Autoconhecimento é um passo importante em nossa caminhada.
Monja Coen aqui!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Autoconhecimento é um passo importante em nossa caminhada.
Monja Coen aqui!

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A maré tem caprichos…
Consigo ver nas marés
O movimento da vida
Nesse vai e vem incessante
De bonança, tempestade, calmaria, tormenta
Vazia de emoções, cheia de sentimentos
E deve ,tem de ser assim
Como saber do doce,sem do amargo provar
E a liberdade dar valor,sem se sentir no cárcere?
Vida,vida… aprendizado ao qual ninguém escapa
Deixa a maré levar
Hora cheia,hora vazante
Sempre dinâmica,contestadora
Nunca estagnada,inoperante
Vamos soltos,na maré cheia
Que um dia
Despertos e luminosos
Chegaremos Lá ✨✨✨

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“Gostaria eu de com um gesto e sorriso transformar todo o mundo em um lugar de Luz, Fraternidade e Amor. Já que isso não é opcional , vou em frente tentando a cada dia ser um pouquinho melhor por mim, para mim, e principalmente por todos que aqui estão e que ainda virão.”

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Camboriú SC Brasil
Nós seres humanos nos consideramos privilegiados por termos o cérebro mais desenvolvido do planeta…
Bom mesmo seria aprendermos a usar esse potencial, não é verdade?
Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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Espiritualidade e Universalismo?
Temos com certeza!
Wagner Borges aqui!

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Uma canção poderosa, para um Deus de poder! Haribol!🌷

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“Trilhar um caminho novo é como um salto
no escuro, pode ser suave ou te fazer quebrar as pernas. Nas duas alternativas as descobertas te levarão a experimentar a diversidade, você terá ainda mais curiosidade do que têm pela frente, e mais cuidado ao fazer suas escolhas.”

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A proteínaalfa-sinucleína é uma velha conhecida de doenças degenerativas: seu acúmulo no cérebro causa lesões que culminam em Parkinson e Alzheimer. Agora a ciência suspeita que ela também tem culpa no cartório quanto à perda da sensibilidade da pele com a idade. Em 2019, foi detectada pela primeira vez a presença de aglomerados proteicos no tecido cutâneo de idosos. Para investigar melhor o significado disso, experts da L’Oréal Brasil, em parceria com o Instituto D’Or e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), usaram um modelo de pele humana reconstruída em laboratório e atestaram que a abundância da proteína barra a multiplicação celular e afina o tecido. “Nossa hipótese é que ela pode matar terminações nervosas da pele, gerando perda de sensibilidade”, conta Rodrigo De Vecchi, gerente de pesquisa da L’Oréal Brasil. 
entenda como o processo ocorre ao longo dos anos. +Leia Também: Pesquisa revela os desafios dos brasileiros que convivem com o Alzheimer
Além de nos apresentar ao mundo e permitir que nos relacionemos com ele, o tato é um sentido caro à autoproteção. É ele que nos faz tirar a mão de uma panela pelando ou sentir a dor que denuncia um machucado. A perda de sensibilidade, portanto, eleva o risco de sofrer acidentes em casa, de não sentir lesões e elas se agravarem e de não perceber variações de temperatura que nos deixam mais expostos a problemas. Direta ou indiretamente, ela afeta a qualidade de vida.
Experimento constata que acúmulo de proteínas ligadas ao Alzheimer pode estar relacionado. Entenda:
Por que perdemos a sensibilidade na pele com a idade?
publicado em Veja saúde

A população de pombos está em grave declínio. Não se trata, como você pode imaginar, daqueles que encontramos aos montes nas cidades, mas de seus ancestrais selvagens: a espécie Columba livia, encontrada originalmente na Europa, no Oriente Médio, no norte da África e na Ásia Ocidental.
Os pombos selvagens estão extintos na Inglaterra e no País de Gales, mas agora foram encontrados grupos desses indivíduos em ilhas isoladas da Escócia e da Irlanda. Pesquisadores liderados por membros do Departamento de Biologia da Universidade de Oxford (Reino Unido) fizeram a descoberta a partir de testes de DNA e publicaram o estudo no periódico iScience.
Eles estão ameaçados de extinção por pombos descendentes de linhagens domesticadas. Saiba como os pombos se tornaram animais urbanos.
Ancestrais selvagens de pombos são encontrados na Europa
publicado em superinteressante