“Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas,o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece. Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós. Só podemos ir em frente e arriscar. Coragem! Avance firme e torne-se Oceano! “
“Podemos apostar sem medo na mudança. Mesmo que não realize a nossa expectativa, certamente trará um novo ângulo à nossa visão dos fatos e do mundo…e isso é evolução!”
“Quando você se abrir espiritualmente, faça-o somente para alguém em quem confie do fundo do seu coração, alguém bem próximo de você. Este tipo de abertura é um passo importante para a superação dos problemas espirituais.”
Na tina, vovó lavou, vovó lavou A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
Hoje mamãe me falou de vovó só de vovó Disse que no tempo dela era bem melhor Mesmo agachada na tina e soprando no ferro de carvão Tinha-se mais amizade e mais consideração
Disse que naquele tempo a palavra de um mero cidadão Valia mais que hoje em dia uma nota de milhão Disse afinal que o que é de verdade Ninguém mais hoje liga
Isso é coisa da antiga, oi na tina
Na tina, vovó lavou, vovó lavou A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
Hoje o olhar de mamãe marejou só marejou Quando se lembrou do velho, o meu bisavô Disse que ele foi escravo mas não se entregou à escravidão Sempre vivia fugindo e arrumando confusão
Disse pra mim que essa história do meu bisavô, negro fujão Devia servir de exemplo a esses nego pai João Disse afinal que o que é de verdade ninguém mais hoje liga
Isso é coisa da antiga, oi na tina
Na tina, vovó lavou, vovó lavou A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar