Assista a “PINÓQUIO. Série FILOSOFILME – Comentários filosóficos Lúcia Helena Galvão, Nova Acrópole” no YouTube

O aprendizado humano é constante e enriquecedor… Professora Lúcia Helena Galvão é nossa companhia nessa jornada.

Nova Acrópole aqui!

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Assista a “Como propagar rosas com batatas para enraizamento rápido | Crescendo rosas em batatas” no YouTube

Um jardim de rosas… perfumado, colorido e cheio de vida!

Vejam como é fácil criar mudas com auxílio de batatas…muito prático e interessante.

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Oração…por Paulo Coelho

“Senhor, protegei os nossos sonhos, porque sonhar também é uma maneira de rezar.”

🌹Paulo Coelho

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O voto das mulheres durante a proclamação da República

Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.

O país deixava de ter um imperador, Dom Pedro II e passaria a ter um governo provisório sob comando do marechal Deodoro da Fonseca. O objetivo era preparar as eleições de 1894.

As mulheres começaram a se empolgar com a ideia de que com um novo regime, a oportunidade de conseguirem o direito do voto seria enorme.

Imagem por TSE

Já que apenas os homens podiam votar naquela época, eles pensaram que o pedido pelo voto feminino era apenas um capricho, não um assunto sério de direitos iguais.

Para que suas vozes fossem ouvidas, as mulheres começaram movimentos e campanhas sufragistas. O assunto era sempre assunto nos jornais.

Vendo o crescimento da popularidade do movimento após o acidente de Epsom Derby, em 1913, quando a sufragista Emily Davison se jogou na frente de um cavalo, durante uma corrida, o governo propôs uma emenda em que mulheres com diplomas que não fossem casadas ou tivessem filhos, poderiam votar mas a ideia foi rejeitada. O principal argumento dos que se opunham era o perigo que isso poderia acarretar.

Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.

O voto das mulheres durante a proclamação da República

publicado originalmente em psantinati

Aplicativo acompanha crescimento de crianças

aplicativo Growth Journey, desenvolvido pela farmacêutica Novo Nordisk, oferece aos pais uma forma simples e segura de acompanhar a fase de desenvolvimento dos filhos.

Gratuito e disponível em todas as lojas de apps, basta inserir dados básicos como nome da criança, data de nascimento, sexo, altura e peso para uma curva de crescimento ser criada. Os pais podem ainda informar a altura deles e o programa estima o tamanho que ela pode alcançar.

Um dos diferenciais do app é indicar se o ritmo de crescimento está dentro do esperado. “Nada substitui a ida ao pediatra, mas, com dados de medições regulares, ele consegue analisar a velocidade de crescimento com mais precisão e detectar um eventual distúrbio relacionado”, explica Erika Miyamoto Fortes, gerente médica do laboratório.

O Growth Journey monitora esse desenvolvimento de perto, auxiliando no diagnóstico de possíveis distúrbios

Aplicativo acompanha crescimento de crianças

publicado originalmente em Veja saúde

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Dicas preciosas de saúde e bem estar? Temos!

Doutora Ângela por aqui!

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Assista a “GREG NEWS | POSITIVIDADE TÓXICA” no YouTube

Mais uma semana em Pindorama…

E mais novidades e notícias que seriam cômicas, se não fossem trágicas.

Este é o Greg News!

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Não é só Covid-19: as outras vacinas que os adultos devem tomar

Uma pesquisa feita pela farmacêutica GSK, em parceria com o instituto de pesquisa Kantar, aponta que os brasileiros aprovam vacinas, mas 49% deles não recebem informações sobre o tema como gostariam. Como crianças e idosos são os maiores alvos das campanhas, os adultos se mostram especialmente perdidos.

O Brasil se destacou nesse interesse em comparação a Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, Espanha, Itália e França – outros países que participaram do levantamento.

Entre os entrevistados, reina a opinião de que é papel dos profissionais de saúde manter a população atualizada sobre o calendário. Eis um dos desafios para engajar os adultos.  A vacinação é um tópico corriqueiro no ramo da pediatria, mas pouco debatido por outras especialidades médicas.

Na opinião de Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), é compreensível que algumas campanhas governamentais sejam dirigidas a certos públicos como estratégia de imunização coletiva. Justamente por isso, os médicos devem aproveitar o contato com os pacientes para estimular a proteção individual.

Para especialistas, doses são parte de estilo de vida saudável, assim como fazer exercícios e comer bem. Veja o calendário de imunização dos adultos

Não é só Covid-19: as outras vacinas que os adultos devem tomar

publicado originalmente em Veja saúde

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Monja Coen com seus ensinamentos repletos de sabedoria e meiguice…um bálsamo para a alma.

Se amar e aceitar, quem não quer?

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Com psicologia, pessoas podem desaprender a sentir dor crônica, diz estudo

Se o cérebro é capaz de gerar dor mesmo sem lesões aparentes, ou após a cicatrização, seria possível ele “desaprender” a senti-la? Com essa pergunta, pesquisadores norte-americanos avaliaram o uso de um tratamento psicológico no alívio da dor crônica nas costas, e tiveram resultados positivos.

A partir da Terapia de Reprocessamento da Dor (PRT, sigla em inglês), os participantes do estudo clínico eram orientados a entender o papel do cérebro na geração da dor crônica, a reavaliar as próprias dores enquanto faziam movimentos que, antes, tinham medo e a lidar com as emoções que pudessem exacerbar o incômodo.

Caso alguém sentisse dores toda vez que se sentasse, por exemplo, a orientação seria para que fizesse o movimento lentamente, prestando atenção às sensações e tentando pensar nelas como seguras. O mesmo valeria para outros gatilhos, como conflitos no trabalho ou na família.

Resultados do estudo

Ao todo, 151 voluntários — com relatos de dor crônica nas costas com duração de, pelo menos, metade dos dias dos últimos seis meses e uma semana de dores com intensidade média igual ou maior a quatro (em uma escala de 0 a 10) — foram divididos em três grupos, de forma randomizada:

• 50 receberam o tratamento psicológico;
• 50 receberam o cuidado padrão;
• 51 serviram de comparativo, via grupo placebo.

Antes e depois da terapia, todos realizaram exames de ressonância magnética para medir como o cérebro reagia a um estímulo de dor leve.

Terapia é vista como benéfica por especialistas, mas não deve ser usada de forma exclusiva

Com psicologia, pessoas podem desaprender a sentir dor crônica, diz estudo

publicado originalmente em Veja saúde