Recém-nascidos que dormem por mais tempo e acordam menos durante à noite teriam um risco menor de sobrepeso na infância, sugere estudo conduzido por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos. Uma hora a mais de sono reduziu em 26% a probabilidade do excesso de peso, de acordo com os resultados publicados no periódico científico Sleep.
Para chegar a essa conclusão, o grupo de pesquisa monitorou os padrões de sono de 298 bebês, nascidos entre os anos de 2016 e 2018. Com a ajuda de um aparelho posto nos tornozelos dos recém-nascidos, as atividades e os repousos foram avaliados por meio do exame de actigrafia.
Os pesquisadores coletaram informações de três noites de cada bebê, em dois momentos do desenvolvimento: no primeiro e no sexto mês. Enquanto isso, os pais mantiveram diários do sono, com o registro das horas dormidas e de quantas vezes os filhos acordavam durante à noite.
Pesquisadores acompanharam ritmos de sono de 298 bebês nascidos entre os anos de 2016 e 2018
Uma corrente oceânica que vai do Atlântico Sul até o Ártico começa a perder força. Cientistas alertam o governo americano, mas não são ouvidos. Isso só acontece quando ela finalmente para de circular, desencadeando uma série de fenômenos climáticos extremos: furacões varrem os EUA, um tsunâmi inunda Nova York e uma nova era glacial torna o país inabitável, com a população tendo de fugir para o México. Eis o enredo do filme O Dia Depois de Amanhã, um blockbuster de 2004 dirigido pelo alemão Roland Emmerich. Ele é um festival de exageros e coisas puramente ficcionais, bem ao estilo do chamado “cinema catástrofe” – Emmerich, um expoente do gênero, já havia dirigido Independence Day (1996) e Godzilla (1998).
Mas, ao contrário deles, O Dia tem algum fundamento científico. Tanto que o oceanógrafo Moacyr Araújo, professor e vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), imediatamente se lembra do filme ao ser perguntado sobre a Corrente do Golfo. “Apesar de se tratar de uma obra de ficção, é bom lembrar que a AMOC está no seu ponto mais fraco em mais de um milênio”, diz. AMOC é a sigla em inglês para “Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico”, o nome técnico da Corrente do Golfo: um fluxo monstruoso, que tem 100 km de largura e desloca inacreditáveis 110 bilhões de litros de água por segundo – isso é 500 vezes a vazão do Rio Amazonas, ou mais do que todos os rios do planeta somados.
A corrente se forma no Golfo do México e sobe pelo litoral dos EUA levando água quente, para então atravessar o Atlântico e se dividir em duas: uma parte banha a Europa, enquanto a outra vai até a Groenlândia e o Oceano Ártico. Ela é um grande mecanismo de distribuição de calor, diretamente responsável pela regulação do clima na Terra – inclusive porque funciona conectada a outros fluxos oceânicos [veja gráfico abaixo]. Se a Corrente do Golfo deixasse de existir, o mar avançaria sobre a costa da América do Norte, e a Europa ficaria mais fria e sujeita a grandes tempestades. Mas não só isso: Índia, África e América do Sul receberiam menos chuva, comprometendo sua produção agrícola.
Ela nasce no México e atravessa o Oceano Atlântico carregando 110 bilhões de litros de água – mais do que todos os rios do mundo somados. Leva calor para a Europa e regula as chuvas na América do Sul. Mas novos estudos revelam que a corrente vem perdendo intensidade e alcançou o ponto mais fraco em 1.600 anos. Veja por que isso está ocorrendo – e o que pode acontecer se ela parar.
Gosto muito de te ver, leãozinho Caminhando sob o sol Gosto muito de você, leãozinho Para desentristecer, leãozinho O meu coração tão só Basta eu encontrar você no caminho
Um filhote de leão, raio da manhã Arrastando o meu olhar como um ímã O meu coração é o sol, pai de toda cor Quando ele lhe doura a pele ao léo
Gosto de te ver ao sol, leãozinho De ter ver entrar no mar Tua pele, tua luz, tua juba Gosto de ficar ao sol, leãozinho De molhar minha juba De estar perto de você e entrar numa
Um filhote de leão, raio da manhã Arrastando o meu olhar como um ímã O meu coração é o sol, pai de toda cor Quando ele lhe doura a pele ao léu
Gosto de te ver ao sol, leãozinho De ter ver entrar no mar Tua pele, tua luz, tua juba Gosto de ficar ao sol, leãozinho De molhar minha juba De estar perto de você e entrar numa
“Acredito em fadas, duendes, gnomos e elfos. Acredito no poder da mente, na vitória do espírito, acredito sim, que aprendemos com os erros e que nossa missão não é sermos perfeitos, mas conhecer a nós mesmos e baseados na sabedoria adquirida em cada existência, alcançar em cada vida um pouco mais da nossa essência primordial.”
Dá para ir dos Estados Unidos até a Rússia andando. Apenas 3,8 quilômetros separam a ilha Diomedes Menor, no Alasca, da ilha Diomedes Maior, na Sibéria. O mar entre os dois pedaços de terra congela durante o inverno, o que possibilitaria uma travessia a pé. A diferença de fuso horário é de 22 horas, mas daria para passar de um lado ao outro em 22 minutos.
A proximidade entre os dois países não é só uma curiosidade para contar na mesa de bar: sem ela, provavelmente não haveria ocupação humana na América antes da colonização europeia. As populações inuíte, maia ou tupi jamais teriam desenvolvido cultura e civilizações complexas – porque esses grupos étnicos não existiriam.
Hoje, o trecho que vai do leste da Sibéria ao oeste do Alasca é conhecido como Estreito de Bering – famoso por ser o caminho que os humanos usaram para atravessar da Ásia à América. O mar é relativamente raso, então basta que o nível da água abaixe algumas dezenas de metros para que o fundo oceânico apareça na superfície. Isso acontece de tempos em tempos ao longo da história geológica do planeta. Nesses momentos, forma-se nos arredores do Estreito de Bering uma bela massa continental, com 1,6 milhão de km². Os geólogos chamam essa região intermitente de Beríngia. Sua última edição terminou há 11,7 mil anos.
Antes de entrar na América, os primeiros humanos viveram por milhares de anos isolados na imensa ponte de terra que cobria o Estreito de Bering – uma região hoje submersa. Conheça a jornada de povoamento do nosso continente.
O Ministério da Saúde anunciou a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço da vacina contra o coronavírusde seis para cinco meses. A decisão contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente do grupo etário ou profissão. A medida também vale para quem recebeu a vacina da Janssen, inicialmente recomendada como dose única.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, declarou que a decisão foi baseada em dados preliminares de estudos científicos dedicados a avaliar a aplicação dessa dose adicional. O ideal é que ela seja de um tipo diferente daquele oferecido anteriormente.
Queiroga garantiu que o estoque de imunizantes será suficiente para atender à demanda. Atualmente, há 12,47 milhões de pessoas aptas a receber o reforço.
Vale lembrar, no entanto, que cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista. Segundo a secretária extraordinária de enfrentamento à covid-19, Rosana Melo, pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria nessa situação.
Ministério da Saúde anunciou que reforço será aplicado cinco meses após segunda dose e valerá para todos os adultos
O termo “síndrome do impostor” foi utilizado pela primeira vez em 1978 pelas psicólogas Pauline Clance e Suzanne Imes. As pesquisadoras da Universidade do Estado da Geórgia, nos EUA, estavam investigando mulheres com carreiras ilustres que não se sentiam tão notáveis assim. Na verdade, elas achavam que haviam conquistado suas posições por sorte, e não mérito.
Mulheres e outros grupos minoritários são os mais afetados pela chamada síndrome do impostor, nome dado àquele sentimento de que você não merece estar no cargo que ocupa, ou não merece o reconhecimento recebido. Apesar de ser mais predominante em alguns grupos específicos, o problema afeta todos os tipos de pessoas e pode estar associado a ansiedade e baixa autoestima.
Porém, uma psicóloga do MIT Sloan School of Management, nos EUA, encontrou um lado bom por trás desse sentimento tão negativo.
Estudo mostra que, para compensar o sentimento de fraude, estes funcionários acabam sendo mais simpáticos e colaborativos no ambiente profissional.
Uma aula muito interessante com a querida Professora Lúcia Helena Galvão, vamos conhecer a história de Marguerite Porete , uma mulher à frente do seu tempo.