“As manhãs são para café e contemplação”, já diria o policial Jim Hopper em um dos episódios de Stranger Things. Eis uma coisa que não faz parte da rotina de muita gente: deixar-se levar pelos próprios pensamentos. Uma pena: ao que tudo indica, esses pequenos momentos de reflexão podem ser mais recompensadores do que você imagina.
Eles podem aumentar a criatividade, aprimorar a imaginação e contribuir para a autoestima. Além disso, podem te ajudar na resolução de problemas. É o que sugere um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tübingen, no sul da Alemanha.
Novo estudo sugere que as pessoas subestimam o quão agradável (e envolvente) é deixar a mente vagar – um exercício que pode até ajudar a resolver problemas.
Os gatos na natureza são solitários e territoriais; contudo, evoluíram para adquirir as habilidades necessárias para o convívio em grupos – especialmente depois de serem trazidos para perto dos humanos. Um novo estudo sugere que há uma ligação entre essa sociabilidade e os microbiomas intestinais dos gatos domésticos; hormônios também podem explicar a razão de alguns felinos se darem melhor com seus colegas do que outros.
Os pesquisadores dividiram 15 gatos de abrigo em grupos, colocando cinco felinos aleatórios em três salas de 4 por 7 metros durante duas semanas. Nesse período, eles usaram câmeras de vídeo para observar o comportamento dos gatos e coletaram urina e fezes para medir hormônios e espécies microbianas presentes.
O microbioma intestinal é o conjunto de todos os microorganismos – como bactérias – que vivem no trato digestivo de animais e humanos; o bem-estar dessa fauna intestinal tem efeitos surpreendentes na saúde.
Entre os hormônios, os cientistas focaram na avaliação dos níveis de cortisol, testosterona (ambos ligados a comportamentos agressivos) e ocitocina.
Diferentes hormônios e bactérias intestinais influenciam, para mais ou para menos, a afetividade dos bichanos.
“O sol que nos aquece e gera vida, também é o mesmo que queima nossa pele e seca as águas. A percepção, sabedoria e discernimento são formas de não nos perdemos no fascínio e na ilusão. Algumas situações aparentemente benéficas, quando vividas em demasia, também trazem consigo o prejuízo do excesso.”