“A cada dia o sol ilumina um mundo novo. Aquilo que chamamos de rotina está repleta de novas propostas e oportunidades. Hoje em algum lugar um tesouro te espera .Pode ser um pequeno sorriso, pode ser uma grande conquista , não importa. A vida é feita de pequenos e grandes, ela está sempre nos testando, nos oferecendo combates que nos educam e glorificam. Descubra a alegria de ser essa pessoa linda e uma surpresa para você mesmo. Afinal, a melhor maneira de servir à DEUS é indo ao encontro de seus próprios sonhos.”
O Brasil é campeão mundial de descargas elétricas: em média, 77,8 milhões atingem o país todos os anos. Desde 2016, o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) monitora os raios em todo o país – e, agora, encontrou um aumento inédito deles.
Entre janeiro e fevereiro deste ano, foram registrados cerca de 17 milhões de raios no país – sendo 8,8 milhões em janeiro e 8,2 milhões em fevereiro. No mesmo período de 2021, foram registrados, respectivamente, 7 milhões e 6,2 milhões de raios (um total de 13,2 milhões).
O Elat opera uma rede de 110 sensores espalhados pelo Brasil, que mapeiam a incidência e indicam a intensidade das descargas elétricas – tanto aquelas que atingem o solo (os raios) quanto as que ficam entre as nuvens. As últimas são mais frequentes: nos dois primeiros meses deste ano, foram registradas 27 milhões delas. (Você pode entender como elas se formam nesta reportagem da Super.)
O levantamento do Elat também indicou que o estado brasileiro com maior número de raios neste período foi o Amazonas, com cerca de 2,6 milhões. Na sequência, Mato Grosso, Pará, Minas Gerais e Tocantins.
Com exceção de Tocantins, todos esses estados ainda registraram mais de cem mil raios em um único dia, um número considerado “extremamente elevado” pelo grupo de pesquisa.
Segundo Osmar Pinto Junior, coordenador do Elat, a incidência é explicada pelo fenômeno atmosférico-oceânico chamado El Niño Oscilação Sul (ENOS), com mudanças na temperatura do oceano Pacífico Equatorial. Existem duas situações desse fenômeno: o El Niño deixa as águas mais quentes; o La Niña, mais frias. Neste momento, estamos passando pelo La Niña.
“Estes fenômenos alteram a circulação atmosférica de tal forma que, em anos de La Niña, a ocorrência de tempestades aumenta nas regiões Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste, e diminui na região Sul”, explica o pesquisador à Super.
“O oposto ocorre em anos de El Niño, mas a região Sudeste e parte da região Centro-Oeste têm um comportamento mais complexo pois dependem da intensidade dos fenômenos.”
Aí, como a região Norte é a maior do Brasil, o número de raios aumenta por lá em anos de La Niña, como agora. Certo aumento é esperado – mas não um da intensidade verificada dessa vez. O ano de 2021, inclusive, também foi marcado pelo fenômeno La Niña em intensidade similar à deste ano.
Então, isso não explica o aumento de 29% visto agora. Segundo Osmar, a expectativa era de um aumento contínuo em torno de 2% por ano, e os números observados, ao menos em parte, têm relação com as mudanças climáticas – que bagunçam a circulação atmosférica, temperatura, precipitação do planeta.
De acordo com o Elat, as mudanças climáticas serão responsáveis por um aumento anual na incidência de raios no Brasil. Espera-se que, entre os anos de 2081 e 2100, 100 milhões deles atinjam nosso território por ano – o que pode trazer consequências graves para a tecnologia, como panes em computadores e sistemas de telecomunicação.
17 milhões de raios caíram no país entre janeiro e fevereiro deste ano, contra 13,2 milhões no mesmo período em 2021. Aumento inesperado está relacionado com as mudanças climáticas. Entenda.
Em 1914, a Expedição Imperial Transatlântica deixou o Reino Unido rumo à Antártida com um objetivo ambicioso: o explorador Ernest Shackleton e os 27 homens sob seu comando queriam ser os primeiros a atravessar o continente gelado a pé.
A missão, porém, transformou-se em uma luta histórica por sobrevivência – que durou 22 meses e foi concluída com êxito pela tripulação depois que o navio Endurance se chocou contra o gelo no Mar de Weddell, ao leste da Península Antártica, e naufragou em 1915. A Super já narrou essa aventura, e você pode lê-la aqui.
Agora, o navio foi encontrado em condições excelentes de preservação a uma profundidade de 3.008 metros, segundo comunicado publicado nesta quarta (9) pela instituição inglesa Falklands Maritime Heritage Trust (FMHT), que patrocinou a expedição de busca.
O Endurance foi encontrado sete quilômetros ao sul da posição registrada com a ajuda de um sextante pelo capitão Frank Worsley (sextante é um instrumento para medir distâncias, símbolo da navegação marítima). Segundo John Shears, líder da expedição de busca Endurance22, a busca pelo naufrágio foi a mais desafiadora do mundo.
Uma tentativa anterior de encontrar o navio histórico aconteceu há três anos, em uma expedição de seis semanas chamada Weddell Sea Expedition 2019. Na época, muito gelo marinho cobria a região, o que causou a perda de dois veículos de busca submarina e obrigou o retorno da equipe para evitar que o navio quebra-gelo Agulhas II não ficasse preso.
A Endurance22 certamente se valeu das lições aprendidas em 2019, mas também teve o clima a seu favor: no mês passado, houve a menor extensão de gelo marinho da Antártida já registrada por satélites.
A missão partiu da Cidade do Cabo, na África do Sul, em 5 de fevereiro. Foi novamente realizada a partir de um Agulhas II e utilizou submersíveis chamados Sabertooth (“dente de sabre”, em inglês), operados remotamente pela equipe do navio. Foram duas semanas de busca em uma área predefinida, baseada nas coordenadas do capitão Worsley.
Embarcação histórica afundou no Mar Weddell em 1915, quando Shackleton e sua tripulação tentaram atravessar a Antártida a pé.
“Não, Tempo, não zombarás de minhas mudanças! As pirâmides que novamente construíste, não me parecem novas, nem estranhas; Apenas as mesmas com novas vestimentas.”
“Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.”
Hey mãe! Eu tenho uma guitarra elétrica Durante muito tempo isso foi tudo Que eu queria ter
Mas, hey mãe! Alguma coisa ficou pra trás Antigamente eu sabia exatamente o que fazer
Hey mãe! Tem uns amigos tocando comigo Eles são legais, além do mais, Não querem nem saber Mas agora, lá fora Todo mundo é uma ilha A milhas e milhas e milhas De qualquer lugar
Nessa terra de gigantes Eu sei, já ouvimos tudo isso antes A juventude é uma banda Numa propaganda de refrigerantes
As revistas, as revoltas, as conquistas Da juventude são heranças São motivos pras mudanças de atitude Os discos, as danças, os riscos Da juventude A cara limpa, a roupa suja Esperando que o tempo mude
Nessa terra de gigantes Tudo isso já foi dito antes A juventude é uma banda Numa propaganda de refrigerantes
Hey mãe! Já não esquento a cabeça Durante muito tempo Isso foi só o que eu podia fazer Mas, hey hey mãe! Por mais que a gente cresça Há sempre coisas que a gente Não pode entender Por isso, mãe Só me acorda quando o sol tiver se posto Eu não quero ver meu rosto Antes de anoitecer Pois agora lá fora, O mundo todo é uma ilha A milhas e milhas e milhas…
Nessa terra de gigantes Que trocam vidas por diamantes A juventude é uma banda Numa propaganda de refrigerantes
Nessa terra de gigantes Que trocam vidas por diamantes A juventude é uma banda Numa propaganda de refrigerantes