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A atuação do SOS Mata Atlântica, contribuindo para a preservação de um dos mais importantes biomas brasileiros.

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Qual é a diferença entre os tipos sanguíneos?

Assim como o nome completo, uma das primeiras coisas que decoramos é o nosso tipo sanguíneo. A diferença entre eles, como você vai visualizar abaixo, é a presença de proteínas específicas na superfície dos glóbulos vermelhos, os antígenos, que reconhecem os outros tipos de sangue e promovem uma reação rápida e potencialmente perigosa em contato com eles.

Como se refere à compatibilidade, o sistema ABO é a mais importante das classificações do sangue, mas não a única. “Temos cerca de 30 subtipos, que expressam açúcares ou proteínas diferentes, mas eles não são tão importantes na rotina”, conta o hematologista Philip Bachour, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.

Meros detalhes são o suficiente para tornar um sangue incompatível com outro e exigir testes antes da transfusão

Qual é a diferença entre os tipos sanguíneos?

publicado originalmente em Veja saúde

O elo entre infertilidade e depressão

Não é raro que o estresse e a angústia passem dos limites aceitáveis entre casais que lutam para ter um filho, evoluindo para quadros mais sérios como a depressão.

Uma revisão de estudos com dados de quase 10 mil mulheres com infertilidade atesta que 44% daquelas que moram em países de baixa e média renda, como o Brasil, são acometidas por sintomas depressivos — o índice entre nações desenvolvidas é 28%.

Isso reforça a necessidade de amparo médico e psicológico a pessoas que buscam tratamentos para engravidar.

“O correto entendimento pela equipe de reprodução assistida é fundamental para apoiar os pacientes, pois muitas vezes os transtornos mentais representam uma piora na adesão e na resposta ao longo do tratamento”, diz Eduardo Motta, médico e fundador da Huntington Medicina Reprodutiva.

Como enfrentar

Apoio psicológico é bem-vindo inclusive para conseguir engravidar

  • Suporte psicoemocional
    O acompanhamento de um psicólogo durante o tratamento da infertilidade ajuda a lidar com as tensões e aflições que ela é capaz de provocar tanto na mulher como no homem.
  • Fortalecimento do vínculo
    Amor, carinho e compreensão são os pilares para o casal superar o que se passa. O estado psicológico pode inclusive reverberar nos hormônios e influenciar as chances de engravidar.
  • Assistência especializada
    Estar na mão de uma equipe capacitada e especializada em reprodução assistida é decisivo para obter um tratamento adequado e entender possibilidades e limitações.
  • Consulta com psiquiatra
    Quando a depressão aparece, pode ser necessário contar com a visão e o apoio desse profissional, que avaliará a situação e receitará medicamentos apropriados para conter o transtorno.

A ciência crava uma íntima relação entre as duas condições. Como lidar?

O elo entre infertilidade e depressão

publicado originalmente em Veja saúde

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Informação interessante e útil nunca é demais.

Se for sobre alimentação então…bom saber!

Átila Iamarindo por aqui.

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Origens e destinos do menu brasileiro

Nem a miscigenação entre os povos indígena, negro e branco nem a divisão geopolítica por regiões dão conta de explicar a complexidade da cozinha do Brasil. Esse é um dos argumentos de partida de Carlos Alberto Dória, um dos nossos maiores especialistas em sociologia da alimentação, no ensaio Formação da Culinária Brasileira, que dá título ao livro reeditado pela Fósforo.

A obra traz uma coletânea de sete textos que, em comum, buscam destrinchar nosso passado no fogão e à mesa e apontar ingredientes para uma nova e autêntica culinária nacional.

Dória bota no caldeirão do debate desde autores clássicos que escreveram sobre o tema, como Gilberto Freyre e Câmara Cascudo, até os chefs que revitalizaram a gastronomia contemporânea, como o espanhol Ferran Adrià.

Também problematiza conceitos de comida regional que respeitam mais o turismo do que a história, esboça modelos esquemáticos de divisão e compreensão das nossas cozinhas e reflete sobre o que deveria nortear a renovação e o reconhecimento global da culinária brasileira.

Estudioso revê ideias cultivadas há décadas e propõe caminhos para entender nossas raízes culinárias

Origens e destinos do menu brasileiro

publicado originalmente em Veja saúde

O estado nutricional faz diferença para se recuperar da Covid-19

desnutrição integra a lista de ameaças a quem é internado pela Covid-19 — e, pior, pode comprometer a recuperação. Pesquisas independentes que fazem parte do projeto internacional NutriCOVer, da Danone, demonstram que é significativo o índice de pessoas que apresentam dificuldades para se alimentar, perda de peso e carência de nutrientes nesse contexto.

E indicam que a avaliação nutricional e a suplementação adequada não só auxiliam a minimizar os riscos como encurtam o tempo de hospital. O Brasil faz parte da iniciativa por meio de um estudo coordenado pelos médicos Dan Waitzberg, da Universidade de São Paulo (USP), e Paulo César Ribeiro, do Hospital Sírio-Libanês (SP).

Eles acompanharam 357 pacientes internados e constataram que cerca de seis em cada dez apresentaram manifestações sensoriais ou gastrointestinais que geraram prejuízos à ingestão de comida.

Segundo Waitzberg, a Covid-19 pode deflagrar um estado de inflamação sistêmica, que exige esforço e reservas de energia do corpo para ser controlada. Sem combustível suficiente, o organismo tem um trabalho bem mais árduo pela frente.

Por isso, a pesquisa também testou o uso de um suplemento altamente energético e proteico em pacientes com essa demanda. “Ele teve ótima aceitação e ajudou a alcançar as necessidades nutricionais, o que potencialmente contribui para a recuperação”, resume o professor da USP.

Estudo brasileiro aponta benefícios do apoio especializado e da suplementação no hospital

O estado nutricional faz diferença para se recuperar da Covid-19

publicado originalmente em Veja saúde

A anatomia dos vícios: por que eles surgem e como domá-los

O dia em que a Terra (quase) parou. Assim pode ser descrito o 4 de outubro de 2021. Em plena segunda-feira, 2,85 bilhões de usuários do Facebook não conseguiram acessar a maior rede social do planeta. Não foram os únicos: 2 bilhões de perfis do WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado pelos brasileiros, e 1,3 bilhão do Instagram também ficaram impossibilitados de se comunicar, trabalhar ou se divertir.

O apagão durou quase sete horas. Mas, para quem sofre de dependência tecnológica, transtorno que atinge, segundo cálculos da Organização Mundial da Saúde (OMS), em torno de 468 milhões de pessoas, pareceu uma eternidade. “Dizem que a internet é a nova cocaína. Prefiro dizer que é uma nova forma de prazer artificial”, afirma o psiquiatra Antônio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“A sensação de ganhar uma curtida na rede social é tão boa que leva o indivíduo a querer mais. Daí que ganhar likes pode ser tão viciante quanto consumir drogas”, completa o pesquisador do Instituto Delete — Uso Consciente de Tecnologias.

A pane que tirou as principais redes sociais do ar não foi o único golpe a arranhá-las. No dia seguinte, uma ex-executiva do Facebook, Frances Haugen, prestou depoimento ao Senado americano denunciando a companhia por priorizar “o lucro em detrimento da segurança”. A engenheira da computação chegou a comparar a gigante da tecnologia à indústria do tabaco, que, por décadas, negou que fumar fazia mal à saúde, e apelou por sua regulamentação urgente.

Sua fala ecoa diretamente a de Edward Tufte, professor da Universidade Yale, nos EUA, em entrevista ao documentário O Dilema das Redes, da Netflix: “Existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de usuários, a de drogas e a de softwares”.

Dependência online, compulsão alimentar, vontade incontrolável de beber, fumar, comprar… Os vícios parecem ter piorado após a pandemia. O que fazer?

A anatomia dos vícios: por que eles surgem e como domá-los

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “FRATERNIDADE: Sobre como forjar laços e quebrar barreiras – Lúcia Helena Galvão da Nova Acrópole.” no YouTube

Começando o dia com questionamentos e descobertas, não é uma dádiva?

Professora Lúcia Helena Galvão, uma mestra e tanto.

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Exército dos EUA testa droga antienvelhecimento

A quantidade de NAD+ vai caindo ao longo da vida, e isso contribui para a degradação dos tecidos do organismo. Logo, repor essa substância pode ajudar a frear o envelhecimento. Só que as moléculas dela são grandes demais para atravessar a membrana celular, então não adiantaria ingeri-la ou injetá-la.

Mas a MetroBiotech diz ter encontrado uma maneira de elevar a produção natural de NAD+ com sua nova droga. Ela está sendo testada pelas Forças Armadas dos EUA, que já concluíram a primeira fase de ensaios clínicos (cujo objetivo é apenas verificar se um medicamento é seguro). A Fase 2, que irá avaliar a eficácia, deverá estar concluída até setembro de 2022.

Remédio tenta aumentar o nível de uma coenzima – e passou no primeiro teste.

Exército dos EUA testa droga antienvelhecimento

publicado originalmente em superinteressante

O fim do uso de máscaras ao ar livre – e as possíveis consequências disso

Sabe quando você está andando na rua e vê uma pessoa sem máscara, ou com ela pendurada no queixo, e fica horrorizado? Nas próximas semanas, vai ter cada vez mais gente sem máscara por aí. Inclusive você. A mudança começou no dia 28 de outubro, quando o Rio de Janeiro implantou uma lei dispensando o uso de máscara em locais abertos. Depois veio o Distrito Federal, onde a máscara deixou de ser obrigatória – ao ar livre, que fique claro – a partir de 3 de novembro.

Enquanto este texto era escrito, várias cidades e Estados brasileiros cogitavam medidas similares (em São Paulo, a liberação estava prevista para o começo de dezembro). A tendência é que, a partir das próximas semanas, passemos a só usar máscara em locais fechados. As autoridades dizem que tudo bem, pois a cobertura vacinal alcançou um nível razoável (na primeira semana de novembro, 54,8% dos brasileiros estavam totalmente imunizados) e os casos de Covid seguem em queda.

Elas estão deixando de ser obrigatórias em locais abertos. Isso pode gerar novos surtos de Covid no Brasil? Qual o risco individual envolvido na mudança? Veja as respostas.

O fim do uso de máscaras ao ar livre – e as possíveis consequências disso

publicado originalmente em superinteressante