“A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo…”
🦋 Machado de Assis

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo…”
🦋 Machado de Assis

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“Das folhas caídas fiz uma guirlanda, com as lágrimas escrevi um poema. As desilusões inspiraram a me renovar. As decepções transmutei em talento e compus a ária da minha existência…as tempestades usei como pano de fundo das minhas inúmeras alegrias. Assim, cumprindo a jornada, sigo juntando, tecendo e formando o espetáculo que chamo de vida!”

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“O que somos é consequência do que pensamos.”
✨Buda

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Espirros, coriza, congestão nasal, coceira na pele, no nariz, na garganta e nos olhos… Lá vem uma nova crise de rinite alérgica, e justo quando você precisa estar em sua melhor forma.
Muitas vezes os sintomas da doença surgem de forma inesperada e podem limitar a vida do paciente. Nariz entupido, por exemplo, pode levar a uma noite mal dormida e, consequentemente, falta de energia e concentração, causando irritabilidade para encarar aquela reunião importantíssima no trabalho. E os prejuízos não param por aí. Como curtir as férias e se divertir na praia, sem parar de espirrar? Ou assistir a um filme no cinema se os olhos estão irritados e coçando?
Segundo a Organização Mundial de Alergia (WAO, na sigla em inglês), essa é uma das condições crônicas mais comuns nos consultórios médicos e, ainda de acordo com a entidade, o número de pessoas que sofrem de rinite alérgica já supera 40 milhões em todo o mundo.
Entender suas causas, bem como as alternativas para prevenir e aliviar os sintomas das crises, é o caminho para uma vida mais saudável e tranquila.
Os sintomas incomodam e podem prejudicar o dia a dia de seus portadores. Saiba mais sobre o problema e veja como aproveitar o melhor da vida
6 verdades sobre a rinite alérgica
publicado em Veja saúde
Que hoje o Sol brilhe mais pra ti
Que nuvens de desesperança
Caso existam
Se dissipem , dissolvam
Ante a ternura do teu olhar
Te desejo :
Que teu mais sincero sorriso
Faça em teu rosto morada
Que cada ato,pensamento ,palavra
Torne teu dia mais claro,
Teu caminhar mais seguro
Tua existência mais rica
Que sempre,em todo tempo
Sem exceção alguma
Tu não deixes de acreditar
No Todo,no amanhã,na vida
Em Ti !
Paz e Luz ✨

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Gastronomia e simpatia?
Temos sim.
Paola Carosella aqui!

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A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) mantém uma “Lista Vermelha”, em que as espécies são classificadas com base na ameaça de serem extintas. Criada em 1964, ela é a fonte de informação mais abrangente no mundo sobre o estado de conservação de espécies de animais, fungos e plantas.
Na lista, as espécies são classificadas em categorias: “Pouco preocupante”; “Quase ameaçada”; “Vulnerável”; “Em perigo”; “Criticamente em perigo”; “Extinta na natureza”; e, por fim, “Extinta”. Contudo, existe uma oitava classificação, reservada às espécies cuja falta de informação impede a aplicação de um estado de conservação adequado.
Uma espécie “Deficiente em dados” não significa que ela seja misteriosa ou desconhecida – orcas e mamoeiros entram nessa categoria, mesmo sendo amplamente estudados – e sim que há pouca ou nenhuma informação disponível sobre a distribuição e abundância da espécie.
A Lista Vermelha é um recurso inestimável para grande parte dos trabalhos de conservação. Contudo, mais de 20 mil espécies são classificadas como deficientes em dados – uma a cada seis das registradas pela IUCN. E essa lacuna de informações pode comprometer pesquisas que dependam e se apoiam na lista.
Pesquisadores criam algoritmo que analisa espécies cuja falta de informação prejudicava a classificação de risco. Muitas delas, ao que tudo indica, correm mais risco do que o imaginado.
Como a inteligência artificial pode ajudar espécies ameaçadas de extinção
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Não lembro quando aprendi a ler (foi muito cedo, com certeza) procurava pela casa livros,gibis e revistas feito uma ratinha.
Culpa do meu pai… que ao invés de me presentear com bonecas , muitas e muitas vezes deu-me livros…
Meu pai está do outro lado já fazem quase 10 anos, e mesmo no hospital, em seus últimos dias, ele jamais abandonou os livros, praticamente se foi com um nas mãos.
Minha homenagem e carinho à todos os Pais, que como o “Seu Miro” , mais que provedores ou responsáveis, fazem do caminho de seus filhos uma oportunidade de crescimento e de busca pelo conhecimento.
Não lembro quando aprendi a ler…mas lembro do primeiro poema que declamei na escola.
“Meus oito anos” de Casimiro de Abreu…
Quanta ternura em palavras,nunca me esqueci do poema,nunca deixei de ser “ratinha”…e agora já na maturidade busco também como Casimiro e todos os poetas, trazer um tiquinho de doçura ,verdade e beleza através da escrita.
Obrigada ” Miro” 💘
Para meu Pai e todos os Pais :
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
De despontar da existência!
– Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor!
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d´estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias de minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
[…]
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Casimiro de Abreu
Paz e Luz ✨✨

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Muitas espécies de tartarugas não têm o sexo determinado por cromossomos X ou Y como nós, outros mamíferos e aves. O que define se um ovo dará origem a um bebê tartaruga macho ou fêmea é, na verdade, a temperatura ambiente.
Areias mais frias (a menos de 29°C) geram uma quantidade maior de machos; já ninhos mais quentes (acima dos 29 °C) geram mais tartarugas fêmeas. Em temperaturas intermediárias, a proporção é mais igualitária. Isso tudo é definido em um momento crítico do desenvolvimento do embrião: o segundo terço do período de incubação dos ovos.
Ou seja: temperaturas altas não são a praia dos machos – um sério problema em tempos de crise climática. Na Flórida, nos EUA, por exemplo, eles já não estão nascendo conforme o clima esquenta. A tendência é preocupante, afinal, pode empacar a reprodução do animal e reduzir populações.
Quem observou o fenômeno na Flórida foram pesquisadores do Turtle Hospital, um centro de resgate e reabilitação de tartarugas marinhas na cidade de Marathon, em funcionamento desde 1986. Nos últimos quatro anos, a equipe do lugar não encontra nenhum filhote macho por lá.
Esse período foi marcado por mudanças climáticas no estado americano, onde os últimos quatro verões bateram recordes sucessivos de temperatura. Bette Zirkelbach, gerente do Turtle Hospital, descreve o cenário como “assustador”.
Nos últimos quatro anos, pesquisadores da Flórida só encontraram fêmeas na região. A tendência pode ser perigosa para a sobrevivência das espécies.
Tartarugas macho desaparecem à medida que o clima esquenta
publicado em superinteressante

Duas equipes e um objetivo: não deixar a bola cair no chão. Parece esporte moderno, mas era assim esse jogo praticado por povos antigos da Mesoamérica.
Mais de 1,5 mil quadras já foram descobertas – e a mais antiga, na Guatemala, data de 1.400 a.C. O “jogo de bola”, chamado assim mesmo por pesquisadores, foi uma tradição que se estendeu do Caribe ao sudoeste dos Estados Unidos, variava regionalmente e impressionou europeus.
É que os espanhóis nunca tinham visto um jogo com bolas de borracha até chegarem ao México, na época das Grandes Navegações. Na verdade, eles nem conheciam a borracha. Chegaram até a enviar uma equipe de jogadores astecas à Espanha, para jogarem diante da corte de Carlos V.
O esporte impressionou espanhóis, aparece relacionado a sacrifício humano e era praticado com bolas de borracha – que podiam conter cinzas de gente.
Como era o jogo de bola da antiga Mesoamérica
publicado em superinteressante