Morcegos adquirem senso de direção com ajuda de suas mães, indica estudo

Já pensou ser carregado de cabeça para baixo, no escuro, para aprender a se localizar em um lugar? Parece desconfortável, mas essa aventura estranha faz parte da rotina de morcegos bebês – e é essencial para que eles façam voos independentes depois, segundo as descobertas de um novo estudo.

Os morcegos são os únicos mamíferos capazes de voar e fazer viagens noite afora a partir de uma habilidade especial: a ecolocalização. Eles emitem ondas sonoras inaudíveis para nós (os ultrassons), que atingem obstáculos no ambiente e retornam na forma de ecos. A partir deles, o animal consegue identificar onde o caminho está livre.

Os pesquisadores já identificaram que, em muitas espécies (como entre os morcegos frugívoros egípcios), a mãe carrega o filhote enquanto voa procurando por comida. Ele se agarra ao corpo da mãe com a mandíbula, prendendo os dentes ao redor do mamilo, e com os dois pés.

Isso acontece com filhotes que podem chegar a 40% do peso da mãe – uma baita mala sem alça. Não estava claro por que as mães adotam esse comportamento, em vez de deixar seus filhotes na caverna, como fazem algumas espécies.

Mães morcego passeiam com seus bebês de cabeça para baixo até eles atingirem dez semanas de vida. O comportamento parece ser algo essencial para a independência do mamífero.

Morcegos adquirem senso de direção com ajuda de suas mães, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Caras…por Clarice Lispector

“Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo.”

😉Clarice Lispector

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Assista a “Cebola Frita Crocante na AirFryer – Crispy – Fritadeira Sem Óleo” no YouTube

Cebola crocante é aquele acompanhamento perfeito e que vai bem com tudo…na Airfryer fica saudável também!

Maurício Rodrigues aqui!

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Caminho do coração…por Mágica Mistura

“Reconhecer e abraçar nossa missão de vida. Essa é a maior e mais importante aventura de nossa existência…o mais curioso é que não há nada de mágico ou misterioso, é o caminho natural do nosso coração, prestemos atenção nele.”

Mágica Mistura

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Menos sódio nos industrializados, menos males cardíacos

Ministério da Saúde, empresas vinculadas à Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) fizeram reduções no teor de sódio em várias categorias alimentícias entre 2011 e 2017.

Cruzando essas mudanças com dados do IBGE sobre a dieta do brasileiro, o biólogo Eduardo Nilson, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP), descobriu o seguinte: até 2032, a medida tende a evitar 180 mil casos de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC.

Além disso, cerca de 2,6 mil mortes por males do tipo podem ser poupadas. “Esse número sobe para 14 mil se considerarmos outros problemas causados pelo abuso de sódio”, conta Nilson. “É bastante coisa, mas devemos avançar na redução, inclusive aprimorando esse acordo”, analisa o pesquisador.

  • Olho nos rótulos: o limite de sódio por dia é 2 000 mg, o que representa 5 g de sal.

Sal na comida ainda é a maior preocupação

Embora o consumo de industrializados venha aumentando por aqui, Nilson conta que as fontes mais relevantes de sódio na rotina do brasileiro ainda são o sal de cozinha e os temperos à base de sal. Mais de 70% do mineral ingerido ao dia vem dessa dupla. “Eles são necessários para preparar as refeições, mas é preciso usar com moderação”, aconselha o profissional da USP.

Levantamento atesta importância de rever a fórmula de alimentos processados

Menos sódio nos industrializados, menos males cardíacos

publicado originalmente em Veja saúde

Covid-19: quando o medo de sair de casa se torna preocupante?

Em um dos episódios da série “Solos”, da Amazon Prime Video, uma mulher fica isolada em casa por 20 anos para se proteger de um vírus mortal. O problema é que as restrições tinham acabado há muito tempo – mas ela se nega a sair.

Esse comportamento é conhecido como “síndrome da caverna” e não está tão distante de nossa realidade – guardadas as devidas proporções, obviamente. Após quase dois anos de pandemia de coronavírus, é preciso ficar atento para avaliar se o medo não ultrapassou o limite do razoável.

É claro que o fato de recebermos novas informações o tempo todo, como a do potencial risco da variante Ômicron, não ajuda muito. “Até quem estava louco para sair de casa sentiu uma frustração muito grande. Fora o balde de água fria, veio o medo de que o isolamento total seja necessário novamente”, comenta Claudia Oshiro, especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva pela Universidade de São Paulo (USP).

A falta de confiança nas informações divulgadas por líderes e governantes só piora a situação, na visão de Daniel Kupermann, psicanalista e professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Some isso a uma característica da nossa natureza, que é demorar um pouco a reagir.

“A psicanálise tem um termo chamado de inércia psíquica. É a resistência do ser humano em aderir a novidades. Sair de casa, depois de tanto tempo, transformou-se em algo novo para nós. E isso é normal para quem ficou um ano e meio em casa com medo de ser contaminado”, afirma o especialista.

Novas variantes e dados conflitantes provocam receio, mas é preciso prestar atenção aos sinais de que o medo ultrapassou o limite do razoável

Covid-19: quando o medo de sair de casa se torna preocupante?

publicado originalmente em Veja saúde

Animais passaram a viver na “ilha” de lixo que flutua no Pacífico, indica estudo

Você já deve ter ouvido falar em uma “ilha” de lixo que existe no oceano Pacífico. A chamada Grande Porção de Lixo (um nome apropriado, convenhamos) se espalha por cerca de 1,6 milhão de quilômetros (maior que o estado do Amazonas) e, na verdade está mais para uma sopa de detritos: são 79 mil toneladas de lixo, reunido pela corrente marítima.

Desse total, a maioria é plástico, proveniente de navios e das costas americana e asiática. E há uma grande variedade: desde grandes objetos (como material de pesca) a minúsculos pedaços, conhecidos como microplásticos, que surgem à medida que o material se fragmenta.

Não é difícil imaginar o estrago que isso pode fazer nos ecossistemas marinhos. A concentração de plástico pode impedir que algas e plânctons, por exemplo, recebam luz solar suficiente, prejudicando cadeias alimentares inteiras num efeito dominó. Outro impacto é a “pesca fantasma”, que acontece quando animais ficam presos em redes de pesca abandonadas.

Espécies costeiras estão vivendo nesse habitat plástico, conhecido como Grande Porção de Lixo do Pacífico – o que ameaça ecossistemas marinhos e terrestres.

Animais passaram a viver na “ilha” de lixo que flutua no Pacífico, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Conselho…por Khalil Gibran

“Anda, parar é covardia e olhar para a cidade do passado é ignorância.”

🍀Khalil Gibran

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Faça um esporte e envelheça bem melhor

Um grande elenco de pesquisas já comprovou que a prática de atividade física eleva a qualidade e a expectativa de vida. Mas, em busca dos detalhes biológicos desses benefícios, cientistas da Universidade do Sul da Dinamarca foram olhar o que acontece no interior das células quando praticamos regularmente esportes como futebol e handebol.

E descobriram que o hábito interfere tanto no comprimento dos telômeros — as extremidades dos cromossomos, os pacotes que carregam os genes — quanto na função da mitocôndria, a usina de energia das células. Esse é o primeiro estudo do planeta a investigar esses efeitos, e, para tanto, os experts examinaram 129 mulheres saudáveis que praticavam esportes coletivos.

Voltando à bioquímica das coisas, sabe-se que os telômeros diminuem com o passar do tempo, o que atrapalha a renovação celular e acelera o envelhecimento e a exposição a doenças. Segundo Marie Hagman, uma das autoras do trabalho, as jogadoras de futebol acompanhadas tinham os telômeros 23% mais longos que os do grupo controle.

Em paralelo, a mitocôndria, a bateria da célula, também fica com a capacidade reduzida com o avançar da idade. Telômeros preservados e mitocôndrias carregadas estariam, assim, na base de uma longevidade saudável. Ponto para os esportes!

Estudo aponta que efeitos de modalidades como futebol são visíveis até dentro das células

Faça um esporte e envelheça bem melhor

publicado originalmente em Veja saúde