Em algum canto do Universo, talvez exista uma civilização alienígena com a qual poderíamos estabelecer contato. Se existir, essa conversa pode parece improvável, mas a hipótese não é só enredo de ficção científica: alguns cientistas se dedicam à missão de dar um alô aos ETs, mesmo antes da detecção de qualquer inteligência em algum lugar do infinito.
O mais recente projeto nesse sentido é o Beacon in the Galaxy (BITG) – em tradução livre, “farol na galáxia” –, planejado pelo grupo de pesquisa Messaging Extraterrestrial Intelligence (METI), “mensagens para inteligência extraterrestre”.
A BITG é uma mensagem formulada por uma equipe internacional de cientistas, com informações diversas sobre a vida na Terra, escrita em código binário – sequências de 0 e 1 que constituem, por exemplo, a linguagem a partir da qual seu computador exibe e processa os textos e imagens desta página.
BITG tem informações detalhadas sobre a vida na Terra e nossa localização. Conheça essa e outras tentativas de comunicação com inteligência extraterrestre.
A poliomelite, que ficou conhecida no Brasil como paralisia infantil, caiu no esquecimento porque praticamente deixou de existir. Só que os baixos índices de vacinação estão fazendo a doença voltar a preocupar. Ela afeta mais as crianças e deixa como sequela a dificuldade de locomoção, daí o nome. Os últimos casos no país foram registrados há 30 anos. A pólio foi considerada erradicada nas Américas ainda nos anos 1990, mas a região sofreu bastante com a doença no passado. Em 1975, antes da imunização em massa, cerca de 6 mil crianças americanas ficaram paralisadas por causa da infecção, segundo a OPAS. O risco do retorno traz à tona lembranças tristes do passado. “Crianças utilizando muletas, cadeira de rodas, respirando com a ajuda de aparelhos. Essa era uma tragédia para a infância décadas atrás”, lembra Luiza Helena Falheiros Arlante, presidente da Câmara Técnica de Certificação de Erradicação da Poliomielite no Brasil junto à Organização Pan-americana de Saúde (OPAS/OMS). Até agora, o continente segue livre de casos, mas 28 países que já haviam eliminado a doença assistiram seu retorno nos últimos anos. Sem um esforço global para erradicá-la, nenhuma região está segura, alertam especialistas. No Brasil, o problema são as taxas de vacinação infantil, que atingiram quedas históricas e já preocupavam especialistas antes da pandemia do coronavírus. A meta é imunizar 95% das crianças, meta que sempre foi batida com tranquilidade, até a história começar a mudar. Em 2018, o índice já estava em 76,6%. No ano passado, foi de apenas 67%. Números sobre a poliomielite: + 2 países são endêmicos (nunca erradicaram a doença): Afeganistão e Paquistão + Em fevereiro deste ano, o vírus selvagem tipo 1 viajou do Paquistão até o Malauí, país africano que havia notificado seu último caso em 1992 + 28 países no mundo voltaram a ter casos anos após a erradicação: Israel, Tajiquistão, Ucrânia, Egito, Irã, Somália, Iêmen e mais 22 países africanos
Como a poliomielite é transmitida
A transmissão costuma ocorrer pela chamada via oral-fecal. Trata-se, em resumo, do contato da boca com resquícios invisíveis de cocô contaminado. Isso pode acontecer, por exemplo, através de água, objetos e alimentos. Além disso, as próprias fezes de alguém infectado representam um risco real de contágio. Ou seja, a condição sanitária de uma região faz toda a diferença.
Poliomielite volta a ser detectada em 28 países que já tinham erradicado a doença. Baixa vacinação coloca as Américas (Brasil inclusive) na área de risco
“Não confundir amor próprio com arrogância. Somos sim, passíveis de erro. Muito e mais frequentemente do que gostaríamos. Mas é nisso que reside a diversidade e é exatamente isto que nos dá motivos para continuar a tentar mudar.”
Em oposição ao PL191, projeto de lei no Congresso que permitiria a entrada de indústrias mineradoras e extrativistas em suas reservas, 8.000 pessoas representando mais de 200 nações indígenas de várias partes do país estão reunidas em Brasília para a mobilização do Acampamento Terra Livre e 10 dias de ação em prol dos direitos Indígenas […]