Carta náutica do século 19 revela perda de até 49% dos recifes em Abrolhos (BA)

Entre os nove milhões de itens que compõem o acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, está uma carta náutica de 1861, elaborada pelo francês Ernest Mouchez durante uma expedição à Bahia. 

Conchas, rochas, corais, areia. Ali está mapeada toda a antiga paisagem subaquática de Abrolhos, arquipélago que abriga as maiores formações de recifes e a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul.

A viagem de Mouchez era um trabalho de exploração da América do Sul, e o documento foi um dos muitos criados para registrar as descobertas da época – além de fornecer pistas à navegação daquelas águas. Mas agora, 160 anos depois, encontrou-se uma nova utilidade à carta: entender como os recifes mudaram de lá para cá.

Um grupo de pesquisadores brasileiros comparou as informações contidas na carta náutica e em outros documentos históricos com dados modernos sobre as condições ambientais de Abrolhos, obtidos via satélite. Assim, descobriram que houve uma perda média de 28% na extensão espacial dos recifes da região.

Algumas áreas estão ainda mais degradadas. Entre os recifes mais próximos à costa, por exemplo, a perda dos últimos 160 anos é de 49%. O estudo foi publicado nesta quarta (29) na revista Perspectives in Ecology and Conservation.

Motivos da degradação

Segundo os pesquisadores, os recifes foram prejudicados principalmente por uma antiga prática de extração de corais. Blocos inteiros eram removidos dos recifes para a fabricação de cal e, acredite, a substituição de tijolos na construção civil. Há registros desse costume desde o século 17, e ele durou pelo menos até 1900 na região.

É a primeira vez que pesquisadores brasileiros usam documentos históricos para compreender a evolução das condições ambientais de recifes. Entenda.

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Epigenética: entenda essa nova fronteira na Ciência

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🌹O Bêbado e a Equilibrista…

Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona de um bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas
Que sufoco
Louco
O bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil
Pra noite do Brasil
Meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu
Num rabo de foguete
Chora
A nossa Pátria mãe gentil
Choram Marias e Clarisses
No solo do Brasil

Mas sei que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente
A esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha
Pode se machucar

Azar
A esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista
Tem que continuar

🌹Fonte: LyricFind

Compositores: Joao Bosco De Freitas Mucci / Aldir Blanc Mendes

Letra de O bêbado e a equilibrista © Universal Music Publishing Group

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Vírus da dengue e da zika podem te deixar mais atraente para os mosquitos

Novo estudo aponta que os vírus podem alterar o odor de seu hospedeiro para atrair os insetos – e favorecer sua transmissão. Entenda.

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Cães evoluíram de duas populações distantes de lobos, aponta estudo

Há uma reviravolta nas teorias que explicam as origens dos cães domésticos. O consenso é de que esses animais de estimação vieram de uma evolução dos lobos-cinzentos (Canis lupus) mais mansos, que se adaptaram a viver junto aos seres humanos em troca de comida constante. Mas um novo estudo inglês descobriu que os cachorros tiveram uma evolução mais complexa do que se imaginava até agora. 

Pesquisadores do Francis Crick Institute, um centro de pesquisa biomédica em Londres, revelaram em um artigo na Nature que os cães têm, pelo menos, mais um ancestral selvagem. 

Os cientistas analisaram 72 genomas de lobos que viveram na Europa, Sibéria e América do Norte até 100 mil anos atrás. E então os comparou com genomas de cães primitivos e modernos. Assim, descobriram que, embora a ascendência de cães primitivos parecesse estar enraizada apenas em lobos-cinzentos da Ásia, há uma contribuição genética de outros animais: uma população de lobos mais ao Ocidente, identificada principalmente entre cães da África e do Oriente Médio, e em menor número em europeus. 

A teoria predominante concentrava essa ancestralidade na Ásia. Mas pesquisadores acharam genes de lobos mais ao Ocidente entre os cachorros atuais.

Cães evoluíram de duas populações distantes de lobos, aponta estudo

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Milagre…por Leonardo da Vinci

“Que o teu orgulho e objetivo consistam em pôr no teu trabalho algo que se assemelhe a um milagre.”

🌹Leonardo da Vinci

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