Rascunho do documento final da COP26 propõe meta anual para reduzir emissões

A COP26, conferência do clima das Nações Unidas que acontece em Glasgow, na Escócia, chega a seus dias decisivos com a divulgação do primeiro rascunho de um documento final, que deve sumarizar os acordos entre os países. A declaração pede uma revisão anual das ações de cada país contra a emergência climática, além do fim gradual do uso do carvão e dos subsídios para combustíveis fósseis.

As medidas seriam um caminho para tentar sanar a lacuna que existe hoje entre os compromissos de longo prazo das nações do mundo – mirando datas como 2030 e 2050 – e o que está sendo efetivamente feito de ano a ano.

A raiz do problema é como manter um aumento da temperatura média do planeta (em relação aos níveis anteriores à Revolução Industrial) em até 2 ºC – e, se possível, impedir que esse aumento ultrapasse 1,5ºC, considerado o limite mais seguro para evitar mudanças perigosas no clima da Terra.

Hoje (10) foi apresentada a primeira versão do documento que sumariza a Convenção de Mudanças Climáticas da ONU. O texto ainda pede o fim gradual dos combustíveis fósseis

Rascunho do documento final da COP26 propõe meta anual para reduzir emissões

publicado originalmente em superinteressante

Medo…por Osho

“Sempre que houver medo, nunca tente escapar dele. Na verdade, siga as indicações do medo. É na direção delas que você precisa se movimentar. O medo é simplesmente um desafio.”

🍀Osho

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Purpurina ✨




Asas de fada têm purpurina

Roupas de elfo também

Brilho e magia é comigo mesma

Espera só, também eu quero cintilar

Nunca falta em meu dia

Um tanto de alegria e encantamento

Que nunca fizeram mal a ninguém…

Venham os seres da floresta

Todos, todas, enfim

Bailemos juntos na vida

Sentindo a brisa,a lua, a flor, o capim

Brilhos, brilhantes, purpurina em quantidade

Brincaremos de manhã, a noite ou a tarde

Eu, as fadas e elfos não temos juízo nem idade.



Mágica Mistura

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Assista a “PARA ENTENDER A CRISE HÍDRICA” no YouTube

O Planeta Água está cada vez mais seco, e isto definitivamente é responsabilidade nossa.

Uma aula básica para entender a crise hídrica.

Meteoro Brasil aqui!

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Novos hábitos ajudam a vencer as superbactérias, uma preocupação mundial

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um dos principais problemas da atualidade é a resistência bacteriana. Em linhas gerais, ela acontece quando a bactéria se adapta, tornando-se praticamente imune à medicação que tinha como objetivo eliminá-la. Ou seja, vai ficando cada vez mais difícil combatê-la.

Se não resolvida a tempo, essa questão poderá ser a causa da morte de mais de 10 milhões de pessoas no mundo nos próximos 30 anos. Afinal, não teremos mais remédios eficientes para lidar com esses micróbios.

Para conscientizar a população sobre essa luta foi criada a Global Respiratory Infection Partnership (Grip). A iniciativa visa promover o uso sustentável dos antibióticos, que é a questão mais relevante nesse contexto.

A seguir, entenda mais sobre a resistência bacteriana e quais hábitos podem ajudar a barrá-la.

Como surgiu esse problema?

Ele começou a ser observado a partir da descoberta do primeiro antibiótico, a penicilina, em 1928. Foram necessários apenas dois anos para que as bactérias evoluíssem a ponto de ficarem mais resistentes à ação desse medicamento. A situação foi piorando com o aparecimento de fórmulas semelhantes utilizadas de maneira descontrolada, o que deu espaço a mutações cada vez mais agressivas.

Hoje, o maior perigo está nas UTIs dos hospitais, segundo o infectologista Fernando Bellissimo Rodrigues, professor do departamento de Medicina Social da USP de Ribeirão Preto. “Observamos isso entre as vítimas da Covid-19 que permaneceram internadas por mais de três meses e acabaram morrendo não da doença, mas por infecções hospitalares graves, sem tratamento disponível”, exemplifica o médico.

Uso exagerado e errado de antibióticos é uma das causas do problema, que pode matar 10 milhões de pessoas nos próximos 30 anos

Novos hábitos ajudam a vencer as superbactérias, uma preocupação mundial

publicado originalmente em superinteressante

Pesquisadores descobrem a primeira espécie de dinossauro que viveu na Groenlândia

A partir de dois crânios bem preservados, pesquisadores identificaram uma nova espécie de dinossauro, que viveu há cerca de 214 milhões de anos na atual Groenlândia. Em homenagem à cultura local, ele recebeu o nome científico de Issi saaneq, que significa “osso frio” em kalaallisut – o principal dos dialetos inuítes da ilha.

Os fósseis foram encontrados em escavações de 1994 por pesquisadores da Universidade Harvard – e inicialmente atribuídos à espécie Plateosaurus trossingensis, muito encontrada na Alemanha. Mas as descobertas feitas desde então por paleontólogos ao redor do mundo, que possibilitam novas comparações, permitiram que os crânios fossem reavaliados. A nova investigação ficou por conta de uma equipe internacional que inclui pesquisadores de universidades de Portugal, da Dinamarca e da Alemanha. O estudo com as novas descobertas foi publicado na revista Diversity.

Os cientistas analisaram os crânios – de um indivíduo jovem e outro quase adulto – a partir de microtomografia computadorizada, que permitiu a criação de modelos digitais em 3D das estruturas internas e dos ossos ainda cobertos por sedimentos. “A anatomia dos dois crânios é única em muitos aspectos, como na forma e nas proporções dos ossos. Estes espécimes pertencem certamente a uma nova espécie”, explica Victor Beccari, autor principal do estudo, em comunicado.

O sauropodomorfo “Issi saaneq” viveu na ilha há cerca de 214 milhões de anos, no final do Período Triássico, quando o Oceano Atlântico estava se formando.

Pesquisadores descobrem a primeira espécie de dinossauro que viveu na Groenlândia

publicado originalmente em superinteressante

Você sabe como funciona a tela da sua televisão?

Os primeiros televisores funcionavam por meio de um tubo néon e um disco giratório, também chamado de disco de Nipkow. Nessa época, as imagens tinham uma tonalidade avermelhada e eram bem pequenas.

Algum tempo se passou até o lançamento da TV de LCD, com tela de cristal líquido e iluminação por trás (backlight) com lâmpadas fluorescentes. Essa inovação tornou as cores mais vivas. A chegada da TV de LED melhorou a definição das cores com a iluminação de fundo.

Dando mais um passo no quesito tecnologia, o mercado lançou os miniLEDs, que trazem um nível ainda maior de detalhe e contraste, com cores mais precisas do que as das TVs de LED tradicionais.

Antes iluminada por LEDs clássicos, agora, com a LG QNED MiniLED, a TV ganha mais zonas de iluminação, filtro de cores com pontos quânticos e nanopartículas

Você sabe como funciona a tela da sua televisão?

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Molecagem

“Sabe aquela vontade de rolar solto na grama verde, tomar banho de chuva ou comer chocolate até se fartar ? É tua criança interior querendo ser ela mesma…deixa de ser ranzinza e manda esse moleque ir brincar!”

Mágica Mistura

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Conselhos…por Oscar Wilde

“Dar bons conselhos – as pessoas gostam de dar o que mais necessitam. Considero isto a mais profunda generosidade.”

🍀Oscar Wilde

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Silenciosas, hepatites B e C são as principais causas do câncer do fígado

Cerca de 700 mil pessoas morrem de câncer de fígado todos os anos no mundo – são quase 10 mil só no Brasil. Entre as principais causas para o desenvolvimento da doença estão as hepatites virais B e C. Ambas são bastante negligenciadas, até porque evoluem de forma silenciosa – assim como o próprio tumor de fígado.

Para ter ideia, uma pesquisa com quase 2 mil pessoas encomendada pelo Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) ao Datafolha constatou que mais da metade dos entrevistados (60%) nunca fez teste (ou não sabe se fez) para hepatite C nem para hepatite B (52%), sendo que muita gente declarou ter consciência de que os testes são gratuitos no Sistema Único de Saúde (SUS).

A questão é que, para 47% e 46% das pessoas, respectivamente, os testes parecem desnecessários porque elas não sentem necessidade/dor e por falta de interesse mesmo.

Por outro lado, a pesquisa aponta que o brasileiro está se vacinando para prevenir a hepatite B, a mais grave, e que não tem cura. Dois a cada três participantes garantiram ter recebido as três doses do imunizante. O perfil de quem já tomou, no entanto, é das classes econômicas mais altas. Ou seja, essa atitude precisa ser disseminada entre a população em geral.

Cabe lembrar que, enquanto a hepatite B pode ser prevenida com vacina, a hepatite C tem cura.

Pesquisa aponta que os brasileiros deixam de investigar essas doenças por falta de sintomas, mesmo com testes gratuitos disponíveis na rede pública

Silenciosas, hepatites B e C são as principais causas do câncer do fígado

publicado originalmente em Veja saúde