Com as folhas caídas fiz uma guirlanda, com as lágrimas escrevi um poema. As desilusões inspiraram a me renovar. As decepções transmutei em talento e compus a ária da minha existência…as tempestades usei como pano de fundo das minhas inúmeras alegrias. Assim, cumprindo a jornada, sigo juntando, tecendo e formando o espetáculo que chamo de vida!
“Haverá dia em que o desabrochar de uma flor será apenas isso, e nada mais. Haverá outro em que qualquer pardal vulgar será para nós o mais raro dos pássaros. É normal, é aceitável e é apreciável. Só assim, nos altos e baixos da existência aprendemos a valorizar cada fração preciosa com que fomos presenteados. O importante é se permitir sentir, é viver intensamente o agora.”