Estudo relaciona hábito de andar 7 mil passos diários a menor mortalidade

A quantidade da passos diários e a intensidade na qual eles são dados estão associadas à mortalidade prematura entre mulheres e homens de meia-idade?

Esta pergunta foi feita por pesquisadores da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. Após dez anos de estudo, eles concluíram que andar pelo menos 7 mil passos por dia reduz de 50% a 70% a mortalidade por todas as causas.

Para isso, 2 110 adultos com idades entre 38 e 50 anos foram divididos em três grupos de acordo com a quantidade de passos diários: baixa (menos de 7 mil), moderada (entre 7 mil e 10 mil) e alta (mais de 10 mil).

Os participantes que deram pelo menos 7 mil passos por dia, medidos por um acelerômetro, apresentaram a menor taxa de risco de mortalidade, que não variou em relação àqueles que andaram mais de 10 mil passos.

Deslocamentos ao longo do dia promovem o condicionamento saudável do corpo, protegendo-o de problemas graves

Estudo relaciona hábito de andar 7 mil passos diários a menor mortalidade

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “Arraia-jamanta inspira dispositivo para livrar oceanos dos microplásticos” no YouTube

Os animais mesmo sendo massacrados continuam a inspirar novas invenções…

Ah,se todo humano fosse assim…

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Uma batata-doce mais nutritiva

Pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, e do Instituto Agronômico de Campinas, também no interior paulista, desenvolveram um cultivar de batata-doce de polpa laranja, sinal claro do acúmulo de betacaroteno. A substância é precursora da vitamina A, protetora das nossas células.

O engenheiro-agrônomo Fernando Piotto, professor da Esalq, conta que a nova versão chega a ter cerca de dez vezes mais betacaroteno do que a batata-doce convencional. “Além disso, segue com o mesmo sabor aceito”, comenta. A expectativa é que os produtores tenham acesso às ramas até o início de 2022. Se houver plantio, em meados de junho ela estará no mercado.

Não é transgênico

Piotto explica que a batata-doce turbinada foi obtida por meio de um melhoramento genético clássico — que não tem nada a ver com transgenia. Nesse processo, os cientistas cruzam variedades com características desejáveis, como boa produtividade, sabor agradável e riqueza em certa substância, até chegar a um cultivar que combine todos os atributos. “Isso ocorre desde que o homem dominou a agricultura”, afirma.

Nova espécie tem a polpa alaranjada, que acusa a presença de doses fartas de betacaroteno

Uma batata-doce mais nutritiva

publicado originalmente em Veja saúde

Covid-19: quando vem a imunidade coletiva?

Os índices esperados para alcançar a imunidade coletiva ou de rebanho em relação ao coronavírus mudaram desde o início da pandemia. Bom lembrar que a obtenção desse status, em que a maioria da população está protegida contra o vírus, depende da quantidade de pessoas vacinadas contra ele e da queda na sua taxa de transmissão, segundo o epidemiologista Guilherme Werneck, professor do Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

“Supõe-se que a partir de um determinado patamar de imunização, é possível interromper a circulação de um vírus. Mas, com a covid-19, é diferente”, diz Werneck.

Casos de reinfecção, o surgimento de variantes e a possibilidade de transmitir a doença mesmo após a vacinação são variáveis que bagunçaram a conta e deixaram os especialistas incertos sobre qual seria o tal patamar de imunização necessário para frear o coronavírus. Mas eles estão esperançosos em relação à queda das mortes e ao controle da doença. Desde que não haja um relaxamento total, é claro.

Novas cepas e possibilidade de transmissão do vírus por vacinados são fatores que dificultam a resposta. Mas há uma certeza: dá para controlar o coronavírus

Covid-19: quando vem a imunidade coletiva?

publicado originalmente em Veja saúde

Monitorar vírus, fungos e bactérias pode evitar novas pandemias

A pandemia de covid-19 tornou mais evidente a necessidade dos chamados sistemas de sentinela, que monitoram agentes patológicos a fim de evitar surtos ou mesmo prever futuras epidemias. Além de vírus como o Sars-CoV-2, porém, é fundamental monitorar também fungos e bactérias que ainda não possuem tratamentos eficazes e podem se espalhar. Esse foi o tema da 4ª Conferência Fapesp 60 anos, “Desafios à Saúde Global”.

O evento teve como mediadora Helena Nader, professora da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) e integrante do Conselho Superior da Fapesp.

“É muito importante termos sistemas de sentinela que permitam que uma pandemia, no início do seu surgimento, seja rapidamente detectada e combatida. Mas tudo isso requer uma interação, uma cooperação, que nem sempre são naturais”, destacou Luiz Eugênio Mello, diretor científico da Fapesp, durante a abertura do evento.

Cientistas alertam para os desafios de diagnosticar e combater agentes patológicos com o potencial de causar surtos de doenças infecciosas

Monitorar vírus, fungos e bactérias pode evitar novas pandemias

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “COOKIES SEM FARINHA IMPOSSÍVEIS DE COMER UM SÓ!! OS MELHORES QUE VOCÊ JÁ VIU! FÁCIL-Isamara Amâncio” no YouTube

Um cafezinho e esses cookies…

Essa Isamara Amâncio …cada dia ensinando mais gostosuras, já para cozinha fazer!

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Mágicas Imagens ✨✨

Leões marinhos, São José do Norte RS Brasil

Assista a “Caetano Veloso, Gilberto Gil – Terra (Vídeo Ao Vivo)” no YouTube

🌎 Terra

Quando eu me encontrava preso na cela de uma cadeia
Foi que eu vi pela primeira vez as tais fotografias
Em que apareces inteira, porém lá não estavas nua
E sim coberta de nuvens

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Ninguém supõe a morena dentro da estrela azulada
Na vertigem do cinema, mando um abraço pra ti
Pequenina como se eu fosse o saudoso poeta
E fosses a Paraíba

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Eu estou apaixonado por uma menina terra
Signo de elemento terra, do mar se diz: terra à vista
Terra para o pé, firmeza, terra para a mão, carícia
Outros astros lhe são guia

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Eu sou um leão de fogo, sem ti, me consumiria
A mim mesmo eternamente e de nada valeria
Acontecer de eu ser gente, e gente é outra alegria
Diferente das estrelas

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

De onde nem tempo e nem espaço, que a força mande coragem
Pra gente te dar carinho durante toda a viagem
Que realizas no nada, através do qual carregas
O nome da tua carne

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Nas sacadas dos sobrados, das cenas do salvador
Há lembranças de donzelas do tempo do imperador
Tudo, tudo na Bahia faz a gente querer bem
A Bahia tem um jeito

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

🌎Fonte: Musixmatch

Compositores: Caetano Veloso

Letra de Terra © Uns Producoes Artisticas Ltda

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Já cuidou dos seus pés hoje?

Milênios antes de os tênis de corrida surgirem, nossos antepassados já andavam em alta velocidade por aí. Não por esporte: eram tempos de caça ou caçador. Em meio à concorrência com outros animais, o ser humano também pulava, escalava e escapava dos obstáculos pelo caminho. Para ter sucesso em suas jornadas diárias, nossa espécie dependia de uma tecnologia avançada que já vinha de fábrica: os próprios pés.

Mas, com o avançar dos séculos, os calçados que foram inventados inicialmente para protegê-los do frio ou de pedras e espinhos se converteram em algo a mais. Andamos dentro de casa de chinelo, vamos ao escritório de sapato e ainda nos exercitamos com tênis que potencializam nossas habilidades naturais. Daí que os pés não precisam mais fazer o trabalho duro de antigamente. E isso pode se tornar um problema.

“Nossos pés têm mais de 150 elementos, entre músculos, articulações e ligamentos. Mas hoje ficam muito tempo acomodados em calçados mais rígidos e estruturados”, explica a educadora física Isabel Sacco, coordenadora do Laboratório do Movimento e Postura Humana da Universidade de São Paulo (USP).

Eles nos levam para cima e para baixo e, em geral, não ganham a devida atenção. Mas podem e devem receber cuidados — e tem até exercícios para essa dupla

Já cuidou dos seus pés hoje?

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “Ninguém pode ser feliz alienado” – Prof. Lúcia Helena, de Nova Acrópole: no YouTube

Questionar e formar opiniões, atitudes básicas na caminhada da existência.

Professora Lúcia Helena Galvão com sua conversa relevante e sempre bem vinda.

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