Empresas querem produção de soja e criação de gado sem desmatamento — CURIOSIDADES NA INTERNET

Oito instituições financeiras e empresas do agronegócio anunciaram um compromisso de US$ 3 bilhões para a produção de soja e gado livre de desmatamento e conversão de habitats naturais na América do Sul, informou em nota a ONG The Nature Conservancy (TNC). O acordo prevê ainda US$ 200 milhões em desembolsos até 2022. Conheça o… […] […]

Empresas querem produção de soja e criação de gado sem desmatamento — CURIOSIDADES NA INTERNET

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Como a nostalgia pode aumentar a felicidade durante a pandemia

Sentir nostalgia — ou lembrar vivências que deixaram saudade — pode ter efeitos genuinamente positivos, inclusive para lidar com a pandemia da Covid-19, de acordo com estudo feito por pesquisadores das Universidades de Southampton, na Inglaterra, e de Zhejiang, na China.

A partir de um questionário, 3,7 mil participantes dos Estados Unidos, Reino Unido e China descreveram os níveis de solidão, nostalgia e felicidade que sentiam em uma escala de 1 (“de jeito nenhum”) a 7 (“muito”). Os dados foram coletados durante os primeiros dias da pandemia, com o início do isolamento social.

Na análise, os pesquisadores observaram que, nos três países, os voluntários com uma taxa relativamente alta de solidão apresentavam uma média mais baixa de felicidade.

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O que chamou atenção, no entanto, foi que a solidão também conduzia às memórias nostálgicas que, por sua vez, aumentavam a sensação de felicidade e combatiam a influência negativa da solidão.

Ao lembrar de momentos com saudade, o sentimento de tristeza do isolamento passa a ser compartilhado com a felicidade

Como a nostalgia pode aumentar a felicidade durante a pandemia

publicado originalmente em Veja saúde

“Vax”, abreviação de “vacina”, é eleita a Palavra do Ano de 2021

A pandemia não impactou apenas a saúde global, mas também a forma como nos comunicamos. Algumas palavras entraram para o nosso vocabulário, enquanto outras, já conhecidas (quarentena, distanciamento, lockdown), ganharam ainda mais força. 

Prova disso é que a empresa responsável pelo Dicionário de Oxford de língua inglesa, a Oxford Languages, que elegeu a palavra “vax” (abreviação para “vacina”) como a palavra do ano de 2021. 

A conclusão veio após uma análise de mais de 14,5 bilhões de palavras coletadas de notícias redigidas em língua inglesa no mundo todo. Uma equipe de lexicógrafos (profissionais dedicados à elaboração de dicionários) ficou encarregada da tarefa. De acordo com o relatório divulgado pela Oxford Languages, a busca por “vax” na internet aumentou 72 vezes em comparação ao ano passado.

De acordo com o relatório divulgado pela Oxford Languages, a oferta de imunizantes contra a Covid-19 fez a busca pelo termo aumentar 72 vezes em comparação a 2020.

“Vax”, abreviação de “vacina”, é eleita a Palavra do Ano de 2021

publicado originalmente em superinteressante

COP26: Brasil lança suas metas para cortes de emissões de CO2

Nesta segunda-feira (1), durante a COP26, a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, que acontece em Glasgow, o Brasil apresentou sua nova meta de redução de emissão de gases-estufa. Ela agora prevê a neutralização das emissões de carbono até 2050 e um corte de 50% até 2030.

O anúncio foi feito pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, e representou um avanço comparado ao que o governo federal havia anunciado antes, quando apresentou uma meta de reduzir as emissões em 43% até 2030. O presidente Jair Bolsonaro, que participou da conferência do G20 no último final de semana, optou por permanecer a passeio na Itália. Para a Cúpula do Clima, ele gravou um vídeo que precedeu a fala de Leite.

Mesmo com o avanço, não está claro que o país tenha de fato elevado suas ambições com relação ao que fora apresentado em 2015, quando aderiu ao Acordo de Paris. Na ocasião, o valor proposto para as reduções até 2030 era de 43%, mas com relação ao padrão de 2005, que era de 2,1 gigatoneladas anuais de CO2e (dióxido de carbono equivalente, uma forma de somar todos os gases emitidos numa unidade só, baseada no efeito atmosférico do CO2, o mais importante dos gases-estufa).

Só que, em dezembro de 2020, o governo brasileiro atualizou sua proposta, mantendo os 43%, mas levando em conta uma nova estimativa do nível de emissões em 2005, que passou a 2,8 gigatoneladas de CO2e.

Ou seja: na prática, o país prometia cortar a mesma quantidade, mas partindo de uma base maior, o que representava um aumento com relação à proposta firmada em Paris para 2030. Com a atualização de 43% sobre 2,1 gigatoneladas para 50% sobre 2,8 gigatoneladas, a ambição em termos de emissões ficou do mesmo tamanho. Reduz o que estava sendo chamado de “pedalada climática”, mas não amplia de fato a meta brasileira apresentada no Acordo de Paris – objetivo explícito da COP26.

Enquanto isso, Antonio Guterres, secretário-geral da ONU, afirmou que o mundo “está cavando a própria cova”. Saiba o que rolou na conferência climática nesta segunda (1).

COP26: Brasil lança suas metas para cortes de emissões de CO2

publicado originalmente em superinteressante

O que esperar da COP26

Iniciou-se neste domingo (31) a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, a COP26. O evento, sediado no Reino Unido, vai se estender por duas semanas, até o dia 12 de novembro. Chefes de Estado e delegações governamentais de 200 países se reúnem na cidade de Glasgow, na Escócia, com o objetivo de atualizar as metas para conter o aquecimento global e a crise climática.

Cerca de 25 mil pessoas são esperadas no evento, entre líderes mundiais, jornalistas e negociadores para as metas que virão a ser definidas. A conferência ocorre todos os anos desde 1995, mas essa edição é particularmente importante, já que marca o aniversário de cinco anos do Acordo de Paris, assinado por 196 países em 2015 (a COP26 deveria ter ocorrido em 2020, mas foi adiada devido à pandemia).

As expectativas para a COP estão altas: trata-se do primeiro encontro desde o lançamento do sexto relatório do IPCC, em agosto deste ano. O documento, que compilou dados de 14 mil estudos, apresenta cinco cenários possíveis (do mais otimista ao mais pessimista) para o aumento das temperaturas globais – e o que precisamos fazer para atingir cada um deles. Ou seja, se há um momento para discutir e decidir ações, é agora.

Começa a conferência climática mais importante dos últimos anos. Entenda por que ela é fundamental, e saiba o que vai acontecer por lá.

O que esperar da COP26

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Repórter Eco | Especial COP26 | 31/10/2021” no YouTube

O Repórter Eco desta semana é especial da COP26.

Esperançosa de que a consciência global se abra e expanda 🍀

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Há um anticoncepcional ideal para cada mulher?

método contraceptivo mais utilizado pelas brasileiras é a pílula anticoncepcional, segundo levantamento feito pelo Instituto Ipsos com a farmacêutica Organon. Para 58% das mulheres, essa é a primeira opção, seguida do preservativo ou a camisinha, adotada por 43%.

DIU de cobre foi apontado por 8% das entrevistadas, e 6% disseram que usam a injeção mensal. Ainda, apenas 13% afirmaram terem domínio pleno do próprio planejamento reprodutivo. As entrevistas foram realizadas com 450 mulheres de todas as classes sociais e regiões do Brasil, no primeiro semestre de 2021.

Apesar de serem as opções mais conhecidas, essas não são as únicas. Divididos entre métodos hormonais e não hormonais, os anticoncepcionais têm especificidades que, sob a orientação de especialistas, precisam ser analisadas para que as mulheres escolham com consciência.

Hormônios, tempo de duração e efeitos colaterais são alguns detalhes que devem ser levados em conta na hora de escolher o método contraceptivo

Há um anticoncepcional ideal para cada mulher?

publicado originalmente em Veja saúde

Ilhas do Pacífico: onde as casas afundam no mar

O aquecimento global está colocando em risco a subsistência de muitas ilhas do Pacífico Por Barbara Barkhausen para o Neues Deutschland As Ilhas Marshall, que estão a meio caminho entre a Austrália e o Havaí, no Pacífico Norte, têm quase 60.000 cidadãos. Eles consistem em duas cadeias quase paralelas de ilhas e atóis, que cobrem uma […]

Ilhas do Pacífico: onde as casas afundam no mar

publicado originalmente em blog do pedlowski

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publicado originalmente em vocacionados

Não é hora de abandonar as máscaras de vez, afirmam especialistas

Com o aumento da cobertura vacinal e a diminuição nos números de casos e mortes por Covid-19, cidades brasileiras estão relaxando as regras sobre o uso de máscaras. No Rio de Janeiro e no Distrito Federal, por exemplo, não é mais preciso cobrir o rosto em áreas abertas, exceto as com alta circulação de pessoas.

Nesses locais, as máscaras seguem obrigatórias no transporte público e em ambientes externos com grande circulação de pessoas, além de áreas fechadas, onde o risco de transmissão do coronavírus é alto. As decisões, embora animadoras, são vistas com cautela pelos especialistas.

Por um lado, estamos no melhor momento da pandemia e já se sabe que a possibilidade de contágio ao ar livre, com distanciamento social, é muito baixa. Por outro, o descuido e o desrespeito às regras podem cobrar um preço alto.

Basta ver o que houve em outros países. “A experiência dos Estados Unidos foi desastrosa”, conta a epidemiologista Denise Garrett, vice-presidente do Instituto Sabin, que testemunhou in loco o desdobrar da flexibilização norte-americana.

Em maio, o Centro de Controle de Doenças do país (CDC) liberou os vacinados, que podem transmitir e contrair a doença, do uso de máscaras em qualquer ocasião. “Como resultado, houve uma explosão de casos no verão”, comenta Denise.

A entidade repensou sua decisão e passou a reforçar a necessidade de vacinados colocarem máscaras em situações de risco. Outros países que fizeram liberações precoces, como o Reino Unido, também voltaram atrás.

Rio de Janeiro e Distrito Federal já estão flexibilizando o uso do acessório ao ar livre; liberação mal planejada pode levar a aumento de casos

Não é hora de abandonar as máscaras de vez, afirmam especialistas

publicado originalmente em Veja saúde