Momento mágico…por Mágica Mistura

“Despertar espiritualmente é momento mágico e especial. É sentimento íntimo de que há mais perguntas do que respostas, mas também de que estamos dispostos e na estrada, desbravando cada detalhe e cada palmo desta experiência enriquecedora que chamamos de ” vida terrena”.”

Mágica Mistura

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Assista a “COMO OS REIS SOBREVIVEM NESSE LUGAR? OS LEÕES-DO-DESERTO SÃO DIFERENTES DOS OUTROS LEÕES?” no YouTube

Felinos são magníficos e fofos. Isso para mim é um fato.

Que tal conhecer o leão do deserto?

Animal TV aqui!

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Assista a “Decisões de cães são baseadas pelas expressões faciais dos humanos” no YouTube

Esses lindos cada vez surpreendendo mais.

Repórter Eco aqui!

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Enfeites de casca de ovo de avestruz revelam primeira rede social do mundo

Pequenas contas em forma de rosquinha são um dos artefatos arqueológicos mais encontrados na África. Acredita-se que o Homo sapiens tenha começado a usar contas há 75 mil anos, e a produção de colares pré-históricos com esse material tenha decolado 25 mil anos depois. Feitas com cascas de ovos de avestruz, as contas são o mais antigo ornamento totalmente fabricado por humanos – e ainda hoje são usadas por comunidades tradicionais africanas. Por isso, podem conter grandes revelações sobre o passado da humanidade.

Cientistas do Max Planck Institute, da Alemanha, estudaram mais de 1,5 mil contas, quase idênticas em relação ao formato, tamanho e estilo, e descobriram que elas sustentaram a primeira rede social de que se tem notícia, 50 mil anos atrás.

As contas artesanais apresentam variações de estilo e, por isso, ajudam os arqueólogos a traçar conexões culturais entre diferentes povos ao longo da história. “É como seguir uma trilha de migalhas de pão”, afirma Jennifer Miller, coautora do estudo. “As contas são pistas, espalhadas no tempo e no espaço, apenas esperando para serem notadas.”

Miller se juntou à pesquisadora Yiming Wang, também do Max Planck, para analisar contas de ovos de avestruz que foram encontradas em 31 locais diferentes, no leste e no sul da África – a uma distância de 3 mil quilômetros.

As pesquisadoras descobriram que, entre 50 mil e 33 mil anos atrás, as pessoas dessas regiões distantes usavam acessórios de contas quase idênticas – uma evidência cultural da conexão entre grupos desses lugares.

As contas mais antigas foram encontradas em locais ao leste do continente, então podem ter se espalhado para o sul a partir de lá. Talvez tenham sido trocadas diretamente entre as pessoas, mas o intercâmbio de conhecimento sobre como fabricá-las é mais provável.

E por que essa moda se espalhou? “As pessoas faziam [e usavam] as contas para comunicar mensagens simbólicas, como hoje usamos uma aliança de casamento, para indicar algo sobre status social, riqueza ou posição na sociedade”, afirmou Miller à CNN.

Pessoas que habitavam o leste e o sul da África usaram ornamentos quase idênticos entre 50 e 33 mil anos atrás.

Enfeites de casca de ovo de avestruz revelam primeira rede social do mundo

publicado originalmente em superinteressante

Mágicas Imagens ✨✨

Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil

Assista a “Nenhum de Nós – O Astronauta de Mármore (videoclipe oficial)” no YouTube

O astronauta de mármore 🌘🌎

A lua inteira agora é um manto negro, ô-ô
O fim das vozes no meu rádio, ô-ô
São quatro ciclos no escuro deserto do céu

Quero um machado pra quebrar o gelo, ô-ô
Quero acordar do sonho agora mesmo, ô-ô
Quero uma chance de tentar viver sem dor

Sempre estar lá, e ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar

Sempre estar lá, e ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo

Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul

A trajetória escapa o risco nu, u-uh
As nuvens queimam o céu, nariz azul, u-uh
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu

A lua, o lado escuro, é sempre igual, al-al
No espaço a solidão é tão normal, al-al
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu

Sempre estar lá, e ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar

Sempre estar lá, e ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo

Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul

Estar lá, e ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar

Sempre estar lá, e ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo

Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul

🌘🌎Fonte: Musixmatch

Compositores: David Bowie / Thedy Rodrigues Correa Filho / Carlos Eduardo Filip Stein / Sady Homrich

Letra de O astronauta de mármore © Chrysalis Music Ltd

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Nostálgica poeira…por Mágica Mistura

Vem o vento,vai a vida

Trás lamento,sem saída

Dorme profundo a aurora

Como se nada houvesse

Nada além do desabafo

De uma alma inquieta …

Ronca o mar, bem alterado

Sem saber qual o motivo

Só nos resta a boemia

Que na madrugada espreita

A poeira acumulada

Nos batentes,nas janelas

Testemunha calada e fria

Do que poderia ser

Mas não era…

Por detrás de tanto zelo

Nasce e morre a nostalgia

Companheira de percalços

Trás nos pés tanta magia

A imatura esperança

Loucamente atrevida

Haverá de surgir de novo

Intrépida e insistente

No raiar de outro dia…

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Assista a “Por que achamos que sofremos mais que os outros? | O Indivíduo | Monja Coen Responde” no YouTube

Quem nunca?!

É incrível,mas se não prestarmos atenção caímos sempre na armadilha da auto piedade…

Monja Coen aqui!

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Sementes…por Khalil Gibran

“A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes.”

Khalil Gibran

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Cientistas constroem peixe artificial a partir de células cardíacas humanas.

Cientistas das universidades americanas de Harvard e Emory construíram o primeiro “peixe” artificial que usa as contrações de células cardíacas para nadar por conta própria – projeto que representa um avanço nas pesquisas de tratamentos cardíacos.

O peixinho “biohíbrido” foi construído a partir de papel, gelatina, uma barbatana de plástico e duas tiras de tecido muscular cardíaco – derivado de células-tronco humanas. Uma camada de tecido fica no lado esquerdo da cauda do peixe, a outra no lado direito, e as contrações musculares impulsionam o peixe na água.

Os pesquisadores se inspiraram no movimento de natação dos peixes-zebra para criar o dispositivo, em que cada contração muscular resulta em um alongamento do lado oposto da cauda.

Eles também projetaram uma espécie de marca-passo, que controla o ritmo e a frequência das contrações espontâneas. Com esse sistema, o peixe se moveu de forma autônoma por mais de cem dias – o que equivale a 38 milhões de batimentos.

Os resultados do experimento foram publicados na revista Science. Confira a natação do peixe biohíbrido no vídeo abaixo.

As contrações musculares impulsionaram o dispositivo na água por mais de cem dias. Objetivo final dos pesquisadores é construir um coração artificial humano. Assista ao vídeo

Cientistas constroem peixe artificial a partir de células cardíacas humanas.

publicado originalmente em superinteressante