamente 133.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 átomos. Tem 48 zeros aí. Conheça o número de átomos de algumas outras coisas.Bolsonaro, hoje (9), estimou que a Terra tem 271 átomos. Não vamos nos alongar no contexto: essa pérola está em um vídeo no qual o presidente defende novamente que houve fraude nas eleições de 2014 – uma afirmação que não contém um átomo de verdade. Para os curiosos, o vídeo está no tweet abaixo…