“Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.”

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Gratidão e aplausos a todos ,isso é Brasil!
👏👏👏👏👏🇧🇷🇧🇷🇧🇷

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Um bolo de chocolate todo dia, trás muito sabor e alegria 😋
Isamara Amâncio dá a dica!

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Após a cloroquina, azitromicina e ivermectina, surge o quarto cavaleiro do apocalipse: a proxalutamida. Assim como seus antecessores, trata-se de um medicamento normalmente usado para outra doença que está sendo promovido pelo presidente Jair Bolsonaro para combater a covid-19 – mesmo sem eficácia comprovada.
A droga, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Suzhou Kintor, é um bloqueador hormonal desenvolvido com o intuito de tratar o câncer de próstata. O medicamento ainda se encontra em fase de testes, e não é liberado pra comercialização em nenhum lugar do mundo. Ou seja: nem as pessoas com câncer de próstata, que são de fato o público-alvo do produto, têm acesso a ele.
Porém, o endocrinologista Flavio Cadegiani, que atua na clínica de emagrecimento Corpometria Institute, em Brasília, considerou que seria uma boa ideia testar a proxalutamida no Brasil para casos graves de covid-19.
Vale dizer que países como China, Reino Unido e França, que exploraram mais profundamente o reposicionamento de drogas (ou seja, o uso do remédio para fins que não o original), já haviam descartado a proxalutamida contra a covid-19. Mas este ainda não é o ponto. O grande problema é que os experimentos no Brasil – já no estágio dos testes clínicos, quando o remédio é usado em humanos –, estavam sendo conduzidos sem autorização da Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), o que é proibido.
O medicamento – um bloqueador hormonal usado contra câncer de próstata – foi testado no Brasil contra covid-19 sem aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. E houve erros de metodologia graves nos ensaios clínicos.
“Nova cloroquina”: entenda a polêmica por trás da proxalutamida
publicado originalmente em superinteressante
Sinta a brisa,viva o sempre
Pouse com asas de fada
No ponto mais distante da galáxia
Toque com tudo de bom,de belo
De etéreo e de concreto
Espalhe estrelas vibrantes
Nos tons mais sutis e perfeitos
Pois nosso destino é tão natural
Nosso espírito é tão profundo
Nítido e transcendental…
Que brota do nosso mais íntimo
O desejo e a realização
Vivamos todos os paralelos
O amor em toda sua dimensão
Sim, é só um leve toque
O bastante para tua essência
Germinar e florescer
Se permita, basta querer 🌻

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Camboriú SC Brasil
Monica Buonfiglio em um vídeo muito bom …
As flores,incensos e óleos esseciais sempre fizeram parte da história da humanidade, vamos conhecer mais sobre esse assunto?

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Nesta quinta-feira (26), teve início a votação da tese do marco temporal no Supremo Tribunal Federal (STF), que deve ser retomada na próxima quarta (1º). Diante disso, povos indígenas e apoiadores, que temem os impactos da medida sobre a demarcação de terras indígenas, se juntaram em Brasília para protestar. Mais de 6 mil indígenas foram ao Distrito Federal e formaram o acampamento “Luta pela vida”. É uma das maiores manifestações já feitas por povos originários.
Para entender essa discussão, é preciso voltar alguns anos. Em 2009, o STF teve que resolver um conflito envolvendo indígenas e produtores de arroz, que disputavam pela Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Na época, a decisão foi favorável aos povos originários, sob alegação de que estes já estavam no território quando foi promulgada a Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.
A tese, que teve a votação iniciada nesta quinta-feira (26), deve impactar 303 territórios indígenas em processo de demarcação.
Entenda o que é o marco temporal – e como ele afeta os povos indígenas
publicado originalmente em superinteressante

O sono é um momento de descanso e recuperação. Mas o que ainda não está claro para os cientistas é como o fluxo sanguíneo cerebral, importante para remover resíduos e fornecer oxigênio e nutrientes, muda enquanto estamos dormindo. Uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade de Tsukuba, no Japão, se dedicou a investigar isso. Em seu estudo, eles encontraram novas evidências de aumento do fluxo sanguíneo e renovação cerebral durante o sono REM: a fase em que acontecem os sonhos.
A equipe estudou camundongos durante os estados de vigília e sono, visualizando o movimento dos glóbulos vermelhos do sangue nos capilares cerebrais – vasos sanguíneos muito finos responsáveis pela distribuição e recolhimento do sangue nas células.
Em estudo com camundongos, o fluxo sanguíneo cerebral, importante para fornecer oxigênio e nutrientes, aumentou durante essa fase do sono, em que acontecem os sonhos.
Cientistas percebem maior “renovação” do cérebro durante o sono REM
publicado originalmente em superinteressante

Mãe Yanomami e filho com pintura facial Achiote, Amazonas, Venezuela – photo: Barbara Crane Navarro
« Achei que se os brancos pudessem me ouvir, eles convenceriam o governo a não deixar a floresta ser destruída … Agora, os garimpeiros infestam a floresta com a fumaça de seus motores e a fumaça do ouro e do mercúrio […]
Um apelo à natureza e dos povos indígenas! Não ao Projeto de Lei #490! … e uma mensagem de um xamã Yanomami … – atualizado
publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro