Qual é a diferença entre tomografia e ressonância?

Os dois exames podem até soar semelhantes, mas na prática são bem diferentes. Entenda os detalhes.

A tomografia computadorizada

para que serve a tomografia computadorizada

1) Radiação 

tomografia usa a mesma tecnologia do exame de raios X tradicional. Funciona assim: em uma ponta da máquina, que é composta de um grande tubo, há um emissor de feixes de radiação.

No outro oposto, há um dispositivo que capta os feixes. O paciente deita na mesa e o técnico captura uma imagem de baixa resolução da área desejada para saber aonde direcionar a radiação.

2) Projeção 

Os feixes atravessam o corpo com maior ou menor dificuldade. As estruturas mais densas, como os ossos, órgãos, veias e artérias, bloqueiam a passagem da radiação, formando uma sombra.

Os feixes que chegam ao outro lado são absorvidos pelo dispositivo específico, processados pelo computador e traduzidos em imagens ricas em detalhes.

3) Tridimensionalidade

Graças aos avanços da tecnologia, hoje é possível captar imagens tridimensionais da área a ser investigada pelo médico. A máquina emite feixes em 360º e a mesa pode se movimentar se for preciso, gerando imagens em fatias, que, depois, são remontadas pelo computador e exibidas em planos diferentes ou reconstruídas em uma imagem completa.

Os dois exames enxergam diversos órgãos do corpo e têm propósitos parecidos, mas funcionam de maneiras bem diferentes

Qual é a diferença entre tomografia e ressonância?

publicado originalmente em Veja saúde

Uso de extrato de ácaro doméstico alivia sintomas da dermatite atópica

Por Thais Manarini

Um tratamento com extrato de ácaro encontrado na poeira domiciliar se mostrou eficaz na redução de sinais e sintomas da dermatite atópica, doença inflamatória crônica que provoca coceira e lesões na pele.

Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) estudaram os efeitos da imunoterapia, aplicada em gotas sob a língua dos pacientes durante 18 meses.

Após esse período, a coceira e as lesões na pele diminuíram e, em alguns casos, quase desapareceram, sendo raros os efeitos colaterais – foram registradas apenas reações locais leves e transitórias.

O resultado do trabalho, apoiado pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), foi publicado no Journal of Allergy and Clinical Immunology: in Practice.

A imunoterapia consiste na administração de vacinas produzidas com os próprios agentes causadores de alergia (alérgenos), em doses crescentes, a fim de reduzir a sensibilização e induzir tolerância na pessoa alérgica a substâncias como ácaros, polens e venenos de insetos.

+ Leia também: Poluição piora a dermatite atópica

O ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo – considerado padrão-ouro para avaliar a eficácia de fármacos – foi conduzido entre maio de 2018 e junho de 2020 na Unidade de Pesquisa Clínica do hospital da FMRP-USP.

Um grupo de 66 pacientes recebeu placebo ou imunoterapia sublingual com extrato de ácaro da poeira domiciliar três dias por semana durante 18 meses. Eles foram acompanhados pela médica Sarah Sella Langer, pós-graduanda na FMRP-USP e primeira autora do artigo.

Em estudo, extrato foi aplicado em gotas sob a língua dos pacientes; a coceira e as lesões na pele melhoraram

Uso de extrato de ácaro doméstico alivia sintomas da dermatite atópica

publicado originalmente em Veja saúde

Zoom: joia do mar

Por Diogo Sponchiato

Quem vê aquela imensidão líquida não deve imaginar que cristais microscópicos estejam vagando pelas ondas e correntezas. Pois a estrutura (ou escultura) aí ao lado é feita de sal marinho.

Seu ingrediente básico é o cloreto de sódio, mas pode haver traços de outros elementos agregados. Tem gente que prefere o sal marinho processado para temperar a comida e o utiliza em rituais de cuidado com a pele.

  • 35 gramas 

É a quantidade de sal presente, em média, numa bacia com aproximadamente 1 litro de água do mar.

  • 5 gramas por dia 

Limite de consumo de sal preconizado pela OMS — na conta entram o sal refinado, o sal marinho etc.

Você tem mais familiaridade com esses belos cristais do que imagina!

Zoom: joia do mar

publicado originalmente em Veja saúde

Copaíba ganha cartilha

óleo de copaíba, árvore comum no território brasileiro, é aclamado pela medicina popular e tem sido alvo de experimentos científicos.

De olho em suas aplicações, a biomédica Mariana Brentini Santiago desenvolveu, em seu mestrado junto à Universidade de Franca (SP) e à Universidade Federal de Uberlândia (MG), uma cartilha com as principais espécies de Copaifera spp do país e as propriedades estudadas de sua oleorresina.

A maioria ajuda a combater bactérias, vermes e outros parasitas, e algumas têm efeitos anti-inflamatórios. Para ler a cartilha, clique aqui.

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Tudo sobre a copaíba

Diversidade: São 96 espécies identificadas pelo mundo, 32 no Brasil e nove abordadas no trabalho de Mariana.

As propriedades: A maioria das espécies protege contra bactérias, vermes e outros parasitas. Algumas atuam na inflamação e cicatrização.

Uso terapêutico: Ocorre pela oleorresina, líquido presente nos troncos que defende a planta de pragas.

Onde se encontra: De Norte a Sul do país, predominando na Amazônia, no Centro-Oeste e no Sudeste.

Pesquisadora reúne informações sobre a planta famosa pelo óleo medicinal

Copaíba ganha cartilha

publicado originalmente em Veja saúde

Autoteste de Covid-19: o que é, vantagens e limitações

Por Fabiana Schiavon

Com a acelerada disseminação da Covid-19 no Brasil provocada pela variante Ômicron, muitas pessoas com sintomas da suspeitos (ou que tiveram contato com alguém infectado) encontraram dificuldade para realizar testes em farmácias, laboratórios e hospitais. Em meio a esse contexto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a venda de autotestes no Brasil.

Mas, para o consumidor encontrar esses produtos nos balcões das farmácias, as empresas fornecedoras ainda precisam obter o registro e a liberação para vendas pela agência. Isso deve acontecer em fevereiro. 

A ideia é que o teste de Covid-19 — feito pela própria pessoa em casa, em poucos minutos — ajude a identificar mais rápido indivíduos infectados. Mas ele deve ser usado com cuidado. Na decisão da Anvisa, é recomendado à população que o dispositivo não seja utilizado para “definir um diagnóstico, o qual deve ser realizado por um profissional de saúde”. 

No documento de aprovação, a agência define o produto como mais uma ferramenta de enfrentamento à pandemia, porque permite “a identificação precoce e o isolamento de pessoas infectadas com o vírus Sars-CoV-2 que estão assintomáticas, pré-sintomáticas ou apenas com sintomas leves, mas que transmitem o vírus”.

+ Leia também: Tire 7 dúvidas sobre isolamento e testagem por Covid-19

Em nota técnica, o Ministério da Saúde já tinha pontuado que o autoteste de Covid-19 deve funcionar como uma pré-triagem aos sistemas de saúde. Ele não será válido como atestado médico ou autorização para viagem.

Uma polêmica levantada durante as discussões sobre a aprovação diz respeito à notificação dos resultados. É que a venda indiscriminada desses itens pode fazer as autoridades se perderem no cálculo dos casos confirmados – já prejudicado pelo recente apagão de dados, que deixou o sistema instável desde dezembro.

Objetivo do teste é desafogar farmácias e hospitais, mas é preciso saber o momento ideal e a forma correta de realizar o procedimento

Autoteste de Covid-19: o que é, vantagens e limitações

publicado originalmente em Veja saúde

Atenção: pets também podem ter câncer!

Numa lógica semelhante ao do organismo humano, quanto maior o tempo de vida do animal, maior o risco de uma multiplicação celular perder o controle e virar um câncer.

Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), em cadelas com maior propensão, a probabilidade de desenvolver um câncer de mama fica entre 45 e 50%. Nas gatas, a incidência é menor, cerca de 20%.

Muitas vezes, o problema é silencioso, causando sintomas como perda do apetite e prostração só em estágios avançados. Por isso os tutores devem ficar atentos e fazer visitas periódicas ao veterinário.

“O ideal é que os animais sejam avaliados e examinados rotineiramente para que possamos detectar a doença precocemente”, diz a veterinária Tábata Maués, do Hospital Veterinário da Universidade Federal Fluminense (UFF).

“Uma dica para o dia a dia é, ao fazer carinho no animal, verificar a existência de eventuais nódulos.”

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Para prevenir

Sinais que delatam problemas e cuidados para evitá-los

+ Castração
Estudos apontam que castrar uma fêmea antes do primeiro cio reduz em 99% o risco de um câncer de mama. Nos machos, afasta tumores testiculares.

+ Rotina de consultas
O acompanhamento veterinário, contemplando a avaliação das mamas e da próstata, é essencial para o pet, sobretudo com o avançar da idade.

+ Anticoncepcionais?
Até existem contraceptivos para animais, mas eles já foram relacionados a tumores e outras doenças. O melhor é castrar mesmo.

+ Sinais de alerta
O crescimento de massas anormais (na mama, por exemplo) é um deles. Prostração e dificuldade para comer, defecar ou urinar também preocupam.

+ E a genética?
Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 elevam a probabilidade de um tumor mamário aparecer. No futuro, se espera que testes genéticos apurem isso.

Tumores na mama e na próstata aparecem com a idade, daí a importância da prevenção

Atenção: pets também podem ter câncer!

publicado originalmente em Veja saúde

Saúde mental e alimentação: existe uma relação aí?

Por Thais Manarini

A pandemia de Covid-19, entre tantas questões, chamou atenção para um assunto, até então, pouco discutido: saúde mental.

Nos Estados Unidos, antes da pandemia, observavam-se sintomas de ansiedade em 8,1% da população e sintomas de transtorno depressivo em 6,5%. Esses números saltaram para 37% e 30%, respectivamente, no final de 2020. 

Já no Brasil, após os primeiros meses dessa crise sanitária, a prevalência de depressão e ansiedade chegou a 61% e 44%, respectivamente.

Infelizmente, negligenciada pela população e também por programas de saúde pública, a saúde mental custará à economia global cerca de 16 trilhões de dólares em 2030.

No contexto da pandemia, muitos fatores contribuíram para o aumento desses distúrbios psíquicos, como medo de contrair o vírus ou de perder um ente querido e a incerteza sobre questões econômicas.

Mas há outra questão, talvez mais inusitada para uma porção de gente, que provavelmente fez diferença: a relação existente entre alimentação e saúde mental.

A influência da microbiota

O eixo intestino-cérebro pode ter grande importância causal para ansiedade e depressão. Nessa condição, o uso de probióticos – bactérias capazes de melhorar a saúde intestinal – teria o poder de minimizar os sintomas psíquicos.

+ Leia também: Probióticos: um universo em expansão

Mas, se a microbiota intestinal é capaz influenciar a saúde mental, então todos os alimentos que a modificam poderiam também ter esse papel? A ciência indica que sim.

Diversos estudos que avaliam os hábitos de vida e a alimentação de indivíduos em diferentes partes do mundo têm observado que um padrão alimentar saudável, caracterizado pelo consumo adequado de frutas e vegetais, grãos integrais, fontes de proteína magra, oleaginosas, além de baixa ingestão de açúcares adicionados, pode reduzir o risco de transtornos de ansiedade.

Em contraste, uma dieta de estilo ocidental, caracterizada pela forte presença de alimentos doces e gordurosos, grãos refinados, itens fritos e processados, carne vermelha, laticínios com alto teor de gordura, além de baixa ingestão de frutas e vegetais, está associada a um maior risco de ansiedade.

A ciência está cada vez mais interessada em entender se o que colocamos no prato tem impacto no cérebro. Especialistas contam o que se sabe até agora

Saúde mental e alimentação: existe uma relação aí?

publicado originalmente em Veja saúde

Retinoblastoma, um câncer que acomete os olhos e é mais comum nas crianças

Por Thais Manarini

O apresentador Tiago Leifert e a jornalista Daiana Garbin contaram, por meio das redes sociais, que a filha deles está em tratamento contra o retinoblastoma, um câncer nos olhos que é mais presente na infância.

Trata-se de um tumor raro: cerca de 400 crianças são diagnosticadas por ano no Brasil.

Como o retinoblastoma se manifesta

Esse câncer atinge a retina, a área que forma as imagens. Um dos principais sintomas é a leucoria, um reflexo branco na pupila que muitas vezes só é notado quando se irradia luz artificial no globo ocular ou em fotos.

Antes dela, a criança pode apresentar sensibilidade à luz, estrabismo e outros desvios oculares.

Em resumo, atente-se a esses sinais:

  • Estrabismo
  • Vermelhidão
  • Deformação do globo ocular
  • Perda de visão
  • Dor ocular
  • “Reflexo de olho de gato”: ao tirar uma foto com flash, a pupila normalmente fica vermelha, mas, nas crianças com a doença, o reflexo é esbranquiçado.

Em geral, o diagnóstico acontece com aproximadamente 18 meses de vida. Se não é tratado logo cedo, ele pode exigir a remoção cirúrgica do olho.

+ Leia também: 4 fatos importantes sobre o retinoblastoma

O tratamento

Uma forma de aplicar medicamentos quimioterápicos tem trazido ótimas respostas entre os pequenos com essa doença.

A técnica, chamada de quimioterapia intra-arterial, consiste em injetar o remédio diretamente no vaso sanguíneo que abastece os olhos.

Assim, o medicamento ataca o câncer com mais precisão e não precisa ser administrado em alta dose, o que diminui os efeitos colaterais e, em muitos casos, evita a perda da visão.

A importância do diagnóstico precoce

Descobrir a doença cedo aumenta as chances de cura e preservação da visão. Nesse sentido, o teste do olhinho é um aliado.

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Como é o teste do olhinho

Obrigatório na rede pública, ele deve ser feito em todos os bebês ainda na maternidade.

Basicamente, o médico observa o reflexo da luz emitida pela lanterninha no fundo do olho da criança. Se há alguma alteração na estrutura, esse reflexo ganha uma cor diferente e pode não ser igual entre os dois globos oculares.

Catarata congênita, hemorragias e o retinoblastoma estão entre os problemas detectáveis nesse exame.

Mas, sozinho, o teste do olhinho não crava o diagnóstico. Por isso, caso seja observado algo estranho, a criança deve ser encaminhada a um oftalmologista para uma análise mais detalhada.

Filha do apresentador Tiago Leifert foi diagnosticada com a doença. Saiba mais sobre o quadro

Retinoblastoma, um câncer que acomete os olhos e é mais comum nas crianças

publicado originalmente em Veja saúde

Cientistas avaliam mutações da Ômicron e refletem sobre efeito das vacinas

Por Thais Manarini

Apesar de a ômicron ter emergido como uma variante de preocupação apenas em novembro de 2021, todas as mutações existentes nela, exceto uma, já haviam sido descritas anteriormente.

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), apoiados pela FAPESP, atribuem a esse fator a eficácia das vacinas atuais contra a variante, refletida no relativo baixo número de casos graves e mortes, apesar da maior transmissibilidade da nova cepa.

A hipótese foi levantada pelos cientistas numa carta ao editor publicada no Journal of Medical Virology.

“Os dados disponíveis até agora nos fazem crer que as vacinas atuais são de fato eficazes, respeitando as devidas proporções, contra todas as variantes do vírus. E possivelmente serão contra as outras cepas que vierem a surgir”, afirma Ricardo Durães-Carvalho, pesquisador da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) apoiado pela FAPESP e coordenador do estudo.

Ainda em outubro de 2021, antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhecer a emergência da ômicron, outro estudo liderado pelo pesquisador, publicado na plataforma medRxiv e em processo de revisão por pares, descreveu a ocorrência de uma série de mutações compartilhadas entre diferentes variantes.

Nova variante tem alterações já vistas em outras cepas, o que explicaria a eficácia dos imunizantes contra casos graves e óbitos

Cientistas avaliam mutações da Ômicron e refletem sobre efeito das vacinas

publicado originalmente em Veja saúde

Pessoas com artrose podem (e devem) fazer exercícios físicos

Por Fabiana Schiavon

Parece contraditório estimular uma pessoa com dores nas articulações a praticar exercícios físicos, mas a atividade é considerada benéfica e parte essencial do manejo dos sintomas da artrose.

Também conhecida como osteoartrose, a doença degenerativa surge a partir do desgaste do tecido que reveste as extremidades dos ossos (cartilagens) e é mais comum nas mãos, joelhos, quadril e região lombar.

De acordo com Ana Paula Simões, ortopedista e presidente da Sociedade Paulista de Medicina do Esporte, quem tem o diagnóstico da artrose deve trabalhar a musculatura para ganhar mais força e amortecer o movimento da articulação. Com isso, protege a “dobradiça” e evita que ela se desgaste ainda mais.

“O esporte é o melhor remédio para qualquer problema de saúde, e isso inclui a artrose”, explica a especialista, que também é professora instrutora e médica assistente do grupo de Traumatologia do Esporte pela Santa Casa de São Paulo.

+ Leia também: Artrose nos dedos: causas, exercícios e tratamentos

O problema é que, muitas vezes, a dor causada pela inflamação — na fase aguda da doença — faz com que o paciente se afaste da atividade física com medo de machucar ainda mais a articulação.

“Mas isso é ruim pois a musculatura vai enfraquecer, pode haver ganho de peso e até uma piora do humor, agravando o problema”, avalia a ortopedista.

Sintomas e culpados

A condição pode acometer qualquer articulação do corpo, e manifestar sintomas semelhantes. Nos joelhos, por exemplo, costuma provocar estalos ao se mexer, dores, inchaço, limitação de movimentos e a sensação de “pontadas” ou “queimação”. Ainda, a pessoa pode sentir dores ao iniciarem um movimento, que passam em pouco tempo depois.

As causas do problema são variadas: excesso de peso, condições genéticas e até traumas físicos podem provocar um desgaste da cartilagem.

Prática ajuda no manejo da dor e melhora da qualidade de vida dos indivíduos com a doença degenerativa

Pessoas com artrose podem (e devem) fazer exercícios físicos

publicado originalmente em Veja saúde