“Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo.”
❣️Mahatma Gandhi

imagens do WordPress

Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo.”
❣️Mahatma Gandhi

imagens do WordPress

Portadores de fotofobia sentem muito desconforto nos olhos ao entrar em contato com a claridade. Desvende a seguir o mecanismo da hipersensibilidade à luz e conheça maneiras de driblar o incômodo.

Nesse caso, alguma parte do trajeto de recepção e leitura dos estímulos luminosos está sensibilizada ou desajustada. Em geral, a íris se contrai ao menor contato com a luz, reduzindo o tamanho da pupila para tentar conter a quantidade absorvida pelos olhos. Mas nem sempre isso acontece ou é o suficiente para reduzir o incômodo.
Olhos claros: Os pigmentos verdes e azulados absorvem menos luz, permitindo que mais raios alcancem a retina e causando a sensibilidade. Enxaqueca: Desordens em áreas do cérebro ou na sua conexão com a retina geram fotofobia — daí a relação com dores de cabeça crônicas. Sol demais: A córnea fica irritada com a exposição prolongada ao sol. É um processo semelhante ao que acontece com a pele. Hormônios: Mudanças hormonais nas mulheres fazem com que elas tenham até três vezes mais olho seco, que pode levar à fotofobia. Problema ocular: Astigmatismo, inflamações e alterações na retina ou lesões na córnea afetam a passagem. Pupilas mais dilatadas também. Infecções: Alguns micro-organismos gostam de infectar os olhos, como os causadores de toxoplasmose e tuberculose. Falta de cuidado: O hábito de coçar os olhos com frequência, mau uso de lentes de contato e a falta de visitas ao oftalmo também conspiram. Telas em excesso: A questão é a secura e o cansaço visual. O ideal é se lembrar de piscar, fazer intervalos regulares e olhar para pontos distantes. + Leia também:Vida longa à vista: a saúde visual em tempos de pandemia
Em primeiro lugar, é preciso entender a origem da condição. Pode ser que haja uma causa tratável por trás, seja uma doença ocular ou um distúrbio como o astigmatismo — que, muitas vezes, passa batido pois não embaça a visão como a miopia.
Vontade incontrolável de fechar os olhos, incômodo persistente e até dor de cabeça. Não é fácil a vida de quem tem sensibilidade à luz. Entenda o problema
Por que algumas pessoas têm fotofobia?
publicado em Veja saúde


Camboriú SC Brasil
“Ela ergueu as mãos e agradeceu …pelas dúvidas, pelas dificuldades, pelas pedras e espinhos. Agradeceu porque agora, decidida, plena e feliz, poderia finalmente iniciar seu caminho rumo ao desenvolvimento espiritual.”

imagens do WordPress
🧚♂️A Energia da Floresta
A a a eee
A a a eee
A a a eee
A a a eee
A a a eee
A a a eee
Venho da mata, trago a luz da miração
Nestes encantos nixi pae e kawa
Fazendo a transformação
A a a eee
A a a eee
A a a eee
Venho da mata, dos encantos da jibóia
É da floresta
Somos índio ayahuasca
A a a eee
A a a eee
A a a eee
Ey huni pae mó pae mó
Ey huni pae mó pae mó
Ey huni pae mó pae mó
Eu pedi mãe natureza
Me dê paz me dê firmeza
Para eu poder caminhar
Vou caminhando dentro desta luz divina
A força que nos ensina
Colorindo a miração
Composição: Ibã Huni Kuin

imagens do WordPress
Cidadania e sociedade? Temos sim.
Rita von Hunty aqui!

imagens do WordPress
Dois pescadores ilegais, possivelmente ligados a narcotraficantes, confessaram a morte, o esquartejamento e a ocultação dos corpos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Philips. É possível que os restos mortais sejam recuperados hoje ou amanhã, necropsiados e, no início da semana que vem, sepultados. Mas a dor nem a vergonha que todos […]
Honrar Dom e Bruno é proteger floresta e indígenas. Por Fernando Brito
publicado em The dark side of the moon

Por Bruno Garattoni
Os sedimentos marinhos estão se deslocando mais devagar, em média 140 milímetros por ano – bem abaixo da maior velocidade já registrada, 200 mm. Essa é a conclusão de um estudo (1) que avaliou os movimentos do fundo do mar nos últimos 19 milhões de anos.
Segundo os cientistas, que calcularam as velocidades observando a deposição dos sedimentos em 18 pontos do oceano, a lentidão pode ter dois motivos: o aumento do atrito entre as placas tectônicas e o esfriamento do manto (a segunda camada mais superficial do globo terrestre, logo abaixo da crosta).
As duas coisas reduzem a formação de novos sedimentos – e, portanto, o movimento dos já existentes.
Leia também: O campo magnético da Terra
Fonte 1. Evidence for a Global Slowdown in Seafloor Spreading Since 15 Ma. C Dalton e outros, 2022.
Sedimentos estão se deslocando mais devagar – e a possível explicação está dentro da Terra
Fundo do mar está ficando mais lento
publicado em superinteressante
“A floresta está chorando
Triste de decepção, de medo
A jibóia e o jacaré nem saíram hoje
A onça e o macaco compartilham a dor
O verde perdeu até o brilho…
E por alguns instantes o dia deu lugar a noite
A pureza, a beleza e a criação parecem sem sentido
Diante da crueldade e do horror humanos.
Mas, esperem… há movimento lá na frente
Índios coloridos vêm dançando,
Dá para ouvir o batuque, o chacoalhar
Entre eles…são dois deles
Os irmãos vêm abraçados
A pele clara já não faz mais sentido
Estão pintados, selvagens e livres
Agora, sem as amarras da carne,
Estarão mais poderosos
São lenda, são verdade…
Quem os cuida e treina são os Encantados…
A selva ganhou dois protetores…
Bem-vindos ao seu lar!”
*para Bruno e Dom

imagens do WordPress