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Vamos conhecer a visão científica do lado bom dos pesadelos!

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A Faculdade de Medicina e o Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) irão participar de uma rede global de pesquisa que pretende encontrar a cura definitiva para a infecção HIV, o vírus causador da aids, por meio de engenharia genética. A nova abordagem de combate ao vírus buscará o bloqueio completo do HIV dentro das células e sua posterior eliminação.
“As últimas décadas representaram avanços muito importantes no tratamento e controle do HIV e AIDS. Mas o paciente segue precisando se tratar continuamente e o risco de agravamento em caso de interrupção permanece. Esta nova abordagem significará um passo fundamental. Poderá ser, finalmente, a cura do HIV”, destacou o professor titular do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP, Esper Kallás, que coordenará o grupo brasileiro.
Estudo usará engenharia genética para bloquear o vírus na célula
USP participará de rede global para encontrar a cura do HIV
publicado originalmente em Veja

Poucos assuntos são tão badalados quanto os cuidados com a pele. Cremes, pomadas, sprays e tantos cosméticos que prometem reforçar a hidratação ou trazer uma solução para espinhas e rugas surgem com regularidade no mercado, tornando a estética uma das áreas campeãs de audiência.
Só que há outro lado, bem menos glamouroso mas nem por isso menos vital, que pede nossa atenção quando falamos em saúde da pele: a luta contra feridas e lesões crônicas, de difícil cicatrização e capazes de expor o corpo a várias complicações, e tantas vezes relegadas às quatro paredes dos hospitais. A boa notícia é que os especialistas nesse front vêm ganhando novas armas para vencer os antigos tormentos.
As feridas crônicas surgem de diversas formas. Podem começar, digamos, por dentro, a partir de doenças circulatórias ou do diabetes mal controlado, que atrapalham a cicatrização de qualquer corte ou picada de inseto, por exemplo. Assim como podem vir de fora, causadas por traumas físicos ou mesmo infecções.
Cortes, queimaduras, problemas circulatórios e diabetes estão entre as principais causas de feridas que não cicatrizam. Mas há um novo arsenal para sará-las
De cortes a queimaduras: inovação à flor da pele
publicado originalmente em Veja saúde
Quem resiste à um pudim?
Uma delícia de sempre,apresentada aqui por Isamara Amâncio 💖

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Os dentes entregam nosso estado de espírito: podem dar as caras tanto num momento de alegria como num esgar de sofrimento. Quem também aparece (ou padece) é a dentina, a camada que dá corpo a cada unidade da arcada dentária e fica recoberta pelo esmalte dental. Quando essa capa e o conteúdo são corroídos por algum problema, o sorriso tende a se esvair e a dor marca presença.
70% dos brasileiros chegam a ter algum grau de sensibilidade dentária, ligada à erosão do esmalte e à exposição da dentina.
30% de queda em cáries: foi o que registrou o governo brasileiro desde 2003. A encrenca pode comprometer a dentina e a vizinhança.
Foto de microscopia eletrônica expõe a dentina
Zoom: nos bastidores do sorriso
publicado originalmente em Veja saúde

Um estudo recente descobriu que a montanha mais alta da Suécia, chamada Kebnekaise, está diminuindo de tamanho por conta das mudanças climáticas. A Kebnekaise faz parte dos Alpes Escandinavos e tem dois picos: um ao sul, coberto por uma geleira em processo de derretimento, e outro ao norte – rochoso e, portanto, estável.
Em 14 de agosto deste ano, o pico sul da montanha estava a 2.094,6 metros de altitude. Essa é a altura mais baixa registrada desde a década de 1940, quando pesquisadores da Universidade de Estocolmo iniciaram as medições. A altura registrada agora também é dois metros mais baixa do que a altura registrada em agosto de 2020.
Os pesquisadores usam métodos fotogramétricos para mapear a geometria do cume. Eles consideram uma margem de erro de 0,2 metro e realizam as comparações acompanhando as diferenças de altura da geleira ao longo do ano. Normalmente, a altura do pico sul pode variar de dois a três metros entre o verão e o inverno, por exemplo, devido ao deslocamento da neve e derretimento do gelo com o clima quente.
A montanha Kebnekaise encolheu 2 metros em um ano devido ao derretimento da geleira que cobre seu pico sul. Agora, apresenta a altura mais baixa desde 1940.
Montanha mais alta da Suécia está encolhendo com as mudanças climáticas
publicado originalmente em superinteressante

Muito associada a idosos, a demência também acomete adultos jovens. Nessa fase da vida, uma das principais causas do problema é a doença vascular — sozinha ou combinada com o Alzheimer. É o que confirma um estudo inédito feito pelo Biobanco da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) já submetido para publicação em revista científica e que está em processo de revisão por pares.
Para chegar ao resultado, os cientistas analisaram o cérebro de 275 indivíduos com menos de 65 anos. Em 10% dos casos, foi identificada a chamada demência vascular, que ocorre por danos causados pela falta de circulação do sangue. “Lesões no cérebro provocadas pela doença dos vasos cerebrais são tão frequentes quanto as lesões da doença de Alzheimer”, afirma Roberta Diehl Rodriguez, neurologista e pesquisadora do grupo de neurologia cognitiva e do comportamento do Biobanco da USP.
Estudo da Universidade de São Paulo analisou o cérebro de 275 indivíduos com menos de 65 anos — e encontrou alterações compatíveis com demência em 10%
Demência também pode aparecer em adultos jovens
publicado originalmente em Veja saúde

Quem nunca dormiu super mal e achou que um cochilo durante o dia compensaria os estragos das horas de sono perdidas? Pois é, mas pesquisadores do Laboratório de Sono e Aprendizagem da Universidade Estadual do Michigan (MSU) surgem na história com um balde de água fria: em estudo, eles mostraram que essa tática não funciona se a ideia é atenuar os déficits cognitivos após uma madrugada agitada.
“Há alguns anos já vem se discutindo e estudando a utilidade do cochilo de dia, mas esse estudo foi bem interessante porque ele analisou não só se a pessoa cochilou ou não, mas o estágio do sono alcançado”, comenta a médica Dalva Poyares, pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo. “A sensação de cansaço pode estar ligada à qualidade do cochilo e se os indivíduos conseguem entrar em níveis mais profundos do sono ou não. Por isso é importante ter esse registro”, explica.
Pesquisa americana indica que, se o cochilo for de qualidade, os prejuízos até são amenizados – mas a soneca não reverte totalmente o estrago
Cochilos não compensam horas de sono perdidas à noite, diz estudo
publicado originalmente em Veja saúde

Na última quinta-feira (19), a Tesla realizou seu anual circuito de palestras para recrutar talentos e apresentar as novas tecnologias da marca. Este ano, o tema do evento foi Dia da Inteligência Artificial. Elon Musk, CEO da empresa, aproveitou a conferência para anunciar o Tesla Bot, também conhecido como Optimus: um robô humanoide idealizado pela montadora.
De acordo com o bilionário, o robô serviria como um auxiliar para os humanos. Ele poderia substituir uma pessoa em tarefas perigosas, repetitivas ou simplesmente entediantes, como fazer compras no mercado. O Optimus seria equipado com inteligência artificial, sendo capaz de responder a comandos de voz de seus proprietários.
O robô deveria auxiliar os humanos em atividades perigosas, repetitivas e entediantes. Mas ele ainda não possui um protótipo – e a proposta dificilmente sairá do papel em breve. Entenda.
O que (não) esperar do Optimus, o robô humanoide anunciado pela Tesla
publicado originalmente em superinteressante
Notícias da semana e assuntos sobre preservação e biodiversidade….
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