Cartão de companheiro

Por mais luta, por mais dor,Ergamos a nossa voz:Se Deus nos guarda em amor,Quem surgirá contra nós? Na fé que nos revigora,Se o trabalho nos conduz,Toda esperança de agora,Amanhã será mais luz. Espírito Casimiro Cunha, psicografia de Chico Xavier

Cartão de companheiro

publicado em site espirita

4 mapas que ajudam a entender o que está acontecendo na Ucrânia

Por Rafael Battaglia

Na madrugada desta quinta-feira (24), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou em um discurso de TV que daria início a uma operação militar na Ucrânia. Nas horas seguintes, foram registradas explosões não só nas áreas separatistas, mas também na capital do país, Kiev, e na segunda maior cidade ucraniana, Kharkiv.

Comboios russos invadiram a Ucrânia de todas as direções. Um deles entrou via Belarus (aliada da Rússia) ao norte; outro veio pelo sul, via Crimeia (península ucraniana anexada pela Rússia em 2014). O aeroporto de Kiev foi bombardeado e, logo depois, o governou fechou o espaço aéreo do país para voos civis:

Voos civis foram impedidos de passar pelo espaço aéreo ucraniano. Na imagem, “KBP” é a sigla do Aeroporto Internacional de Kiev.

Com os ataques, o pânico tomou conta do país. Enquanto há congestionamento para fugir de Kiev, outras pessoas buscam abrigo em estações de metrô. Há longas filas também em supermercados, postos de gasolina e bancos, para o saque de dinheiro em espécie.

A Ucrânia é um país de 44 milhões de habitantes não muito maior que Minas Gerais. Fértil, é um dos maiores exportadores de grãos do mundo (é o 3º de trigo; de milho, o 4°). A quarta maior colônia de ucranianos e descendentes vive aqui no Brasil (são 600 mil pessoas; a maioria no Paraná).

Mas, afinal: o que explica o conflito separatista que se estende por lá há oito anos – e que já matou 14 mil pessoas? Quais os  motivos por trás da intervenção da Rússia, que apoia rebeldes separatistas, deslocou 150 mil soldados para a fronteira com a Ucrânia e iniciou a invasão ao país?

Os mapas a seguir fornecem informações para compreender melhor toda essa situação. Há detalhes na formação de ambos os países, da língua às alianças militares, que ajudam a entender a conturbada relação entre eles. Confira:

Mil anos de história

Rússia e Ucrânia compartilham o mesmo berço: Kievan Rus, o primeiro estado eslavo. “Rus” (que depois seria usado para batizar “Rússia” e “Belarus”, outra nação descendente daí) era o nome do povo, essencialmente formado por comerciantes que saíram do Mar Báltico, na Escandinávia, atravessaram as florestas da Europa Oriental e se fixaram nas terras férteis da atual Ucrânia. Kiev, capital do estado, foi estabelecida no século 9.

Em 988, o grão-príncipe de Kiev, Vladimir I, escolheu o cristianismo ortodoxo como a religião oficial do estado e foi batizado na cidade de Quersoneso, na península da Crimeia.

O ato de Vladimir é considerado até hoje como um marco religioso tanto pela Ucrânia quanto pela Rússia, onde 67% e 71% da população, respectivamente, é cristã ortodoxa ( Putin já mencionou o batismo do príncipe para defender que “russos e ucranianos são um único povo”).

Nos séculos seguintes, Kievan Rus foi alvo de sucessivas invasões: mongóis (séc. 13), poloneses e lituanos (séc. 16) e russos (séc. 17). Em 1793, o Império Russo conseguiu anexar a parte ocidental da Ucrânia. Foi quando começou o processo de russificação, uma política que proibiu o idioma ucraniano e forçava as pessoas a se converter para a fé ortodoxa russa.

O país sofre com conflitos separatistas desde 2014 e, nesta quinta-feira (24), foi invadido pela Rússia. Entenda as raízes desse conflito. Continua no link abaixo:

4 mapas que ajudam a entender o que está acontecendo na Ucrânia

publicado originalmente em superinteressante

Burnout: problema é reconhecido pela OMS e faz cada vez mais vítimas

Burnout: problema é reconhecido pela OMS e faz cada vez mais vítimas

Por Diogo Sponchiato

Ainda hoje, três anos e sete meses depois, a jornalista Izabella Camargo, de 40 anos, se emociona ao falar do burnout que sofreu em 14 de agosto de 2018. Naquela manhã, quando fazia a previsão do tempo em um telejornal, ela sofreu um “apagão” ao vivo. Dependendo da função que exercia, Izabella dormia às 5 da tarde para acordar à meia-noite e começar a trabalhar às 3 da manhã. Ainda fazia plantões de até 12 horas aos sábados e domingos pelo menos duas vezes por mês. Diagnosticada com a condição, foi demitida da emissora de TV onde trabalhava depois de dois meses e 15 dias de licença médica. “O burnout me ensinou a importância do autocuidado”, avalia a autora do livro Dá um Tempo!, da Editora Principium (clique aqui para comprar), uma das pioneiras em levar a causa ao debate público no Brasil. “Hoje, apesar de amar o que faço, cuido mais de mim. Tenho consciência dos meus limites e procuro respeitá-los”, diz a jornalista, que se tornou mãe recentemente. Histórias como a de Izabella continuam se repetindo pelo país. Em 2019, uma pesquisa da International Stress Management Association (Isma-BR) estimou que 32% da população economicamente ativa sofria de sintomas de burnout. + LEIA TAMBÉM: Como ficar em paz com o trabalho Em outro levantamento, feito já na pandemia, 44% dos brasileiros ouvidos disseram que o período de convívio com a Covid-19 amplificou a sensação de esgotamento profissional. Se formos transpor para números absolutos, daria algo em torno de 39,6 milhões de trabalhadores afetados. Em um ranking de oito países sondados, o Brasil ocupa a primeira colocação, à frente de Singapura (37%), Estados Unidos (31%) e Índia (29%). “Não há salário, promoção ou carreira que justifique o adoecimento. A saúde é o único bem do trabalhador”, afirma a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da Isma-BR. “Muitas vezes, a única saída é pedir as contas. Ou pede para sair ou cai doente. Não há mágica”, ressalta. O assunto não passou batido pela 72ª Assembleia Mundial de Saúde, realizada em maio de 2019, em Genebra, na Suíça, com a participação dos 194 países-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS), quando se decidiu revisar a definição do burnout na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID). Antes, ele era descrito apenas como um “estado de exaustão vital”. Podia ser interpretado até como resultado de um infortúnio em casa ou na família. + Assine VEJA SAÚDE a partir de R$ 9,90 Na CID-11, que passou a vigorar em janeiro de 2022, ele ganha oficialmente o entendimento mais aceito pelos especialistas, o de um esgotamento que é fruto do “estresse crônico no local de trabalho”. “O trabalho não deveria ser visto como um problema. Ele é uma solução. Ou pelo menos deveria ser. Se você adoece por causa disso, há algo errado”, alerta Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). “Nosso corpo é uma ponte. Foi construído para suportar determinado peso. Acima daquele limite, apresenta rachaduras e pode ruir”, compara o psiquiatra. Embora conste na nova CID, o burnout ainda não tem status de doença. A OMS prefere situá-lo como “fenômeno ocupacional”. Ou uma síndrome, palavra que, na terminologia médica, se refere a um conjunto de sintomas, sejam eles físicos, psíquicos ou emocionais.

A síndrome do esgotamento profissional entra na lista oficial da OMS em meio a uma alta de diagnósticos. Como identificar seus sinais e reverter esse fluxo?

Burnout: problema é reconhecido pela OMS e faz cada vez mais vítimas

publicado originalmente em Veja saúde

Encantamento…por Mágica Mistura

Um brilho de luar

Pitadas de alegria…

Boa dose de paciência

Um bom tanto de simpatia

Corre pegar umas pétalas

De jasmim ou cravínea

Vai bem um pouco de tato

Pra não azedar a mistura

Gotas alegres de riso

Mantenha a mente pura…

Um punhado de carinho

Coloque cravo e canela,

Fica ótimo o cheirinho

Misture tudo com gentileza

E diga as seguintes palavras:

“Mistura mágica, mágica mistura…

Foram embora a tristeza e a mágoa

Ficaram o Amor a Cura !”

✨✨ Assim é !

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Assista a “44 VARANDAS DECORADAS que são puro charme e inspiração” no YouTube

Muitas flores e cor para compor ambientes encantadores.

Paisageando aqui!

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Admiração…por Santo Agostinho

“As pessoas viajam para admirar a altura das montanhas, as imensas ondas dos mares, o longo percurso dos rios, o vasto domínio do oceano, o movimento circular das estrelas, e no entanto elas passam por si mesmas sem se admirarem.”

Santo Agostinho

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Fóssil do maior pterossauro jurássico é encontrado na Escócia

Cientistas descobriram o fóssil do maior pterossauro do período Jurássico de que se tem registro até o momento. Ele foi encontrado durante uma escavação na Ilha de Skye, na Escócia. O animal viveu há 170 milhões de anos e tinha envergadura de aproximadamente 2,5 metros.

O fóssil foi descrito em estudo publicado na revista Current Biology, recebeu o nome Dearc sgiathanach (“réptil alado”, em gaélico) e revela informações importantes sobre a evolução desses animais. 

Acreditava-se que, antes de se tornarem monstros gigantes, os pterossauros tinham um tamanho reduzido – cerca de 1,6 metro de envergadura. Eles teriam permanecido pequenos nos períodos Triássico e Jurássico, até evoluírem para um tamanho maior no período Cretáceo – talvez impulsionados pela competição com as aves.

Mas o recém descoberto Dearc desafia essa hipótese. “[Ele] nos diz que os pterossauros ficaram maiores muito antes do que pensávamos, e isso é extremamente significativo”, afirma Steve Brusatte, professor da Universidade de Edimburgo (Escócia), em comunicado.

Representação artística do Dearc sgiathanach.

O fóssil também surpreendeu os cientistas por outros motivos. Pterossauros tinham ossos ocos e com paredes ósseas finas. Então, eram leves e adaptados para o voo, mas frágeis para se preservar por milhões de anos. Por sorte, Dearc está muito bem preservado.

“Cerca de 160 milhões de anos depois de sua morte, [o esqueleto] permanece em condições quase intocadas, articulado e quase completo”, afirma Natalia Jagielska, autora principal do estudo, em comunicado.

Confira a reconstrução do esqueleto na imagem abaixo, compartilhada por Steve Brusatte, que também é autor sênior do estudo. Apenas os ossos em azul não estão presentes no fóssil encontrado.

O animal viveu há 170 milhões de anos e tinha envergadura de aproximadamente 2,5 metros. Seu fóssil revela informações importantes sobre a evolução dos pterossauros. 

Fóssil do maior pterossauro jurássico é encontrado na Escócia

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “ESSE PUDIM NA TRAVESSA SEM LEITE CONDENSADO VAI TE SURPREENDER! FÁCIL! LEVÍSSIMO – Isamara Amâncio” no YouTube

Um doce de vez em quando vai muito bem.

Eu gosto com um cafezinho…

Isamara Amâncio aqui!

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Borboletas…por Mágica Mistura

Borboletas no estômago

Borboletas nas janelas

Bailando entre as flores

Coloridas,doces, tão belas

Azuis,vermelhas

Brancas,roxas…amarelas

Sempre pensei que eram fadas

Creio mesmo que são…

Vendo tanta beleza,fluidez

Confesso…

Impossível fugir da infância

Onde tudo era fantasia

Borboletas , borboletas

Que a tantos fascinam

Dançam soltas pelos campos

Colorindo pomares,jardins,colinas

Venham, venham , suas lindas

Encherem de felicidade meus olhos

Minh’alma,meu quintal

Invadam com suas asas

Meus pensamentos,meus dias

Me ergam ao infinito

Preencham de cores mil…

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