Azul é a cor favorita da maior parte das pessoas. E a psicologia explica por quê.

Por Maria Clara Rossini

Pergunte a qualquer pessoa qual é sua cor favorita. Há uma boa chance de que você ouça “azul” como resposta. A professora Lauren Labrecque, da Universidade de Rhode Island, nos Estados Unidos, faz essa pergunta a todas as suas turmas. Ela já tem um slide preparado em que se lê “80% de vocês disse azul”. Geralmente, a professora está certa.

E essa preferência não é exclusiva dos universitários. Nos anos 1990, a empresa de giz de cera Crayola fez enquetes perguntando às crianças quais seriam suas cores favoritas – e o azul ficou em primeiro lugar. Na verdade, a cor azul é a predileta desde as primeiras pesquisas sobre o assunto. Ela já aparece no célebre “Teoria das Cores”, de Johann Wolfgang von Goethe, publicado em 1810.

Ele aparece em primeiro lugar desde as primeiras pesquisas sobre o tema, nos anos 1800. Entenda o que define qual é a sua cor favorita.

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Cientistas descobrem as queimadas mais antigas até agora

Datadas de cerca de 430 milhões de anos, elas podem ajudar a entender mais sobre o desenvolvimento do planeta durante a era Paleozoica.

Cientistas descobrem as queimadas mais antigas até agora

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Ratos com mochilas estão em treinamento para fazer missões de busca e resgate

Você provavelmente pensa em cachorros quando o assunto é auxílio animal em missões de busca e resgate. Mas ratos gigantes africanos também podem ser úteis para encontrar vítimas de desastres sob escombros. É o que propõe uma organização sem fins lucrativos chamada APOPO (sigla em holandês para “Desenvolvimento de Produtos para Remoção de Minas Terrestres Anti-Pessoal”).

Os ratos da espécie Cricetomys ansorgei são endêmicos da Tanzânia, onde fica a sede da APOPO. Como cães, eles têm olfato apurado e são capazes de passar por treinamentos específicos. Mas apresentam algumas vantagens: podem trabalhar com vários treinadores, são relativamente fáceis de se transportar e têm maior agilidade.

Por isso, os ratos são protagonistas de projetos humanitários da APOPO há duas décadas. Eles são criados e treinados para detectar tuberculose em amostras de escarro humano em países como Tanzânia e Etiópia ou farejar minas terrestres em Camboja, Moçambique e Angola. 

Organização começou a treinar roedores em 2021 para encontrar vítimas sob escombros; a expectativa é que eles entrem em ação no próximo ano. Entenda.

Ratos com mochilas estão em treinamento para fazer missões de busca e resgate

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Cérebro tem sistema de alarme contra erros

Por Bruno Garattoni

Quando você vai fazer alguma tarefa, e faz errado, um grupo específico de neurônios dispara para registrar aquilo – e gera um alerta que é enviado para várias áreas do cérebro, como as relacionadas à memória, às emoções e ao planejamento. Esse grupo de “neurônios juízes”, que tocam o alarme, foi descoberto por cientistas do hospital Cedars Sinai (1), nos EUA.

Eles monitoraram a atividade cerebral de 34 voluntários que têm epilepsia, e haviam recebido implantes de eletrodos no cérebro. Os pacientes foram submetidos a dois testes de reconhecimento de padrões  (identificar números exibidos numa tela e dizer em qual cor uma palavra estava escrita).

Só que ambos eram projetados para induzir erros – a palavra “verde”, por exemplo, aparecia escrita em vermelho. Os neurônios detectores de erros ficam no córtex pré-frontal medial, que coordena a tomada de decisões.

Segundo os cientistas, a hiperatividade deles pode ser a causa do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), em que a pessoa refaz muitas vezes as mesmas tarefas. 

Fonte 1. The geometry of domain-general performance monitoring in the human medial frontal cortex. Z Fu e outros, 2022.

Conjunto de neurônios é especializado em detectar quando erramos em alguma tarefa – e dispara um alerta que se propaga por várias regiões cerebrais

Cérebro tem sistema de alarme contra erros

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Covid longa: as novas descobertas e os possíveis tratamentos

Texto Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro
Ilustrações Tiago Araujo
Design Carlos Eduardo Hara

Ela atinge pelo menos um em cada dez infectados e tem consequências persistentes, que podem durar meses ou anos: danos vasculares, cerebrais e no sistema imunológico. Mas a ciência começa a decifrá-la, e já testa um arsenal de medicamentos contra a Covid longa – a herança maldita da pandemia.

Covid longa: as novas descobertas e os possíveis tratamentos

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Gráfico: quanto tempo passamos no celular?

Por Maria Clara Rossini

O brasileiro médio passou 5,4 horas por dia no celular em 2021 – 30% mais em relação a antes da pandemia. Essa é uma das conclusões do relatório State of Mobile, que avalia métricas do uso de smartphones. Confira:

Spoiler: muito. Veja como o Brasil se compara ao resto do mundo.

Gráfico: quanto tempo passamos no celular?

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Entenda como a combinação de 5G e edge computing vai mudar sua vida

Não é apenas uma internet mais rápida. A nova forma de conectividade permitirá inovações que impactarão nossas rotinas nos próximos anos

Entenda como a combinação de 5G e edge computing vai mudar sua vida

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Fundo do mar está ficando mais lento

Por Bruno Garattoni

Os sedimentos marinhos estão se deslocando mais devagar, em média 140 milímetros por ano – bem abaixo da maior velocidade já registrada, 200 mm. Essa é a conclusão de um estudo (1) que avaliou os movimentos do fundo do mar nos últimos 19 milhões de anos.

Segundo os cientistas, que calcularam as velocidades observando a deposição dos sedimentos em 18 pontos do oceano, a lentidão pode ter dois motivos: o aumento do atrito entre as placas tectônicas e o esfriamento do manto (a segunda camada mais superficial do globo terrestre, logo abaixo da crosta).

As duas coisas reduzem a formação de novos sedimentos – e, portanto, o movimento dos já existentes.

Leia também: O campo magnético da Terra

Fonte 1. Evidence for a Global Slowdown in Seafloor Spreading Since 15 Ma. C Dalton e outros, 2022.

Sedimentos estão se deslocando mais devagar – e a possível explicação está dentro da Terra

Fundo do mar está ficando mais lento

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Tomate pode servir para fazer borracha

Por Bruno Garattoni

Cientistas de duas universidades japonesas e da empresa química Sumitomo descobriram que uma enzima do tomate, a NDPS1, pode permitir a síntese de borracha natural em laboratório.

Ao contrário da borracha artificial, que é feita com petróleo e gás, a natural é extraída de árvores (como a seringueira, cuja seiva é transformada em látex), o que a torna mais cara e escassa.

Mas ela também é mais elástica do que a artificial e menos propícia a causar alergias. Isso a torna ideal para pneus (que contêm 20% a 80% de borracha natural) e objetos que entram em contato com a pele. 

Leia também: O tomate indestrutível

Enzima do alimento ajuda a sintetizar borracha natural – que é melhor e mais cara do que a artificial

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Cientistas da China criam mapa da Lua mais detalhado até agora

Material disponível online mostra mais de 12 mil crateras e é uma síntese do que se sabe sobre a composição, estrutura e evolução da superfície do satélite.

Cientistas da China criam mapa da Lua mais detalhado até agora

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