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Templo Polimata Caieiras SP Brasil

A dança…por Mágica Mistura

“Ela então ergueu os braços, e com toda gratidão de sua alma e coração, saudou o Universo e a vida, abençoando todo o caminho que abria-se à sua frente, traçou um esvoaçante rodopio, dançou com a chuva, o vento e as árvores…”

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Gratidão…por Mágica Mistura

“Ela ergueu as mãos e agradeceu …pelas dúvidas, pelas dificuldades, pelas pedras e espinhos. Agradeceu porque agora, decidida, plena e feliz, poderia finalmente iniciar seu caminho rumo ao desenvolvimento espiritual.”

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Amor…por Shakespeare

“Quando fala o amor, a voz de todos os deuses deixa o céu embriagado de harmonia.”

❤️William Shakespeare

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Cientistas descobrem bebê dinossauro dentro de fóssil de ovo

Um embrião de dinossauro perfeitamente preservado, com cerca de 66 milhões de anos, mostra que o comportamento de algumas aves tem origem no passado distante. Apelidado pelos pesquisadores de Baby Yingliang, o animal estava se preparando para sair do ovo. O fóssil foi descoberto em Ganzhou, no sul do país, e pertencia a um dinossauro terópode desdentado, ou oviraptorossauro.

“É um dos melhores embriões de dinossauro já encontrados na história”, disse à agência France Presse Fion Waisum Ma, pesquisador da Universidade de Birmingham e coautor de um artigo sobre o assunto publicado nesta terça-feira, 21, na revista iScience. Ma e seus colegas descobriram que a cabeça de Baby Yingliang estava abaixo de seu corpo, com os pés de cada lado e as costas curvados.

É um comportamento adotado pelos pássaros. Quando os pintinhos se preparam para chocar, enfiam a cabeça sob a asa direita para estabilizá-la enquanto quebram a casca com o bico. “Isso indica que esse comportamento nos pássaros modernos evoluiu e se originou entre seus ancestrais dinossauros”, disse Ma.

Oviraptorossauro, que significa “lagartos ladrões de ovos”, eram dinossauros com penas que viveram no que hoje é a Ásia e a América do Norte durante o período do Cretáceo Superior. Eles tinham formas de bico e dietas variadas, além de diversos tamanhos. Baby Yingliang mede cerca de 27 centímetros de comprimento, da cabeça à cauda, e fica dentro de um ovo de 17 centímetros no Museu de História Natural da Pedra de Yingliang.

Fóssil do embrião oviraptorossauro ‘Baby Yingliang’ encontrado em Ganzhou, província de Jiangxi, sul da China –

Apelidado pelos pesquisadores de Baby Yingliang, o animal estava se preparando para chocar

Cientistas descobrem bebê dinossauro dentro de fóssil de ovo

publicado originalmente em Veja

Três cenários possíveis com a variante Ômicron

Era só uma letra do alfabeto grego (ômicron significa um “o” pequeno; em oposição a ômega, que é um “o” grande) e o nome de um game meio obscuro: Omikron, de 1999, estrelado pelo cantor David Bowie (“acorde, povo de Omikron! Juntos podemos vencer”). Agora, é a coisa mais importante do mundo. É essa variante do coronavírus, que apareceu primeiro na África do Sul, mas já foi detectada em diversos outros países, que vai definir o nosso futuro. Ela tem 52 mutações, sendo 32 na proteína spike – os “espetos” que o vírus usa para se conectar às células (e que também são o alvo das vacinas e dos anticorpos). É muita coisa: quase quatro vezes mais mutações do que a variante Delta e suas nove alterações na spike.

Por isso, existe o receio de que a Ômicron seja mais transmissível, mais capaz de reinfectar quem já teve Covid e/ou consiga driblar parcialmente a proteção conferida pelas vacinas. Cientistas, indústria farmacêutica e autoridades de saúde estão correndo para tentar determinar quão perigosa a nova variante realmente é, e entender o que ela representa para o futuro da pandemia. Ninguém tem as respostas por enquanto. Mas, em linhas gerais, as principais possibilidades cabem em três cenários hipotéticos. Vamos a eles.

O cenário número 1 é o melhor de todos. Nele, a variante Ômicron não consegue se impor sobre as outras que já circulam. Ela chega a muitos países, mas não se torna dominante. Nessa hipótese, mesmo tendo um grau considerável de “escape imunológico” (capacidade de driblar os anticorpos induzidos pelas vacinas ou pela infecção por variantes mais antigas do Sars-CoV-2), ela não se espalha tanto quanto a Delta, que continua sendo a mais comum. Algo do tipo já aconteceu antes. A variante Beta, descoberta em dezembro de 2020 também na África do Sul, tem bem mais escape imunológico do que a Delta – que naquela época era só mais uma variante e não levantava maiores preocupações.

Mas deu no que deu: ao longo de 2021, a Delta conquistou o mundo e ocupou praticamente todo o espaço das demais variantes, Beta inclusive. É que o escape imunológico não é tudo para o vírus; a transmissibilidade também conta. A Delta não é tão competente em driblar as vacinas e o sistema imunológico (ainda bem), mas é extremamente contagiosa. Isso acontece porque ela se reproduz muito: a carga viral (quantidade de unidades do vírus) da pessoa infectada é até 1.200 vezes maior (1) do que com o Sars-CoV-2 “original”, de Wuhan. 

Os cientistas estão correndo para determinar quão perigosa ela é e o que representa para o futuro da pandemia. Ainda não há respostas definitivas. Mas as principais possibilidades cabem em três cenários hipotéticos. Veja quais são.

Três cenários possíveis com a variante Ômicron

publicado originalmente em superinteressante

Historinha…por Mágica Mistura

Bem prá lá da amoreira, depois do riacho dourado

Mora um gnomo bondoso

Que cuida de um jardim encantado

Quem dera eu pudesse habitar

Na casinha ao lado dele

Cantar suas canções delicadas

Ouvir os sinos a soar…

Assoviar ao nascer da aurora

Dançar ao cair do dia…

De vizinhos , a Fada Rosa

Duende verde e Bruxa da Colina

Todos felizes e animados

Com cada semente que ali germina…

Visito ali de quando em quando

Sempre que o sono me domina

Volto porque os amo

Aqui encontro amigos

Que sabem levar a vida!

Mágica Mistura

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Papa critica redução de investimentos em educação e aumento em armas

Em mensagem divulgada para o Dia Mundial da Paz, celebrado em 1º de janeiro, o papa Francisco lamentou nesta terça-feira, 21, a redução dos investimentos em educação em muitos países e a ampliação do orçamento para a compra de armas. A equação, segundo ele, “aumenta o ruído ensurdecedor de guerras e conflitos”. 

“A busca por um processo genuíno de desarmamento internacional só pode ser benéfica para o desenvolvimento dos povos e nações liberando recursos financeiros mais bem usados ​​para saúde, escolas, infraestrutura, cuidado da terra e assim por diante”, afirmou. 

Ele dedicou cerca de um terço da mensagem de quatro páginas à educação, dizendo que houve uma “redução significativa” nos gastos com educação e treinamento em todo o mundo. Já os gastos militares aumentaram além dos níveis do final da Guerra Fria. 

“É chegada a hora, então, de os governos desenvolverem políticas econômicas destinadas a inverter a proporção dos recursos públicos gastos em educação e em armamentos”, observa Francisco na mensagem enviada aos chefes de Estado e organismos internacionais. 

As proporções dos gastos militares e com educação variam de país para país, mas as posições sobre o que aumentar e o que cortar costumam seguir linhas partidárias. Uma pesquisa do Pew Research Center em 2019 mostrou que, nos Estados Unidos, 84% dos democratas eram a favor de mais gastos com educação contra 56% dos republicanos e que 56% dos republicanos queriam mais gastos militares, contra 26% dos democratas.

O pontífice lamentou que, apesar dos inúmeros esforços, “agrava-se o drama da fome e da sede e continua a predominar um modelo econômico mais baseado no individualismo do que na partilha solidária”.

No discurso, que o papa costuma entregar aos chefes de Estado quando o visitam no Vaticano, Francisco propôs três maneiras de “construir uma paz duradoura”. Para ele, é preciso “diálogo entre gerações; a educação como fator de liberdade, responsabilidade e desenvolvimento; e, por fim, o trabalho para a plena realização da dignidade humana”.

Francisco também pediu um melhor equilíbrio entre uma economia de mercado livre e a necessidade de ajudar os necessitados e proteger o meio ambiente. “É preciso haver equilíbrio entre a liberdade econômica e a justiça social, como defende a doutrina social da Igreja”, afirma.

Em mensagem divulgada para o Dia Mundial da Paz, pontífice ressaltou que equação ‘aumenta o ruído ensurdecedor de guerras e conflitos’

Papa critica redução de investimentos em educação e aumento em armas

publicado originalmente em Veja

O terror psicológico do Natal

Lágrimas, expressão de pânico, tentativa de se desvencilhar e fugir. Não há um dia num shopping center em dezembro em que essa cena não se repita com crianças pequenas, colocadas contra a vontade no colo de uma espécie peculiar de bicho-papão: o Papai Noel. Ou melhor: o profissional simpático (espera-se) contratado para representar o ídolo de menininhas e menininhos mais sociáveis.

Mas esse medo irracional não é exclusividade dos pequerruchos. Adultos podem sofrer de transtornos mentais associados ao Natal, incluindo um conjunto de fobias que tornam esse período de festas a época mais atormentadora do ano. 

Fobias são medos desproporcionais aos riscos que ameaçam nossa integridade física ou psicológica. Mas que riscos maiores que encontrar uva passa no seu arroz podem estar relacionados ao Natal? Bem, os que podem bagunçar sua estabilidade emocional são muitos. 

Uma pesquisa feita na Austrália, pelo Exército da Salvação, mostrou que, para quase 30% dos adultos no país, a época do Natal é o período mais estressante do ano. Faz sentido: compras de presentes em lojas lotadas e em tempo de inflação nas alturas, encontros com tios politicamente intragáveis, os arranjos para o evento (se a festa for na sua casa)… O que não falta é motivo para estresse.

Já o Coaching Club, da Espanha, que atua nas áreas de orientação profissional e terapia, fez um levantamento que apontou um aumento de 25% no número de pessoas que procuram psicólogos para tratar de distúrbios emocionais associados especificamente a essa data comemorativa. 

“Esse fechamento de ciclo [representado pelo Natal] pode nos levar a uma avaliação inevitável do tempo decorrido e, como consequência, ansiedade, frustração ou tristeza motivada pela insatisfação pessoal com objetivos não cumpridos”, apontou Veronica Rodriguez, diretora da organização. 

E a Covid está contribuindo para esse estado sombrio da mente. Uma pesquisa apresentada dia 2 de dezembro pelo Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop) revelou que um terço dos franceses agora se sente triste ou ansioso com a perspectiva da festa de Natal. Essa melancolia tem ligação com o medo de empobrecer por causa da incerteza econômica que vem na esteira do coronavírus.

Está aumentando o número de pessoas com transtornos mentais relacionados a essa data festiva. Ansiedade, depressão e até fobias estão na mesa antes mesmo de a ceia ser servida.

O terror psicológico do Natal

publicado originalmente em superinteressante