“Sou otimista. Há quem me ache chata porque procuro ver oportunidade onde há dificuldade. Não sou o tempo todo assim, é verdade …mas procuro me vigiar para ser o mais próxima possível do que considero ser a verdadeira Gratidão.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Sou otimista. Há quem me ache chata porque procuro ver oportunidade onde há dificuldade. Não sou o tempo todo assim, é verdade …mas procuro me vigiar para ser o mais próxima possível do que considero ser a verdadeira Gratidão.”

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Jesus Cristo foi e é um dos Grandes Mestres que já passou por aqui.
Uma lástima pessoas sem conhecimento e sem vontade de aprender, usarem seu nome e seu legado de forma tão vil.
Uma aula de história com Professor Jota!

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“Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende.”
🍀Leonardo da Vinci

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“Foi então que ele abriu os olhos. Não os olhos materiais, se bem que estes, ele abriu primeiro…foi a visão da alma, do espírito, esse olhar abrangente e total que finalmente o levou a observar o verdadeiro Universo, esse que todos somos parte e que em sua totalidade infinita nos faz enxergar a nós mesmos…”

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O que pode haver de comum entre Mafalda, Charlie Brown e Umberto Eco?
Meteoro Brasil aqui!

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Pouco antes do fim da II Guerra, uma divisão blindada do Exército alemão estava estacionada no Castelo Immendorf, na Áustria. Desde 1942, o local abrigava uma variedade de obras de arte confiscadas pelos nazistas ao longo do conflito. Da coleção, faziam parte telas do pintor austríaco Gustav Klimt (1862-1916), três delas comissionadas pelo governo de seu país no fim do século XIX. Acuados pelo Exército Vermelho que se aproximava, os soldados transformaram o prédio em uma grande armadilha, com bombas incendiárias armadas para disparar quando os soviéticos chegassem. Em 8 de maio de 1945, dia da derrocada de Hitler, o castelo foi tomado por chamas e tudo que estava em seu interior destruído, inclusive, é claro, o trio de exuberantes e ousadas pinturas de Klimt, das quais restaram apenas fotografias em preto e branco feitas em 1900 por Moritz Nähr. Graças a uma aliança entre a história da arte e a tecnologia, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais.

‘MEDICINA’ – O pintor escolheu uma composição assimétrica. Na metade direita, o fluxo da vida. Do outro lado, uma névoa de luz envolve uma mulher. Predominam os nus e, na versão digital, o dourado, o vermelho e o azul –
A origem das chamadas Pinturas das Faculdades remonta a 1894, quando Klimt e o pintor Franz Matsch receberam do Ministério da Educação da Áustria uma encomenda para o salão de festivais da Universidade de Viena. Cinco telas foram planejadas, uma peça central e representações das quatro principais faculdades vienenses — daí o nome dado a elas. Matsch faria a principal e a de Religião, e Klimt ficaria com as representações de Filosofia, Medicina e Jurisprudência. Quatro anos depois, ao exibi-las em exposições independentes de seu grupo artístico reformista, o artista chamou a atenção para suas alegorias exuberantes, coloridas e cheias de simbolismo das disciplinas ensinadas nos cursos superiores. E também atraiu a ira dos setores mais conservadores da sociedade, o que fez o pintor, contrariado com a incompreensão de sua arte, arrecadar junto a mecenas e apoiadores o valor que havia recebido do governo de modo a recomprá-las.
Com a aliança entre a história da arte e novas técnicas, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais das obras
Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia
publicado originalmente em Veja
“Tão bom viver dia a dia…
A vida assim, jamais cansa…
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu…
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência… esperança…
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas…”

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“Que eu consiga, por um dia, um dia somente, olhar, ouvir e pensar sem julgamentos. Por apenas um dia, poder olhar os outros com compaixão e sentir na pele o que é viver todas as vidas de verdade.”

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Sério e preocupante…
Por mais cascas e menos caixas!!!!
BBC NEWS aqui!

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Desde o início da pandemia, todos os países reportam seus casos de Covid-19 à Organização Mundial da Saúde (OMS), que reúne os dados diariamente em um mapa interativo. Quanto mais escuro estiver o país, mais casos ele tem. Mas duas manchas amarelas chamam a atenção no mapa: Turcomenistão e Coreia do Norte. Nenhum dos dois reportou qualquer caso à organização internacional.
Com exceção de algumas ilhas do Pacífico (que estão com as fronteiras fechadas desde abril de 2020), esses são os únicos países que dizem não ter registrado nenhum caso de Covid-19 desde o início da pandemia.
Não é coincidência que eles também possuam os regimes totalitários mais fechados do mundo. No ranking mundial que mede a liberdade de imprensa, realizado anualmente pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, por exemplo, Coreia do Norte e Turcomenistão aparecem em penúltimo e antepenúltimo lugar, respectivamente. Só perdem para Eritreia, uma ditadura no nordeste africano.
O país é um dos poucos sem casos registrados desde o início da pandemia. Conversamos com um jornalista turcomano para entender a rotina de um dos regimes mais fechados do mundo.
No Turcomenistão, os resultados positivos de Covid-19 são jogados no lixo
publicado originalmente em superinteressante