Difícil imaginar o que nos aguarda no 7 de setembro…com certeza coisas vis e toscas,como é de se esperar da estética (?) Bolsonarista.
Cada dia mais fanatizados ,os seguidores do ‘mito’ continuam pedindo voto impresso, fechamento do STF e “liberdade”, Deus sabe pra quem… talvez para as mentes deles,massa de manobra das mais dignas de pena.
Opinião cada um tem a sua, há de se respeitar. Sou natural de Balneário Camboriú e moro na vizinha Camboriú, portanto sei do que estou falando .Tive uma infância e juventude muito legais nessa cidade…a natureza era maravilhosa e a água também.
De anos para cá virou um misto de mau gosto com ostentação e futilidades…mas, é o preço do progresso.Ou não?!
Não vou nem dizer o que penso do alargamento da faixa de areia… há anos atrás quando colocaram uma iluminação faraônica na praia,tinham de tirar os bichinhos mortos de patrola … acho que isso é auto explicativo.
O uso de produtos à base de canabidiol ou CBD, um dos princípios ativos da Cannabis sativa — nome científico da maconha —, foi liberado aos atletas paralímpicos pela Agência Mundial Antidoping (Wada).
A decisão é um alívio para os esportistas. O CBD ajuda a reduzir inflamações, relaxar os músculos e controlar dores. “A substância apresenta todas essas vantagens em relação à recuperação física dos atletas e ainda tem menos efeitos colaterais do que os medicamentos tradicionais”, explica a médica Maria Teresa Jacob, de Campinas (SP), membro da International Association for Canabinoid Medicines (IACM). Sem falar que, segundo a especialista, auxilia no combate à insônia e melhora o foco.
Nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, esportistas podem manter tratamento à base de canabidiol, que alivia sintomas crônicos, como dores e ansiedade
Guilherme Ranieri morou em sítio desde pequeno e sempre gostou de plantas. Curioso sobre um matinho que dava uma linda flor, ele acabou descobrindo que aquela espécie, popularmente chamada de major-gomes, era comestível. Como qualquer leigo, fez a indagação mais instintiva de todas: “Eu posso mesmo comer isso aqui?”.
Depois de algumas pesquisas, entendeu que não só podia como devia. Aliás, aquele alimento fresquinho tinha tudo para substituir, na mesa do jantar, as alfaces compradas no supermercado da cidade.
Ao perceber que estava rodeado por comida boa e negligenciada, Ranieri resolveu se apropriar daquilo em nome da saúde e da sustentabilidade. E sua vida mudou: o que era hobby virou profissão, e, à frente do blog Matos de Comer, o produtor orgânico ainda dá aulas e atua com a implementação de jardins comestíveis.
Isso mesmo: imagine ter no quintal ou na varanda um jardim que, além de embelezar sua casa, ainda oferece comida!
Matinhos pisoteados pelas ruas poderiam estar na geladeira enriquecendo a dieta e contribuindo para um sistema alimentar mais sustentável
Leva essa canção de amor dançante Pra você lembrar de mim, seu coração lembrar de mim Na confusão do dia-a-dia, no sufoco de uma dúvida Na dor de qualquer coisa
É só tocar essa balada de swing inabalável Que é o oásis pro amor Eu vou dizendo na sequência bem clichê Eu preciso de você
E a força antiga do espírito virando convivência De amizade apaixonada Sonho, sexo, paixão Vontade gêmea de ficar e não pensar em nada
Planejando pra fazer acontecer Ou simplesmente refinando essa amizade Eu vou dizendo na sequência bem clichê Eu preciso de você
Mesmo que a gente se separe por uns tempos Ou quando você quiser lembrar de mim Toque a balada do amor inabalável Swing de amor nesse planeta
Mesmo que a gente se separe por uns tempos Ou quando você quiser lembrar de mim Toque a balada seja antes ou depois Eterna love song de nós dois
Leva essa canção de amor dançante Pra você lembrar de mim, seu coração lembrar de mim Na confusão do dia-a-dia, no sufoco de uma dúvida Na dor de qualquer coisa
Após a cloroquina, azitromicina e ivermectina, surge o quarto cavaleiro do apocalipse: a proxalutamida. Assim como seus antecessores, trata-se de um medicamento normalmente usado para outra doença que está sendo promovido pelo presidente Jair Bolsonaro para combater a covid-19 – mesmo sem eficácia comprovada.
A droga, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Suzhou Kintor, é um bloqueador hormonal desenvolvido com o intuito de tratar o câncer de próstata. O medicamento ainda se encontra em fase de testes, e não é liberado pra comercialização em nenhum lugar do mundo. Ou seja: nem as pessoas com câncer de próstata, que são de fato o público-alvo do produto, têm acesso a ele.
Porém, o endocrinologista Flavio Cadegiani, que atua na clínica de emagrecimento Corpometria Institute, em Brasília, considerou que seria uma boa ideia testar a proxalutamida no Brasil para casos graves de covid-19.
Vale dizer que países como China, Reino Unido e França, que exploraram mais profundamente o reposicionamento de drogas (ou seja, o uso do remédio para fins que não o original), já haviam descartado a proxalutamida contra a covid-19. Mas este ainda não é o ponto. O grande problema é que os experimentos no Brasil – já no estágio dos testes clínicos, quando o remédio é usado em humanos –, estavam sendo conduzidos sem autorização da Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), o que é proibido.
O medicamento – um bloqueador hormonal usado contra câncer de próstata – foi testado no Brasil contra covid-19 sem aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. E houve erros de metodologia graves nos ensaios clínicos.
Nesta quinta-feira (26), teve início a votação da tese do marco temporal no Supremo Tribunal Federal (STF), que deve ser retomada na próxima quarta (1º). Diante disso, povos indígenas e apoiadores, que temem os impactos da medida sobre a demarcação de terras indígenas, se juntaram em Brasília para protestar. Mais de 6 mil indígenas foram ao Distrito Federal e formaram o acampamento “Luta pela vida”. É uma das maiores manifestações já feitas por povos originários.
Para entender essa discussão, é preciso voltar alguns anos. Em 2009, o STF teve que resolver um conflito envolvendo indígenas e produtores de arroz, que disputavam pela Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Na época, a decisão foi favorável aos povos originários, sob alegação de que estes já estavam no território quando foi promulgada a Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.
A tese, que teve a votação iniciada nesta quinta-feira (26), deve impactar 303 territórios indígenas em processo de demarcação.